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| | Acupuntura funciona? Por Dr Renato Sabbatini - UNICAMP 06/02/2004 às 22:09 Em geral, estudos metodológicos mais bem feitos mostram que a acupuntura não tem nenhum efeito superior ao placebo em dores crônicas das costas, cessação de tabagismo, perda de peso e apetite e doenças reumáticas. Parecem ter algum efeito em dores agudas de dente, dores de cabeça e dores causadas por disfunções da articulação temporo-mandibular, mas não são efeitos fortes (poderiam ser causados por outras coisas além das alegadas pelas bases teóricas alegadas para a acupuntura).  . Um dos temas recorrentes em minha coluna de ciência no Correio Popular tem sido a chamada medicina alternativa (ou medicina complementar, um termo que foi inventado para dar uma conotação mais "oficial" e séria, desvinculando algumas correntes do charlatanismo rampante que assola a área?). Não é segredo para ninguém que me lê regularmente que tenho assumido sistematicamente uma postura crítica, contestando as bases científicas dessas práticas, como são alegadas por seus numerosos defensores. Aliás, minha série de artigos sobre a homeopatia e outras medicinas alternativas (que podem ser encontrados no site www.ceticos.org) causaram uma grande polêmica em 1998, e até virou tema de uma tese acadêmica, defendida pelo jornalista campineiro Valdir Gomes, no curso de pós-graduação em jornalismo científico da Universidade Metodista de São Paulo. Agora chegou a vez de examinarmos a acupuntura, por insistência e pedido de vários leitores. Acupuntura, como os leitores certamente sabem, é uma prática médica milenar, de origem chinesa, e que consiste de realizar estimulações nervosas através de agulhas inseridas na pele, pressão com os dedos ou outros instrumentos (acupressão), ou por pequenas mechas em brasa (moxibustão). O princípio da acupuntura é o mapeamento de determinados pontos-chave na superfície do corpo, que fariam parte de um sistema de fluxo energético do organismo, derivado da famosa dupla ying/yang de energias antagônicas. Cada ponto, quando estimulado pelas técnicas descritas acima, causaria um determinado tipo de efeito, sobre um órgão, sistema ou região do corpo. Por exemplo, quando o dentista tradicional chinês deseja anestesiar a região da maxila, para efetuar uma extração dentária, ele estimula pontos localizados próximos ao pulso, que segundo a teoria da acupuntura, é o ponto relacionado da linha energética.
A acupuntura foi "redescoberta" pela medicina ocidental na década dos 70s, quando a filosofia oriental foi apropriada pelos hippies e outros movimentos sociais alternativos em rebeldia contra o "establishment" americano responsável pela Guerra do Vietnã. Dezenas de milhares de praticantes alternativos e até médicos realizaram visitas para aprender as técnicas chinesas de acupuntura. O governo chinês, naturalmente tomado de grande zelo patriótico e propagandístico, inundou o ocidente com vídeos de pessoas fazendo cirurgias imensas, parto cesariano, etc., sob anestesia supostamente realizada por acupuntura.
Na China e em outros países orientais, a acupuntura faz parte de uma extensa cultura tradicionalista, que envolve muitos aspectos da sociedade e de sua história e organização. Portanto, faz sentido lá. Mas, transplantada para o ocidente unicamente como mais uma técnica de diagnóstico e tratamento, ou seja, como uma espécie de "bala mágica" para os milhões de pacientes desencantados com a ineficácia e a agressividade da medicina curativa ocidental, ela se descaracterizou.
Vem então, naturalmente, a pergunta (tipicamente ocidental: um chinês jamais faria essa pergunta): a acupuntura funciona? E porque funciona, ou seja, qual é o seu mecanismo de ação? A medicina ocidental então passou a examinar as alegações extraordinárias da medicina tradicional chinesa sobre o poder curativo da acupuntura. Em muitos casos, constatou que, aparentemente, ela funciona razoavelmente bem para diminuir alguns tipos de dores. Mas só isso. Rejeitou como não comprovada a imensa maioria das alegações de eficácia de tratamento para outras coisas.
