| Mocambo Cultural articula com GEPIAA e Amazônia Negra Por Prof. Chiquinho 17/07/2008 às 23:30 O Mocambo Cultural-Coletivo de Cultura e Articulação Afrodescendente, de Rondônia,recebeu apoio da Rede Amazônia Negra,no processo de construção de uma parceria com o GEPIAA-Núcleo de Estudos Africanos e Amazônicos da Universidade Federal de Rondônia, para apoio ao projeto do Prof. Dr. Marco Teixeira para implantar curso de Mestrado e Doutorado em estudos africanistas na UNIR, com convênio com universidades africanas e brasileiras, como USP, UFBA e outras.
 O Mocambo Cultural-Coletivo de Cultura e Articulação Afrodescendente, de Rondônia,recebeu apoio da Rede Amazônia Negra,no processo de construção de uma parceria com o GEPIAA-Núcleo de Estudos Africanos e Amazônicos da Universidade Federal de Rondônia, para apoio ao projeto do Prof. Dr. Marco Teixeira para implantar curso de Mestrado e Doutorado em estudos africanistas na UNIR, com convênio com universidades africanas e brasileiras, como USP, UFBA e outras.
Email:: professorchiquinho@yahoo.com.br >>Adicione um comentário Estes movimentos afros, e, sobretudo suas ações, deveriam ser melhor divulgadas, pois a visibilidade deste seguimento social, primordial para a construção da sociedade e da nacionalidade brasileiras,é também uma ação afirmativa. Rosemeire Solemar Coordenadora do Fórum Cultural Local de Porto Velho-Rondônia/Amazônia Brasil   | Gostei da foto colocada pela Rosemeire, em seu comentário, pois me lembrou de uma boa discussão que ocorreu em uma revista eletronica - STUDIUM -, que tratou da representação imagética da africanidade, com ênfase em um estudo, digamos, de caso, no Brasil.Essa imagem, da Mulher negra, e de uma escultura, outra linguagem, me remete a um Remix feito pelo próprio Coletivo Mocambo Cultural,ou melhor, por alguém desse Coletivo, que não quer ser Poeta, não quer ser artista, e, sobretudo, não quer ser conhecido, mas que traz uma questão interessante, da estesia e estética afros. E linkando uma coisa com a outra, o comentário de Rouse, sobre visibilidade, e a arte como instrumento de cidadania e de luta por memória, identidade e igualdade, é que dou continuidade a este diálogo, com uma outra imagem que, intertextualmente, diz da poética e da luta dos filhos da Diáspora Africana, na Amazônia.   | Eu acho que muita gente não sabe, ou não presta atenção que o Mocambo Cultural, não é apenas um Coletivo de articuladores, colaboradores,ativistas independentes, de afro-descendentes e ou pelos afro-descendentes.Que este tem outra proposta tão importante quanto ésta, que é fazer arte,ou melhor, experimentar arte em todas suas formas africanas, africanistas e/ou africanizadas.E que esta arte mocambeira,além de propor estéticas e fruições de raízes ou referências e correntes artísticas, também, as vezes, foge da arte pela arte, e se torna política, em sua forma mais contemporânea, ou seja, faz guerrilha cultural e disputa nos micros espaços de poder.Como diria o Prof.Clodomir Monteiro, fugindo do tal do empoderamento - americanizado -,este fazer artístico mocambeiro ou esta arte mocambeira,também visa uma "nova alforria".Em "outras palavras" este comentário se completa com este remix mocambeiro, em poesia>           Faltava uma poesia no Remix Mocambeiro - "EU SOU"  Foi anunciado que sairia a poesia "Eu Sou", da coletânea "Remix", da Identidade afrobrasileira,no entanto, porém,até agora não havia sido publicado. Então, aí vai>  Eu Sou
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