|
| | Manifesto exige respeito à soberania de Cuba By Emir Sader 10/01/2007 At 19:47 SOBERANIA
Manifesto exige respeito à soberania de Cuba Mais de 400 personalidades de todo o mundo, entre eles oito prêmios Nobel, assinaram um manifesto, no qual exigem que os Estados Unidos respeitem a soberania de Cuba. Emir Sader* Mais de 400 personalidades de todo o mundo, entre eles oito prêmios Nobel, assinaram um manifesto divulgado à imprensa em 7 de agosto de 2006, no qual exigem que os Estados Unidos respeitem a soberania de Cuba. O texto também condena as crescentes ameaças contra a integridade territorial da ilha. Entre os signatários do manifesto estão os brasileiros Chico Buarque, Frei Betto e Oscar Niemayer, além de nomes como Eduardo Galeano, José Saramago, Ignacio Ramonet, Miguel Bonasso, Rigoberta Menchú, Desmond Tutu, Mario Benedetti e Noam Chomsky. O documento, intitulado ''A soberania de Cuba deve ser respeitada'', critica a postura de Washington diante do problema de saúde do presidente Fidel Castro, afastado do poder para se recuperar de uma cirurgia abdominal. ''Devemos impedir a todo custo uma nova agressão'', defende o documento, levando em conta a crescente militarização da política externa norte-americana. Ao final, há o endereço de uma página na internet criada especialmente para propagar o manifesto e conquistar mais adesões. Leia a íntegra do manifesto: A soberania de Cuba deve ser respeitada "Desde que foi comunicado o estado de saúde de Fidel Castro e a delegação provisória de seus cargos, altos funcionários norte-americanos têm formulado declarações cada vez mais explícitas acerca do futuro imediato de Cuba. O secretário de Comércio Carlos Gutiérrez opinou que ''chegou o momento de uma verdadeira transição até uma verdadeira democracia'' e o porta-voz da Casa Branca Tony Snow disse que seu governo está ''pronto e ansioso para outorgar assistência humanitária, econômica e de outra natureza ao povo de Cuba'', o que acaba de ser reiterado pelo presidente Bush". "Já a ''Comissão por uma Cuba Livre'', presidida pela secretária de Estado Condoleezza Rice, havia destacado um informe em meados de junho ''a urgência de trabalhar hoje para garantir que a estratégia de sucessão do regime de Castro não tenha êxito'' e o presidente Bush sinalizou que este documento ''demonstra que estamos trabalhando ativamente por uma mudança de Cuba, não simplesmente esperando que isso ocorra''. O Departamento de Estado destacou que o plano inclui medidas que permanecerão secretas ''por razões de segurança nacional'' e para assegurar sua ''efetiva realização''. "Não é difícil imaginar o caráter de tais medidas e da ''assistência'' anunciada se tem-se conta da militarização da política exterior da atual administração estadunidense e sua atuação no Iraque. Ante essa ameaça crescente contra a integridade de uma nação, a paz e a segurança na América Latina e no mundo, os abaixo-assinados exigimos que o governo dos Estados Unidos respeite a soberania de Cuba. Devemos impedir a todo custo uma nova agressão". Para se aderir: www.porcuba.org Confira alguns dos nomes que já assinaram o manifesto: José Saramago, Portugal; Wole Soyinka, Nigeria; Adolfo Pérez Esquivel, Argentina; Dario Fo, Italia; Desmond Tutu, Sudáfrica; Rigoberta Menchú, Guatemala; Nadine Gordimer, Sudáfrica; Zhores Alfiorov, Rusia; Noam Chomsky, EEUU; Chico Buarque de Holanda, Brasil; Oscar Niemeyer, Brasil; Harry Belafonte, EEUU; Mario Benedetti, Uruguay; Ignacio Ramonet, España-Francia; Danny Glover, EEUU; Samir Amin, Egipto; Alfonso Sastre, España; Francois Houtart, Bélgica; Eduardo Galeano, Uruguay; Juan Gelman, Argentina; Frei Betto, Brasil; Pablo González Casanova, México; Russell Banks, EEUU; Bernard Cassen, Francia; Ernesto Cardenal, Nicaragua; Angela Davis, EEUU; Ariel Dorfman, Chile; Tom Morello, EEUU; Walter Salles, Brasil; Manu Chao, Francia; Blanca Chancosa, Ecuador; Egberto Gismonti, Brasil; Andrés Gómez, Cuba; Alice Walker, EEUU; István Mészáros, Hungría; Fredric Jameson, EEUU; Pedro Casaldáliga, Brasil; Franz Hinkelammert, Alemania; Joao Pedro Stedile, Brasil; Jorge Enrique Adoum, Ecuador; Fernando Birri, Argentina; Leonardo Boff, Brasil; David Viñas, Argentina; Emilio Carballido, México; José Luiz del Roio, Italia; Hebe de Bonafini, Argentina; Thiago de Mello, Brasil; Eugenio Barba, Italia-Dinamarca; Amiri