Só para o leitor ter uma idéia, a Associação Médica Brasileira de Acupuntura (www.amba.org.br) coloca em seu site e folhetos uma lista das doenças para as quais a acupuntura seria capaz de curar: doenças respiratórias, bronquite, asma, rinite, sinusite, faringite, cálculos renais, inflamação renal, incontinência urinária, prostratite, cistite, impotência, frigidez, cisto de ovário, mioma, TPM, menopausa, andropausa, varizes, flebite, arritmia simples, anemias, seqüelas de derrames cerebrais, reabilitação do infarto e hipotensão, doenças do aparelho digestivo, hepatite C, diarréia, vômito, enjôos, úlcera, gastrite, colite, hemorróidas, prisão de ventre, vesícula biliar "preguiçosa", insuficiência hepática, cirrose, doenças reumatológicas, lesões esportivas, artroses, artrite, psoríase, vitiligo, esclerose múltipla, dor ciática, síndrome túnel carpeana, lesões por esforços repetitivos, seqüelas de derrames, neurites, nevralgias, paresias, paralisias, traumatismos crânio-encefálicos, caimbras, enxaquecas, dores de cabeça, mal de Alzheimer, depressão leve e moderada, esquizofrenia, ansiedade, stress, insônia, irritabilidade, medos, fobias, nervosismo, preocupações, tristeza e melancolia. Ficaram famosos, também, os usos da acupuntura para parar de fumar (ponto na orelha), largar drogas de adição, e emagrecer (inibição do apetite).
Evidentemente, é uma lista difícil de acreditar. Toda vez que uma medicina alternativa qualquer propõe ser eficaz, com um único procedimento, contra uma gama tão ampla de doenças, com origens tão diferentes, isso geralmente cheira a curandeirismo sem bases científicas.
No Brasil, a acupuntura é reconhecida como especialidade médica, conforme deliberação do Conselho Federal de Medicina (Resolução Normativa 1455/95). Atualmente é utilizada em escala ainda relativamente modesta, principalmente para doenças osteomusculares e dores crônicas. De acordo com o Prof. Ysao Yamamura (chefe do Setor de Medicina Chinesa e Acupuntura da Escola Paulista de Medicina, uma das únicas faculdades de renome a abrigar essa especialidade), ?o reconhecimento da acupuntura como especialidade médica abriu novas perspectivas para o profissional que procura essa especialização. Os cursos puderam ser ministrados em universidades, e os seguros de saúde e os convênios particulares passaram a cobrir as despesas com o tratamento?.
É um bom negócio, sem dúvida, pois uma única aplicação custa entre 50 a 180 reais. Geralmente são necessárias dez ou mais aplicações. Hoje, existem cerca de 80 serviços espalhados por quase todos os estados do país, com um atendimento médio de 12 mil consultas por mês. Ainda são poucos os convênios que pagam essa prática, no entanto. Logo, a maioria dos pacientes é particular (uma raridade nos consultórios médicos...).
Mas será que a acupuntura tem efeito mesmo? Para dar um embasamento mais cientifico ao debate, eu fiz uma pesquisa no MEDLINE, que é a base de dados bibliográficos mais séria da medicina. Procurei especificamente por análises da eficácia da acupuntura em quatro áreas: doenças osteomusculares, algias crônicas e agudas (dores), cessação de tabagismo e perda de peso e apetite. No meu site (www.nib.unicamp.br/recursos/acupuntura), os leitores mais curiosos poderão achar um resumo das conclusões dos estudos mais sérios, bem como as respectivas referências bibliográficas.
Resumindo, a conclusão é a seguinte: os resultados de pesquisas médicas sobre a acupuntura são contraditórios, e dependem muito da qualidade do estudo e da tendência pessoal dos pesquisadores. Em geral, estudos metodológicos mais bem feitos mostram que a acupuntura não tem nenhum efeito superior ao placebo em dores crônicas das costas, cessação de tabagismo, perda de peso e apetite e doenças reumáticas. Parecem ter algum efeito em dores agudas de dente, dores de cabeça e dores causadas por disfunções da articulação temporo-mandibular, mas não são efeitos fortes (poderiam ser causados por outras coisas além das alegadas pelas bases teóricas alegadas para a acupuntura).