Baraka, EEUU; Pedro Rivera, Panamá; Amina Baraka, EEUU; Boaventura de Sousa Santos, Portugal; Armand Mattelart, Bélgica; William Blum, EEUU; Miguel Bonasso, Argentina; Chico Whitaker, Brasil; María Rojo, México; Idea Vilariño, Uruguay; Belén Gopegui, España; Diamela Eltit, Chile; Atilio Borón, Argentina; Luciana Castellina, Italia; Ramsey Clark, EEUU; Luis Britto García, Venezuela; Stephen Rivers, EEUU; Miguel D?Escoto, Nicaragua; Stella Calloni, Argentina; Emir Sader, Brasil; Daniel Viglietti, Uruguay; Lucius Walker, EEUU; Piero Gleijeses, Italia-EEUU; James D. Cockcroft, EEUU; Aníbal Quijano, Perú; Theotonio dos Santos, Brasil; Pablo Guayasamín, Ecuador; Leonard Weinglass, EEUU; Susu Pecoraro, Argentina; Francisco de Oliveira, Brasil; Graciela Duffau, Argentina; Fernando Rendón, Colombia; Luis Sepúlveda, Chile; Andy Spann, EEUU; Hildebrando Pérez Grande, Perú; Fernando Pino Solanas, Argentina; Santiago García, Colombia; Michael Löwy, Brasil; Juan Manuel Roca, Colombia; Pascual Serrano, España; León Rozitchner, Argentina; Jorge Rufinelli, Uruguay; Franca Rame, Italia; Alfredo Vera, Ecuador; Patricia Ariza, Colombia; Leslie Cagan, EEUU; Noé Jitrik, Argentina; Tununa Mercado, Argentina; Eric Nepomuceno, Brasil; James Petras, EEUU; Keith Ellis, Jamaica- Canadá; Tristán Bauer, Argentina; Ferreira Gullar, Brasil; Marco Martos, Perú; Lorgio Vaca, Bolivia; Eric Toussaint, Bélgica; Georges Labica, Francia; Octavio Getino, Argentina; Richard Levins, EEUU; Martin Almada, Paraguay; Elmar Alvater, Alemania; Roberto Montoya, Argentina; Víctor Heredia, Argentina; Víctor Víctor, R. Dominicana; Tomás Borge, Nicaragua; Eva Forest, España; Michele Mattelart, Francia; Leticia Spiller, Brasil; Javier Couso, España; Fernando Suárez, México; Salim Lamrani, Francia; Montserrat Ponsa, España; Jean Pascal Van Ypersele, Bélgica; Verenice Guayasamín, Ecuador; Marilia Guimarães, Brasil; Gioconda Belli, Nicaragua; Tarek Williams Saab, Venezuela; Isidora Aguirre, Chile; Suzy Castor, Haití; Claribel Alegría, El Salvador; Andrés Sorel, España; Ann Sparanese, EEUU; Denisse Stoklos, Brasil; Alessandra Riccio, Italia; Carlos Fernández Liria, España; Alex Cox, Reino Unido; Michel Collon, Bélgica; Danny Rivera, Puerto Rico; Tato Pavlovsky, Argentina; Román Chalbaud, Venezuela; James Early, EEUU; Jean Brigmont, Bélgica; Anthony Arnove, EEUU; Carlo Frabetti, Italia-España; Fernando Buttazoni, Uruguay; Fernando Morais, Brasil; Ramón Chao, España-Francia; Silvio Tendler, Brasil; Hanan Awwad, Palestina; Orlando Senna, Brasil; Saul Landau, EEUU; Francisco Jarauta, España; Adolfo Colombres, Argentina; Roberto Amaral, Brasil; Pilar del Río, España; Fernando Ainsa, Uruguay; Alcira Argumedo, Argentina; Carmen Bohorquez, Venezuela; Steve Williams, EEUU; Hernando Calvo Ospina, Colombia-Francia; Gilberto López y Rivas, México; Juan Carlos Camaño, Argentina; Michael Parenti, EEUU; Marta Palau, México; Italo Ordóñez, Ecuador; Gloria la Riva, EEUU; Francisco Villa, Chile; Gennaro Carotenuto, Italia; Edward Sanders, EEUU; Ersi Sotiropulos, Grecia; Constantino Bértolo, España; Manuel Cabieses, Chile; Jose A. De Frietas (Tunai), Brasil; Thelva Nava, México; Hugo Urquijo, Argentina; Isaura Navarro, España; Cecilia Conde, Brasil; Igor Jinkings, Brasil; Iosu Perales Arretxe, País Vasco; Issa Makhlouf, Líbano; Marcos Roitman, España; Héctor Díaz Polanco, R. Dominicana; Antonio Maira, España; Arturo Andrés Roig, Argentina; Roy Brown, Puerto Rico; Al Campbell, EEUU; Luisa Vicioso, R. Dominicana; Carlos Fazio, Uruguay; Luciano Vasapollo, Italia; John Beverley, EEUU; Carlos Varea, España; Víctor Flores Olea, México; Hassan El Ouazanni, Marruecos; Jitendra Sharma, India; José Mulligan, Nicaragua; Beto Almeida, Brasil; Juan Madrid, España; Sonja de Vries, EEUU; Red Ronnie, Italia; Juan Kalvellido, España; Miguel Urbano, Portugal; Nora de Izcue, Perú; Raúl Pérez Torres, Ecuador; Santiago Alba Rico, España; José Steinsleger, México; Setsuko Ono, Japón-EEUU; Susan Willis, EEUU; Vicente Romano, España; Néstor Kohan, Argentina; Pedro de Castro Amaral, Brasil; Angeles Maestro, España; Vicente Battista, Argentina; Stefania Mosca, Venezuela; Clifton Ross, EEUU; Zlatko Krasni, Serbia; Wim Dierckxsens, Costa Rica; Sérgio Saboya, Brasil; Claudio Katz, Argentina; Luciano Alzaga, Argentina; Corium Aharoniam, Uruguay; Donatella Mészáros, Italia; Carol Cross, EEUU; Raly Barrionuevo, Argentina; Kali Akuno, EEUU; Gloria Berrocal, España; Rodolfo Livingston, Argentina; Remy Herrera, Francia; Mano Melo, Brasil; Irene Amador, España; Paul Emile Dupret, Bélgica; Jaime Losada, España; Marcelo Resende, Brasil; Pablo Marcano García, Puerto Rico; Miguel Martín Ayllón, España; José C. Rovira, España; Alvaro Castillo Granada, Colombia, Natalia Toledo, México; Consuelo Sánchez, México; José Heleno Rotta, Brasil; Shirley Pate, EEUU; Gerardo Cerdas Vega, Costa Rica; Carlos Marés, Brasil; Clarisse Chiappini Casthilos, Brasil; Michael S. Smith, EEUU; José Luis Tagliaferro, Argentina-Italia; Claude Marks, EEUU; Iñaki Errazkin, España; Eduardo Ebendinger, Brasil; León Ferrari, Argentina; Guy Bajoit, Bélgica; Lia Sessy, Italia; Ricardo Antunes, Brasil; María Toledano, España; Robert Franck, Bélgica; Verena Graf, Suiza; Eva Björklund, Suecia; Raúl Vallejo, Ecuador; Eduardo Guimarães, Brasil; Aitana Alberti, Argentina-Cuba; Sara Rosemberg, Argentina; Beatriz Bissio, Brasil; Bert de Belder, Bélgica; Jaime Mejía Duque, Colombia; Jane Franklin, EEUU; Alicia Hermida, España; Ana Esther Ceceña, México; Angel Parra, Chile; Branca Eloysa P. Ferreira, Brasil; Dionne Brand, Canadá; Sergio J. Dos Santos França, Brasil; Lêdo Ivo, Brasil; Rosario Murillo, Nicaragua; José Antonio Barroso Toledo, España; Christine Fayart, Bélgica; Caique Botkay, Brasil; Angelica Malinarich-Dorfman, Chile; Manuel Fernández-Cuesta, España; Sidnei Liberal, Brasil; Carlos Takeshi, Brasil; Jean Pestiaux, Bélgica; Aderbal Ashogun, Brasil; Carlos Baron, Chile; Alejandro Moreano, Ecuador; Hans-Otto Dill, Alemania; Carmem Regina de Vargas, Brasil; Richard Becker, EEUU; David Lagmanovich, Argentina; Carmen Vargas, Brasil; Jean Philippe Peemans, Bélgica; Aderbal Moreira Costa, Brasil; Claudia Korol, Argentina; Teodoro Buarque de Hollanda, Brasil; Enrique Dacal, Argentina; Célia Ravero, Brasil; Nico Hirft, Bélgica; Andrea Duffour, Suiza; Ana Tendler, Brasil; Carolina Virguez, Colombia; Terezinha Lameira, Brasil; Juan Carlos Volnovich, Argentina; Clarissa Matheus, Brasil; Hugo Achugar, Uruguay; Michael Steven Smith, EEUU; Nicolas Bardos, Bélgica; Anisio Palhano P. Ferreira, Brasil; Vera Malaguiti, Brasil; Danielle Bleitrach, Francia; Rafael Spregelbud, Argentina; Augusto Boal, Brasil; Bob Stone, EEUU; Pierre Beaudet, Bélgica; Clarisse Mantuano, Brasil; Vivaldo Franco, Brasil; Claufe Rodrigues, Brasil; Alicia Jrapcko, EEUU; Waldir Leite, Brasil; Dácio Malta, Brasil; Anne Waldmann, EEUU; Danon Lacerda, Brasil; Betsy Bowman, EEUU; Denise Fraga, Brasil; Bryan Becker, EEUU; Echaterina Brasileiro, Brasil; Joy Harjo, EEUU; Jorge Fons, México; Emilio Mira y Lopez, Brasil; Fábio Basilone, Brasil; Mary Louise Pratt, EEUU; Andrés Linares, España; Geraldo Moreira, Brasil; Angeles Diez Rodríguez, España; Ana Lydia Vega, Puerto Rico; Susana Fiorito, Argentina; Joseph Mutti, EEUU; Haroldo Costa, Brasil; Margot Pepper, EEUU; Isadora Jinkings, Brasil; Carlos Tena, España; Andrés Ordoñez, México; Ivair Itagiba, Brasil; David Acera Rodríguez, España; Ivana Jinkings, Brasil; Eduardo Hernández Fernández, España; Jalusa Barcelos, Brasil; Iñaki Markiegi, España; Jaqueline da Silva, Brasil; Jorge Lopez Ave, España; Jesús Chediak, Brasil; Justo Carracedo, España; Jean Portante, Luxemburgo; José Vicente Tavares dos Santos, Brasil; José Braga, Brasil; Jussara Freire, Brasil; Miguel Riera Montesinos, España; Leila Jinkings, Brasil; Pepe Mejía, España; Luis Carlos Cseko, Brasil; Alain Ruscio, Francia; Mãe Beata de Yemoja, Brasil; Susana Vellegia, Argentina; Marcello Guimaraes, Brasil; Beatriz Stolowicz, México; Marcellus Machado, Brasil; Horacio Verzi, Uruguay; Elvira Concheiro, México; Mário Augusto Jakobskind, Brasil; Luciano Concheiro, México; Isabel-Clara Simó, España; Xavier Dalfó, España; Michele Victer, Brasil; Monique Lemaitre, México; Miwa Saboya, Brasil; Natalia Toledo, México; Nilo Batista, Brasil; Hane Haga, Noruega; Olny de Freitas, Brasil; Clemente Padín, Uruguay; Raymundo de Oliveira, Brasil; Hernán Rivera Letelier, Chile; Quintín Cabrera, Uruguay; Regina Libonati, Brasil; Douglas Bohórquez, Venezuela; Zezé Sack, Brasil; Catherine Murphy, EEUU; Maximilien Laroche, Haití; Hiber Conteris,Uruguay; Joao Ubaldo Ribeiro, Brasil; Marita Fornaro, Uruguay; Graciela Paraskevaidis, Uruguay; Rafael Aponte Ledée, Puerto Rico; Daisy