Mas quais são essas bases? Evidentemente, não pode ser o que a medicina tradicional chinesa explica. Vejam essa ?explicação? dada por um especialista da Associação Médica Brasileira de Acupuntura para o tratamento da doença do pânico:
"Retiramos o fogo do coração, em excesso, e as mucosidades. Normalmente, os pacientes estão com aumento do Yang, que deve ser diminuído. As mucosidades devem ser restringidas, porque obstruem os orifícios e impedem a subida do Shen do coração. Deve-se fazer os pontos do coração, todos aqueles ligados ao fogo, ao Yang. O tratamento do pânico e da ansiedade envolve uma síndrome de deficiência de Qi do coração, que deve ser tonificado. Também o Yin deve ser aumentado. E limpa a estase sanguínea do órgão. O rim precisa ser tonificado?. Do ponto de vista científico não faz o menor sentido, pois a síndrome do pânico é uma doença mental, e que, portanto, tem seus mecanismos mediados pelo sistema nervoso, e não pelo coração. Estase sangüínea e os rins também não têm nada a ver com ela. Na maior parte, são conceitos anteriores a Aristóteles, que já foram amplamente refutados pela ciência. Portanto, se existe algum efeito, a explicação deve ser outra. A ciência experimental pode ter achado algumas pistas importantes. Eu fui durante muitos anos docente do Departamento de Fisiologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP, uma entidade que dispensa explicações, por sua seriedade. No meu departamento, a Dra. Maria Carmela Lico (já falecida), uma neurofisiologista reconhecida internacionalmente, chegou a fazer alguns experimentos de acupuntura em cobaias (inibição de reações comportamentais à estimulação elétrica dolorosa da polpa dental). Funcionava bem, ou seja, era estatisticamente significativo, e objetivamente demonstrável. Posteriormente, com outro pesquisador do Departamento de Farmacologia, a Dra Lico demonstrou que o efeito era mediado por um transmissor polipeptídico isolável do plasma das cobaias. O isolado era capaz de reproduzir os efeitos sem a estimulação elétrica. Mais tarde chegou-se à conclusão que era uma substância da classe das endorfinas, que são uma espécie de analgésico natural fabricado internamente em nosso cérebro. Aliás, essa é base mais alegada para os efeitos da acupuntura sobre as dores. Mais recentemente, trabalhos como esse foram muito criticados, por representarem efeitos inespecíficos dos mecanismos fisiológicos da dor, e praticamente sumiram da literatura científica séria.
Em suma, para um médico sério que deseja estudar e usar a acupuntura, existe um risco grande de credibilidade. Muitos são acusados, até, de serem charlatães. A palavra charlatão vem do italiano,?ciarlatano?, que significa ?vendedor, em lugares públicos, de drogas cujas virtudes apregoa exageradamente; aquele que explora a boa-fé do público; impostor; mau médico.? É exatamente aqui que a coisa pode pegar. A resolução do CFM e o reconhecimento oficial da acupuntura como especialidade médica pela Associação Médica Brasileira afasta esse perigo imediato. Mas não o protegem, se o médico acupunturista resolver utiliza-la como panacéia, ou seja, uma cura para muitos males para os quais não existe comprovação científica.
Publicado em: Jornal Correio Popular, Campinas, 25/7/2001 e 3/8/2001.
neurofisiologista Renato Sabbatini, da Unicamp
URL:: http://www.nib.unicamp.br/recursos/acupuntura/ >>Adicione um comentário Há 4000 anos a acupuntura funciona.
E a medicina ocidental ?
Os índios brasileiros, pajés, utilizavam espinhas secas ao sol, em pontos do corpo que podem ser os mesmos da Tradicional Medicina Chinesa.
Como podemos ver também há uma tradicional nacional de prática de Medicina Energética nos trópicos antes dos europeus aportarem por aqui, com suas religiões,ciências e doenças.