Zamora, Nicaragua; Mauricio Kartun, Argentina; Cecilia Boal, Brasil; C. K. Otead, Nueva Zelanda; Chiranan Pritpeecha, Tailandia; Gerhard Falkner, Alemania; Quincy Troupe, EEUU; Neshe Yashin, Chipre; Koulsy Lamko, Chad; Nicole Cage Florentiny, Martinica ; Leslee Lee, Perú; Andrés Rivera, Argentina; Juan Cristóbal, Perú; Frèdèric Debuyst, Bélgica; Jean Claude Fritz, Francia; Gérard Fritz, Francia; Jacques Bidet, Bélgica; Milagros Rivera, Puerto Rico; Katalina Montero, EEUU; Luis Fernando Eyerbe, Argentina-Brasil; Daniel Veronese, Argentina; Pat Murphy, EEUU Kendell Hoppolyte, Santa Lucía; Breyten Breytenbach, Sudáfrica; Ingibjörg Haraldsdóttir, Islandia; Clara Algranati, Argentina; José Seoane, Argentina; David Franco Monthiel, España. (*)Postado originalmente no Blog do Emir em 07/08/2006. http://www.porcuba.org/index.php?lang=4
URL:: http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=13080 >>Add a comment Para min, apoiar Cuba, não signifia declarar-se partidário deste ou daquele sistema político-social e econômico.
Apoiar Cuba, significa apoiar a luta de um povo, contra a opressão em que sempre viveram, até a Revolução.
Cuba foi por séculos, colônia espanhola, fez revolução para expulsar os espanhois e, quando estava quase por conseguir, foi aceitar auxílio dos EUA e isso, ou seja, esse erro, simplesmente transferiu da espanha para os EUA,o "direito" à exploração.
Cuba expulsou os espanhois e JÁ estava edividada com os EUA, os quais apressaram-se a instalar várias empresas em Cuba e MANIPULAR SEUS GOVERNOS, assim como fazem com o nosso País.
Fidel Castro, advodgado, filho de família rica, era um inconformado com essa situação. Jovem, rebelde e cheio de vontade, conseguiu arregimentar aproximadamente 100 homens e tentou tomar Cuba das mãos dos EUA.
Morreram quase todos, muitos tiveram seus olhos arrancados em tortura, Fidel ficou preso por 22 meses e, com uma mobilização mundial, inclusive junto à ONU, Fidel consseguiu anistia.
Exilado, foi para o México onde conheceu Che Guevara, fizeram nova revolução, milhares morreram e, conseguiram a vitória.
Os problemas de Fidel começaram aí. Teve que começar um processo de educação e agricultura mun país completamente arrasado pela exploração, defender-se novamente na linha de frente de guerra, das investidas estadunidenses e fazer sua política internacional, num mundo ameaçado e vigiado pelo boicote EUA.
Numa verdadeira luta contra a covardia mundial, Cuba passa por décadas de boicote e se supera, ano-a-ano.
Fidel dá direito a alguém assumir seu lugar? Não, não dá! Mas eu pergunto: Pra que? ou pra queM?
Algum vendido aos EUA? Ou alguem que ainda se venderá?
Não é tão simples assim... Existe uma rede de informação e corrupção que produz, terroristas, traidores,e também muitos descontentes. Chamas-se CIA.
Essa organização criminosa tentou comprar Fidel Castro, por diversas vezes e, não conseguindo, tentou matá-lo, outras tantas vezes.
Tentaram comprar o Che também... Utilizan-se de uma Base militar em Guantanamo/Cuba, ocupada em condições pouco nóbres e, dali, tentam iludir os cubanos, tentam incitar os cubanos contra Fidel, tentam passar a imagem de que os EUA são o paraíso e mesmo assim, não conseguem NADA a mais de 45 anos.
Pra que Fidel vai convocar eleições presidenciais? Para entregar o país? Nós não podemos esquecer que desde 1959, ano em que os Revolucionários tomaram o poder do ditador de plantão dos EUA, Fulgêncio Batista, passaram-se 48 anos. De lá pra cá, o Brasil já teve 9 presidentes e o Brasil, que é um gigante perto de cuba, "vê com desdenha" os números de Cuba, que, inacreditávelmente, fazem vergonha aos brasileiros.
Como se explica isso?
O governo Fidel Castro é voltado literalmente à igualdade e à honestidade. Seriedade, é consequência disto...
Abraços  | Dificilmente outra pergunta feita a qualquer cubano na Ilha, independente de sua integração política, idade, sexo, raça ou nível cultural, poderá ter uma resposta tão rápida e clara como a de ?Quem manda em Cuba??. Todos, sem exceção, responderão: ?o kamarada Fidel?. Se em seguida for feita uma outra pergunta: ?E depois de Fidel?? Novamente, sem titubear, a resposta será unânime: ?Raul Castro?. Porém, se a curiosidade se estendesse mais além dessas duas primeiras perguntas, as respostas seriam, certamente, diferentes e, em muitos casos, não haveria resposta nenhuma.
O fato resulta de que é verdadeiramente difícil encontrar em qualquer sociedade contemporânea uma acumulação de Poder tão absoluta sobre a vida e as pessoas de um país como a que existe em Cuba, exercida por Fidel Castro, em uma forma total e situada em clara herança ao seu já definido sucessor, el hermanito Raul.
Isso ocorre desde janeiro de 1959, quando do ascenso de Fidel ao Poder. Atualmente los hermanos ocupam os seguintes cargos: Fidel Castro ? Primeiro-Secretário do Partido Comunista Cubano, único no país; presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros, máximas instâncias de governo; comandante-em-chefe das Forças Armadas. Raul Castro ? Segundo-Secretário do Partido Comunista Cubano; vice-presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros; ministro das Forças Armadas Revolucionárias.
Todavia, apesar dessa concentração de Poder, são necessárias instituições para organizar o funcionamento de uma sociedade e as mesmas têm que ser dirigidas e controladas por distintas pessoas. Embora essas instituições careçam de uma independência real e sua principal função seja garantir e controlar o cumprimento das diretrizes do ?el comandante?, os homens que estão à frente das mesmas compartilham, de alguma forma, o Poder em Cuba, seja pela confiança neles depositada, seja pela importância da atividade que desempenham.
É importante conhecer esses detalhes para entender adequadamente o funcionamento da sociedade cubana, tendo em conta o excepcional fenômeno de centralização da autoridade que a caracteriza durante os últimos 45 anos.
O esquema organizativo do Estado cubano descansa sobre os seguintes componentes: o Partido (com inicial maiúscula), as Forças Armadas, a Segurança do Estado, e a Administração.
Como em todo regime marxista, o papel preponderante está nas mãos do Partido Comunista. Mesmo nos aspectos econômicos e sociais o Estado cubano é totalmente subordinado à estrita observância dos fundamentos políticos que garantam a manutenção da estrutura orgânica de Poder. Por isso, os partidos comunistas nos países com sistemas marxistas criam uma poderosa estrutura que dirige e controla rigidamente o funcionamento de todas as instâncias governamentais, militares e sociais. O Partido Comunista Cubano conta com cerca de 60 mil funcionários profissionais, totalmente dedicados à atividade partidária e com 600 mil militantes.
O sistema cubano não é uma exceção a essa regra. É parte dela em sua forma mais estrita, e essa regra conduz a outro fenômeno: todos os aparatos governamentais, militares e sociais estão em mãos de militantes do partido. Com isso, o partido não apenas garante sua hegemonia como também tem seus membros nomeados em todas as posições importantes do país.
As Forças Armadas e a segurança do Estado constituem os escalões que garantem a estabilidade do sistema através da repressão. Apesar da constante retórica dos principais dirigentes cubanos, o aparato militar cubano não tem como primeiro objetivo salvaguardar a soberania nacional de uma possível agressão. Os verdadeiros objetivos do Exército, Marinha e Aeronáutica são contar com uma força própria que não permita a oposição interna e apoiar as pretensões de liderança mundial do kamarada Fidel, não só com retórica e ideologia, mas também com um poder militar real.
A Segurança do Estado, por sua vez, tem a função de estruturar e manter o Estado Policial na sociedade cubana.
Por último, a Administração é encarada por Fidel como um mal irremediável, uma vez que nem ainda no caótico e instável sistema administrativo cubano é possível prescindir de instituições que controlem os detalhes das múltiplas atividades que uma sociedade requer para subsistir. Suas funções, embora imprescindíveis e importantes, estão muito limitadas pelo voluntarismo e a centralização das decisões por parte de Fidel, pelo estrito controle que sobre elas exerce o partido, bem como pelo obstáculo que representa a força repressiva do Exército e da Segurança do Estado.
A estrutura do Partido Comunista Cubano para dirigir toda a sociedade é composta pelas Organizações de Base nos locais de trabalho; elas se subordinam ao Comitê do partido no município que, da mesma forma, se subordinam aos Comitês Provinciais. Esse princípio de subordinação territorial debilita sensivelmente a autoridade dos aparatos administrativos, face ao tremendo poder que o partido acumula territorialmente.
Acima dos Comitês Provinciais o partido conta com o Comitê Central, atualmente composto por 150 membros, que representa a elite da organização partidária. Todavia, o Comitê Central, em Cuba, não é mais do que uma instância de legalização das decisões da equipe dirigente do partido, que se concentra no Birô Político, principal nível de direção do país, atualmente composto por 24 membros eleitos entre os membros do CC. Não existem decisões de transcendência em Cuba que não sejam adotadas pelo Birô Político, embora formalmente existam o Conselho de Estado, o Conselho de Ministros e a Assembléia Nacional do Poder Popular como autores das mesmas. Por não existir atividade privada, seu poder e controle sobre a sociedade são totais.
O Secretariado é a instância de direção operativa do partido. Seus membros são os que dirigem, controlam e supervisionam a atividade do dia-a-dia do partido e, devido a isso, concentram uma parte importantíssima de poder nas estruturas cubanas. Pode ser dito que o Secretariado é o Estado-Maior do partido e todas as decisões de importância passam por ele, mesmo quando necessitem de aprovação do Birô Político.