A acupuntura continua funcionando. Esse texto parece ser coisa de estudo "pau-mandado",cientistas a serviço do lucro dos poderosos laboratórios alopatas ocidentais. Eu acho que funciona e você o que acha ?
Sei lá...  | O fato da acupuntura se tornar especialidade médica no meu entender possui algumas importantes conseqüências, uma delas é o estudo do funcionamento ou não das terapias, e caso funcionem haverá a pesquisa dos reais princípios. Toda prática de medicina tradicional e das medicações alopáticas, são extensamente avaliadas antes de serem distribuídas as populações, e podem ser abolidas mesmo depois de aprovadas e já tendo se tornado prática natural, para isto basta se confirmar que tais procedimentos e remédios não possuem eficácia, a acupuntura enquanto medicina alternativa, não se submete ao mesmo crivo existente na alopatia, mas a partir do momento em que se torna pratica da medicina oficial, estará sujeita a estes exames constantes de eficiência, pode ser que neste sentido a pratica da acupuntura como prática médica tenha um destino curto, ou por outro lado, poderá haver um grande desenvolvimento da medicina ao se adquirir os conhecimentos dos princípios básicos da técnica (desde que funcione é claro) utilizando-os em novas terapias muito mais eficientes que a original provocando um grande avanço em pouco tempo, se comparada a inércia de 4000 anos. Quanto aos resultados poderem ou não ser somente resultado de efeito placebo, eu gostaria de lembrar que hoje para reduzir dores em tratamento dentário, se usa atualmente hipnose que serve para eliminar a necessidade de anestesia. O tratamento de acupuntura tem todo um ritual e dentro deste ritual tem as explicações do terapeuta, se o paciente for suscetível à sugestão (como acontece na hipnose), poderemos ter aí um tipo de hipnose que fará com que seja ligado algum mecanismo que poderia sugerir uma cura, quanto à redução das dores neste caso, evidentemente não seria resultado das agulhas e da terapia em si, mas sim da atmosfera que envolve a terapia (agulhas, terapeuta, vontade do paciente em crer na cura, explicações, etc..). Em 1939, um cirurgião chamado Feischi desenvolveu um procedimento cirúrgico para angina de peito (dor no peito, normalmente causada por problemas cardíacos). A cirurgia se baseava na idéia de que se o fluxo de sangue para o miocárdio pudesse ser aumentado, então os sintomas da angina diminuiriam, então chegou à conclusão que se ligando a artéria mamária interna aumentaria o fluxo de sangue no miocárdio. Os resultados deste procedimento foram muito favoráveis, sendo que entre 75 e 80% dos pacientes informavam melhora ou diminuição dos sintomas. Mas o que isto tem a ver com acupuntura? Vinte anos depois de criada a cirurgia, o The New England Journal of Medicine (NEJM) publicou os resultados de uma pesquisa onde foram feitas cirurgias placebo de ligação de artéria mamária interna, 8 entre 17 pacientes, fizeram a operação normal, os outros 9 foram anestesiados e foram feitas incisões e nada mais. As falsas operações tiveram o mesmo resultado das verdadeiras e então a pratica de cirurgia de ligação da artéria mamária foi abandonada. Qual então é a conclusão ? A principal é que se fortes dores peitorais (angina) podem ser curadas somente através do efeito placebo com um grau muito considerável de sucesso, porque que algumas dores menos agudas não poderiam sofrer o mesmo efeito? Na verdade na cirurgia citada, as pessoas se ?curaram? através da crença no rito médico em uma espécie de auto-hipnose. Isto dá para concluir que existem fortes indícios de que o efeito placebo pode ser o componente principal nos casos em que a acupuntura aparentemente obtém sucesso. Outra conclusão é que mais dia ou menos dia, da mesma forma em que a técnica de ligação da artéria mamária, a acupuntura será testada e seus resultados poderão fazer que a acupuntura seja definitivamente excluída como forma de tratamento médico. Os artigos no endereços: http://www.hsc.missouri.edu/~shrp/ptwww/courses/assign/turner.html http://www.medicalcrossfire.com/debate_archive/2001/Oct01/Placebo.htm http://www.worldchiropracticalliance.org/tcj/2002/sep/sep2002kent.htm fornecem um caminho bem robusto para entendimento do efeito placebo no tratamento da dor.  | Caro Dr. Renato,
apenas um comentário: a Medicina Tradicional Chinesa talvez possa ser melhor compreendida se adotamos uma posição de respeito à diversidade e humildade científica no sentido de perceber os Saberes tradicionais (no caso da medicina Chinesa, os primeiros textos escritos de sistematização desta Ciência datam de antes de 1.000 A/C)como Sistemas igualmente válidos para a percepção científica do mundo (ciência, arte, filosofia, religião,...formam um Todo Inseparável na concepção da Medicina Tradicional Chinesa).