No Secretariado estão representadas todas as atividades do país. Com exceção dos Primeiro e Segundo Secretários ? Fidel e Raul ? todos os demais membros, nove no total ? eleitos entre os membros do Birô Político - são profissionais do partido e dele recebem seus salários. Suas tarefas são as seguintes: 1. organização e controle da atividade partidária; 2. propaganda ideológica; 3. relações exteriores; 4. atividades militares e de segurança; 5. economia; 6. agricultura e açúcar; 7. indústria e consumo e serviços à população; 8. construções, transportes e comunicações; 9. educação, esportes, ciência e cultura.
Assim, para todas e cada uma das atividades de administração do Estado existe uma contrapartida do partido. Esse paralelismo torna complexa a determinação dos personagens que realmente compõem a elite do Poder.
O Comitê Central possui também equipes de trabalho regular do aparato central do partido. São os Departamentos, que controlam e supervisionam totalmente a atividade partidária, bem como a das Organizações de Massas, dos Ministérios e demais instituições governamentais. São o ponto de contato regular do trabalho territorial do partido com os máximos níveis de direção. Respondem diretamente ao Secretariado, funcionando, na prática, como uma dependência dele.
Atualmente, são 20 os Departamentos: 1. Administração e Serviços; 2. América; 3. Assuntos Gerais; 4. Construções; 5. Cultura; 6. Educação, Ciência e Esportes; 7. Militar; 8. Organizações de Massas; 9. Orientação Revolucionária; 10. Saúde Pública; 11. Agricultura e Alimentação; 12. Assuntos Religiosos; 13. Açúcar; 14. Consumo e Serviços; 15. Econômico; 16. Indústria Básica; 17. Organização; 18. Órgãos Judiciais; 19. Relações Exteriores; 20. Transportes e Comunicações.
O Departamento América é o órgão de Inteligência do Comitê Central do partido.
Essa estrutura do Comitê Central se repete, aproximadamente da mesma forma, em todas as Províncias e Municípios, completando assim o esquema de paralelismo do aparato do partido em todas as atividades e em todos os níveis do país.
Além de todos esses órgãos que se multiplicam e se superpõem, existem também, vinculadas à estrutura partidária, a organização política juvenil e as organizações de massas.
A organização política juvenil é representada pela União de Jovens Comunistas, que aglutina militantes dos 14 aos 30 anos, cujas funções estão limitadas a cumprir estritamente as diretrizes dos velhos kamaradas. Normalmente, seu Secretário-Geral é membro do Comitê Central.
As Organizações de Massas têm como princípio básico o controle de toda a população e fazer-lhe chegar as mensagens políticas do Comitê Central. Em Cuba, o Partido Comunista trabalha com um princípio de alta seletividade para integrar suas fileiras. O partido exige de seus militantes provas evidentes de total fidelidade e obediência ao sistema, mesmo princípio aplicado aos membros da União de Jovens Comunistas. Esse princípio deixa uma grande parte da população à margem da férrea disciplina partidária. E para isso existe o sistema de Organizações de Massas, que está concebido e está estruturado de forma a que, para escapar do mesmo, seja necessário assumir uma posição claramente hostil ao regime, o que deixa o presumível rebelde em uma situação de total desvantagem dentro da sociedade e pode trazer conseqüências perigosas à liberdade. São 7 as principais Organizações de Massas: 1. União de Pioneiros de Cuba (UPC); 2. Federação de Estudantes do Ensino Médio (FEEM); 3. Federação de Estudantes Universitários (FEU); 4. Central de Trabalhadores de Cuba (CTC); 5. Comitês de Defesa da Revolução (CDR); 6. Federação das Mulheres Cubanas (FMC); 7. Associação Nacional de Agricultores Pequenos (ANAP).
As Organizações de Massa não têm independência política e estão diretamente subordinadas ao partido, atuando como caixas de ressonância do mesmo, com o único e fundamental objetivo de controlar que toda a população se subordine e cumpra rigorosamente suas diretrizes.
Como é fácil imaginar, não é possível a quem quer que seja ser uma figura destacada em Cuba se não tiver uma posição importante dentro do partido. Segundo essa linha de pensamento, uma conclusão se impõe: QUEM MANDA EM CUBA é a elite do Poder, que se encontra nas máximas instâncias do partido: o Birô Político e o Secretariado. O restante obedece.  | Sr. Anticomunista
O que te faz pensar que Cuba estaria em melhores condições, se o "camarada Fidel" mudasse o regime para democrático?
O que te faz pensar que fazendo rodízio de mandatários o País se desenvolve e melhora a situação de sua gente?
Seu artigo quer parecer inteligente, porém você não faz nenhuma referência aos NÚMEROS de Cuba.
Voce ignora propositalmete todos os avanços conseguidos por aquele País e todas as dificuldades covardemente impostas pelo sistema que você defende.
Você fala de problemas que uma pequena nação, limitada geográfica e políticamente, através do boicote, enfrenta de cabeça erguida há décadas.
Quero que você cite algum país capitalista pobre, que tenha extinto o analfabetismo. Vc conhece?
Quero que vc cite algum pais capitalista pobre que tenha curso superior gratuito para todos. Vc conhece?
Quero que vc cite algum país capitalista RICO OU POBRE, que tenha experimentado o desenvolvimento humano em tão curto espaço de tempo.
Quando Cuba foi devolvida aos cubanos pelos revolucionários, aquele era um País de famintos, camponeses e miseráveis.
Quero que vc responda por que os EUA, com todo seu poderio financeiro é obrigado a admitir que a medicina cubana é a melhor do mundo.