Uma coisa é certa: os estudos científicos pautados em preceitos biomédicos e mecanicistas serão verdadeiramente limitados para a compreensão ampla da acupuntura ( ainda que suas descobertas possam ser de grande valia para a formatação desta técnica dentro do modo ocidental de pensar a Ciência).
cordialmente,
Pedro Ivo  | ALEMANHA, ARABIA, FRANÇA, ITALIA E RUSSIA. www.psoriase.siteonline.com.br a cura defitiva
ALEMAO
Psoriase, Krankheit, die eine Unbegrenztheit der Leute und bis dann erreicht, hatte, wie unheilbar, zweifellos kommt zu dem Ende, in den Gebirgsstrecken sie Wege, in der Mitte nach Chile, das indische pajé KRENAKORE, Marken einige chemische Vorbereitungen mit Gras der amozonica Flora und des Grases der Gebirgsstrecken, für etwas Arten der Krankheit, in einer dieser chemischen Vorbereitungen, ohne Bezeichnung spezifiziert es, geprüft auf dich verändert die Leute, diese HEILUNG das PSORIASE, ohne Register von dem EFFEKTIV freilegt, welches die Krankheit zurückgebracht ist.
ARABE
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FRANCES SPsoriase, la maladie qui atteint un infini des personnes, et jusque-là, a eu comme incurable, certainement arrive à l'extrémité, dans des gammes de montagne de elles des promenades, à mi-chemin au Chili, le pajé indien KRENAKORE, marques quelques préparations chimiques avec l'herbe de la flore d'amozonica et de l'herbe des gammes de montagne, pour quelques types de maladie, dans une de ces préparations chimiques, sans dénomination il indique, déterminé toi changent des personnes, découvertes ce TRAITEMENT EFFICACEMENT le PSORIASE, sans registre de cela que la maladie est retourné
ITALIANO
Psoriase, malattia che raggiunge un'infinità della gente e fino ad allora, ha avuto come incurable, certamente sta arrivando all'estremità, nelle gamme della montagna di loro camminate, a metà strada nel Cile, il pajé indiano KRENAKORE, marche alcune preparazioni chimiche con erba della flora di amozonica e dell'erba delle gamme della montagna, per alcuni tipi di malattie, in una di queste preparazioni chimiche, senza denominazione specifica, esaminato voi varia la gente, scoperta EFFICACEMENTE quella CURA lo PSORIASE, senza registro da quello che la malattia ha restituito.
RUSSO
Psoriase, ???????, ????????? ???????????? ?????, ? ?? ??? ???, ???? ???????????, ???????, ??????????? ? ?????, ? ?????? ?? ????????, ?? ??????? ????, ????????? pajé KRENAKORE, ?????? ????????? ?????????? ?????????? ? ????? amozonica ????? ? ????? ?????? ???????, ??? ????????? ????? ???????????, ? ????? ?? ???? ?????????? ?????????? ??? ???????? ??????????, ?????????? ??? ??? ???????? ?????, ?????????, ??? ???? ??????? PSORIASE ??? ??????????? ?? ??????? ????????.
 | No caso, conheço pessoalmente o autor. Talvez ele não lembre de mim, pois era aluno de mestrado no centro de engenharia biomédica da Unicamp quando ele montava o hospital virtual do NIB na mesma instituição (departamento inclusive que ele ajudou a fundar)... O prof. sempre enfrentou resistência em virtude do discurso apaixonado... Os comentários do artigo ilustram o fato... :D O ponto que o prof. defende, e é mister na questão, é que o conhecimento científico é a única verdade universal aceita em nossa sociedade e deve ser a base para qualquer recomendação ou política pública. No entanto, isto não impede absolutamente, que múltiplas verdades pessoais sejam respeitadas mutuamente, conforme as liberdades de crença e expressão... A questão é de seu uso no processo decisório de questões de interesse comum... A colocação acima é muito forte, e não é bem entendida, assim como vê-se claramente no comentário do Pedro Ivo: "os estudos científicos pautados em preceitos biomédicos e mecanicistas serão verdadeiramente limitados para a compreensão ampla da acupuntura", que é no mínimo preocupante! Creio que a melhor forma de evidenciar a questão seja com uma analogia. Vamos supor a seguinte hipótese: 'alguem te acusa de ter matado a sua mãe'. A acusação em si é uma hipótese e não um fato. No entanto, se a hipótese for verdadeira, haverá uma consequência: 'voce deverá ser preso'. Dai é mister para a questão que tipo de evidência pode ser considerada legítima para a comprovação da hipotese, pois isso determinara se 'voce será ou não será preso'. Nossa sociedade apenas aceita provas factuais para essa comprovação. Ou seja, ouvido tal acusação, sua reação natural será de exigir que o acusador PROVE sua hipotese (ou sofra as consequencias de sua calúnia). Evidências não cientificias ou de realidade não material não são aceitas nestes casos. Embora possam existir diversas verdades pessoais (tais como: 'eu sinto que voce é o assasino', 'o seu Qi é ruim' ou 'um espírito me contou que voce matou sua mae') elas não podem ser usadas para condenar uma pessoa. Guardando as devidas proporções da analogia, a questão da busca sobre evidências científicas da acupuntura é legítima (existe muita bibliografia sobre o assunto: http://scholar.google.com.br/scholar?hl=pt-BR&lr=&safe=off&q=Acupuncture&btnG=Pesquisar&lr=). Sua homologação pelo CFM como terapia coadjuvante tem por base a 'medicina baseada em evidência' e está plenamente correta em seu contexto, dado que a pesquisa segue em parelelo buscando sua comprovação. Aparentemente, metade dos artigos apresenta uma influência positiva e metade uma influência neutra ( http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10812251)... Note que se assim for, é inconclusiva a evidência que acupuntura seja mais que um placebo. Nesse caso, a "conclusão final" é que o assunto realmente necessita de mais estudo... Exatamente o que coloca o prof. Sabbatini... Muito feliz em sua observação... Observe ainda que se a pesquisa científica terminar por provar a ineficiência da acupuntura, a mesma terá naturalmente sua homologação revogada pelo CFM, como já aconteceu com diversas terapias, procedimentos e medicamentos...  | Carisimo senho Dr.Renato.LIF:. Desculpe descorada de tao ilustre sapiência! na minha modéstia cultura profisional de ter estudado medicina oriental na Coreia do Sul durante 5 anos, e ter feito residência no mais importante hospital especializado em tratamento da coluna sem medicação alopata onde o propio embaixador brasileiro foi tratado em uma herniação reversivel vertebral com exito total!Me sinto envergonhado de seu comentários para nada cientificos,e um jogador famos de futeblo brasiliero na Europa tambe foi tratado e hoje joga normal em um tine italiano.O senhor esta sendo incoerente!Sim é placebo e sao placebos este resultado cientifcamente clinicamente registrados!a medicina da américa do sul e mais sabia de que a americana e a europea!que aceitam com naturalidade a Acupuntura!Os milenarios povos do oriente devemos ser lunáticos!ou mentirosos por mentirem a humanidade por 