Acredito que vc tenha motivos para temer uma revolução como a cubana, mas não deixe transparecer tanto...  |
(((("Segundo essa linha de pensamento, uma conclusão se impõe: QUEM MANDA EM CUBA é a elite do Poder, que se encontra nas máximas instâncias do partido: o Birô Político e o Secretariado. O restante obedece."))))
Ótimo, assim, se tiver algum ladrão, ele vai logo pro paredão. Diferentemente daqui, onde tem tantos picaretas na política e ninguém vai em cana.
Aqui o governo é CONDUZIDO por: Banqueiros, grandes empresáros, investidores(especuladores), traficantes, políticos ladrões e corruptos e pelo FMI. É ou não É?
 | Acreditar que nas maravilhas da educação e da saúde em Cuba significa acreditar na propaganda de um estado totalitário e de uma ideologia sedutora. O "fantástico" sistema de saúde cubano reduz-se a uma multidão de médicos ganhando 20 dólares por mês, sem medicamentos e sem aparelhos, exceto para quem paga em dólar. Em Cuba qualquer um pode ter curso superior? Realmente, qualquer um pode se formar engenheiro e depois trabalhar como mecânico enquanto sonha com um emprego de mensageiro em um hotel.
E quanto ao comentário do Zé, lhe digo uma coisa: ao longo destes anos, uma coisa ao menos mudou no discurso de vocês: no tempo da ditadura militar, vocês disfarçavam sua luta como sendo em prol da redemocratização, e hoje atacam frontalmente a democracia, que chamam de "burguesa" e tipificam-na como regime intrinsecamente corrupto. Ao menos ficaram mais sinceros.  | Tenho uma duvida e quem sabe ela seja esclarecida aqui : Este tal respeito a soberania Cubana que os lambe botas do ditador assassino Fidel ( ou será que vamos brincar de chama-lo de democrata e humanista ? ) estão exigindo , seria um respeito assim do tipo não treinat nem aparelhar , nem dar ajuda financeira a guerrilheiros como Cuba fez dos anos 50 aos 70 na América Latina ? Este tal respeito seria assim do tipo , não enviar tropas nem apoio logistico a paises estrangeiros como cua e a URSS fizeram na propria Cuba , no Brasil , no Chile , em Angola , em El Salvador e por ai vai ? Este respeito a soberania seria algo como não interferir politicamente , militarmente e financeiramente em paises estrangeiros assim como faz Chavez na Bolivia , no Equador , na Colombia , na Argentina e em El Salvador ? Sei lá , to meio confuso , acho que pirei . Para mim , parece que tudo aquilo que os esquerdistas criticam com relação aos EUA e chamam de execravel e inaceitável , imoral de repente é aceito e normal quando efetuado por governos de esquerda . Faz sentido ?? Rsrs.  | Façam as seguintes perguntas a cada um desses que assinaram o manifesto: a)Eles deixariam seus países onde o sistema político é a democracia "burguesa" para viverem em Cuba? (Não vale passar férias a convite). b)Depois de se mudarem para Cuba, pergunte a eles se teriam coragem de discordar da ditadura do "el Comandante"?
Caso as repostas para as duas perguntas forem um NÃO, então vocês já podem tirar suas conclusões. Até um chimpanzé entenderia a hipocrisia existente por detrás desse NÂO.  | Sr ANTICOMUNISTA
O Sr citou o salário de um médico cubano, mas o Sr. não citou o CUSTO DE VIDA de um cubano!
Por que?
Por que o SR. não diz quanto custa a Saúde em Cuba?
Por que o SR. não diz quanto custa a Educação em Cuba?
Por que o SR. não diz quanto custa O Transporte em Cuba?
Por que o SR. não diz quanto custa a Cesta Básica em Cuba.
Por que o Sr. não diz qual é o imposto pago pelos brasileiros?
O Sr. não imformou que aqui no Brasil, dos 12 meses trabalhados o brsileiro gasta 4 SÓ PARA PAGAR IMPOSTOS E TARIFAS.
POR QUE O SR. NÃO DIZ ISSO TAMBÉM?
hehehehehe Olá anticomunista
O que você acha da SEGURANÇA EM CUBA?
Lá tem vagabundo cobrando pedágio do povo?
Voce parece gringo... ou marajá...
Querem fazer em Cuba o mesmo que fizeram no Iraque. Não vão conseguir. Já foram derrotados na Baia dos Porcos. Dá pra ver de que lado você está. Os Estados Unidos podem financiar as ditaduras militares, Cuba não pode financiar as guerrilhas. Engraçado, né Vitor! É assim que percebemos de que lado as pessoas estão. Tolinho , eu até entendo as tuas limitações adolescentes e o quanto voce se sente mais machinho na tua infantil postura . Eu não sou a favor de nenhum tipo de intervenção externa , de qualquer tipo, de qualquer pais . O que eu critico é justamente esta tua postura parcial de sómente se indignar por atos de paises não alinhados com a tua ideologia , e fechar os olhos para o inverso . Agora tira esta cuequinha do He Man e vai arrumar o teu quarto que ta uma bagunça .  | Vitor, agora falando sério. Vitor, você como um defensor do capitalismo, não sei se você percebeu, mas menos de vinte anos depois da queda do Muro de Berlim, a conjuntura mudou - em tão curto período histórico. Você não percebeu que o teu sistema fracassou novamente? Não percebeu? Então, meu caro, o negócio é o seguinte: você como um defensor do capitalismo, não deveria perder tempo aqui escrevendo asneiras, deveria tentar apontar uma solução para salvar o teu sistema, pois a nós cabe apenas ficar atrás da moita esperando vocês mesmos enfiar os pés pelas mãos. E não é que estão enfiando os pés pelas mãos?! Até os russos - em tão curto período - já estão com saudade da antiga burocracia soviética ( http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2005/dez/21/188.htm). Não porque aquilo era bom, mas porque o teu capitalismo é pior. Então, meu caro, aponte uma solução para tentar salvar o teu regime.  | Ahn, agora segundo vc eu sou um defensor ferrenho do capitalismo ? Voce é patético cara , rotula com a maior facilidade e quando confrontado muda o tema e ainda deve se achar esperto . Mas vamos lá , como voce na sua infantilidade me diverte , continuemos . Infante , quer dizer então que o fato de mais de 50% dos russos terem saudade da burocracia comunista é uma constatação de que o capitalismo falhou ? Rsrs , magnifico argumento hein ? Deve ter demandado horas de pesquisa , estudo e analise . Como voce citou a queda do muro de Berlin vou contar uma historinha pra voce : 3 meses depois da queda do muro de berlin , eu atravessei a antiga fronteira e fui a Alemanha Oriental por questões profissionais . Eu não sei o quanto voce conhece o povo da Alemanha Ocidental ( a que não era comunista , ok ? ) ? Mesmo após a perda da guerra , oa alemães ocidentais não perderam nem a sua arrogancia , sua prepotencia e a forma agressiva de interagir com os outros . Muito bem , a primeira impressão que tive da alemanha oriental foi estarrecedora . A infraestrutura simplesmente estava em ruinas . Habitações caindo aos pedaços , falta de agua , energia elétrica , gas , tudo caindo aos pedaços , tudo ultrapassado , sem manutenção e ineficiente . Mas o maior choque foi em relação as pessoas . De repente , me vi diante de um outro cidadão alemão e tomei conciencia do que uma ditadura causa a um povo. O alemão oriental não lhe olhava nos olhos , falava baixinho , não confrontava , era de uma passividade impressionante , era um outro povo . As 3 décadas de ditadura comunista deixaram as suas marcas . Hoje em dia , a alemanha oriental já esta quase ao mesmo nivel de infraestrutura da ocidental , a questão de moradia esta resolvida , os beneficios sociais estão igualados e pouco a pouco os dois lados se equivalem . Portanto kiddo , estes são argumentos, fatos e verdades , e não estas tuas baboseiras de saudades da burocracia comunista ou ficar tachando e rotulando os outros daquilo que o teu ego necessita que eles sejam . Desculpe aí pelo banho enão deixe de continuar me divertindo .  | Parabéns Anticomunista pelo texto elucidativo . De forma concisa derruba a maioria dos argumentos com relação ás liberdades e direitos dos cubanos que os seus adeptos tanto afirmam . Agora é só esperar que já já , algum esquerdista vai afrimar que este texto é uma invenção da mídia capitalista , ou que voce é um agente da CIA . É esperar para ver .  | Nossa! O marxismo é responsável pelo fracasso do stalinismo. Meu Deus! Eu não sabia! Ei lí e relí o marxismo e aqueles regimes não apresentam nenhuma, olhe bem, nenhuma característica de socialismo. Sendo assim, acho que vou culpar cristo pela inquisição. Será que Cristo foi culpado pela inquisição? E quanto à Rússia, você não me respondeu sobre o fato da maioria estar com saudade da antiga burocracia soviética. Viu só meu caro? O capitalismo é tão bom, que em tão curto período, os russos já querem aquela burocracia de volta. Eu não idolatro aquele regime, muito pelo contrário, aquilo era ruim, mas o capitalismo consegue ser tão bom, que o povo russo considera aquela burocracia menos ruim. E isso não é baboseira, isso é fato. Veja: http://www.estadao.com.br/ultimas/mundo/noticias/2005/dez/21/188.htm Mas, acho que você está perdendo seu tempo aqui, pois deveria apontar uma solução para tentar salvar teu regime, como já escreví acima, a nós, cabe apenas ficar atrás da moita esperando vocês enfiar os pés pelas mãos (afinal, já estão enfiando). O caso da Venezuela já não deixa dúvidas quanto à mudança de conjuntura. E a vocês, só lhes resta chorar.  | Nice... Cool. Nice! Nice... Cool. Cool. Sorry :( Nice... Nice! Nice... Sorry :( Sorry :( Sorry :( Cool... Sorry :( Cool... Interesting... Interesting... Cool. Sorry :( Nice! Cool! Cool. Cool... Nice Cool. Cool... Nice! Interesting... Cool... Cool! Nice... Sorry :( Nice interesting interesting interesting Sorry :( Cool. Cool... Cool... Sorry :( Interesting... Cool. Nice! Sorry :( interesting Interesting... Nice! Nice Cool... Nice... interesting interesting Cool! Nice... Interesting... interesting Cool... interesting Cool... interesting Cool... Cool. Interesting... Cool... Cool... Sorry :( Nice! Nice! Nice Nice! Nice! Interesting... Nice! Cool... Cool! Interesting... Nice! Sorry :( Nice... interesting Nice Cool! Cool. Cool. Interesting... Sorry :( Nice... Cool! Cool... Interesting... interesting Sorry :( Cool! Cool. Interesting... Nice! Cool... Nice! Interesting... Cool... interesting Sorry :( Nice Cool! Sorry :( Cool... interesting Nice
|