2.000anos!E eu mais ainda por investir tanto dinheiro!e clinicar em 5 países, políticos ex presidentes que deviam esterem bêbados ou com ópio...e acreditarem que se curaram!O senhor é grandioso! Consegui esfumar toda a minha vida!descobri que vivi uma fantasia...como ver uma paciente trataplegica sair caminhando de muletas!ou foi um milagre EVANGÉLICO!! Muito obrigado!Dr!!!por tanta SABEDORIA! Dr S.Juarez de Castro OMD. UNIVERSIDADE KYUNG HEE DE MEDICINA ORIENTAL. ACADEMIA CHINESA DE MEDICINA TRADICIONAL DE BEIJING. INSTITUTO NACIONAL DE MEDICINA ORIENTAL DO VIETNAM. FEDERAÇÃO EUROPEA DE MEDICINA ORIENTAL SOCIEDADE MUNDIAL DE QIGONG MEDICO. E LOUCO!!!!!!!!  | Prezados leitores,
as minhas considerações acima postadas vão na direção do que foi explicitado pelo Dr. Sabatini. Explico: eu realmente creio que as provas científicas da eficácia da acupuntura, pautadas no paradigma biomédico e cartesiano (a ciência convencional, a qual rege a decisões sobre a cientificidade das terapias empregadas pela Medicina Convencional e, portanto, sua legitimidade como ciência médica e passível de ser empregada pelos profissionais associados aos respectivos conselhos médicos) estão mais próximas de efeito placebo do que de prova científica irrevogável, e se assemelham ao que Foucault chama de Vontade de Verdade - as "provas científicas' expostas pelos supostos cientistas parecem apenas demonstrar alguns caminhos de analgesia, indo em contra ao arsenal de indicações da acupuntura pelo próprio coletivo médico. E vou além: realmente acredito que a suposta cientificidade da acupuntura não atende aos critérios científicos convencionais e creio apropriada a exclusão desta terapia (a qual faz parte de uma racionalidade complexa totalmente diferente, senão diametralmente oposta, da medicina oficial: leia-se Medicina Tradicional Chinesa) das especialidades reconhecidas pelo conselho. Assim como a Homeopatia, a qual foi subrepticiamente inserida como especialidade médica sem qualquer prova concreta de suas explicações fisiológicas, a Acupuntura vem passando por este processo sob a aura de uma cientificidade, a meu ver forjada.
Quanto á eficácia da Acupuntura Tradicional Chinesa e as explicações sobre sua cientificidade, convido os pesquisadores criteriosos e isentos de preconceito (critérios essenciais para qualquer investida científica séria) a conhecer as bases dos pensamentos taoísta e tradicional chinês sobre os mecanismos que regem a vida. Essa será sim uma empreitada antropológica e de conhecimento de outras ciências, sem o peso de considerações etnocêntricas, que pode ser muito construtiva para o futuro de nossa própria sociedade. Vale ressaltar que a OMS reconhece o valor da Acupuntura Tradicional Chinesa (e criou diretrizes para a correta formação, independente e autônoma, de acupunturistas) e recomenda seu uso pelas nações membro da ONU. Como bem sugere Guido Palmeira (Pesquisador do DEMQS/ Ensp/ Fiocruz) em seus estudos sobre a acupuntura:
"O reconhecimento da eficácia da acupuntura não depende da demonstração empírica de seus resultados. Problemas metodológicos e conceituais dificultam o estabelecimento de seu valor terapêutico, com base na ciência ocidental moderna. Por outro lado, o crescimento da demanda e da oferta de terapias alternativas (entre elas a acupuntura) implica uma certa legitimação, que depende mais do reconhecimento da utilidade dessas práticas, do que da demonstração de sua cientificidade. A crise da "medicina científica' e de seu paradigma mecanicista pode ser um dos fatores responsáveis pela maior aceitação da acupuntura no Ocidente. Se isto é verdade, os estudos científicos sobre acupuntura serão de pouca utilidade, enquanto persistirem em negar a possibilidade de uma medicina que tem a sua lógica própria, diferente daquela da ciência ocidental. Talvez a maior colaboração que o Oriente possa trazer à medicina ocidental não esteja na sua técnica, mas no seu saber. No entanto, é apenas através da compreensão da cultura e da civilização chinesas, da aceitação de que Yin e Yang se organizam em um sistema coerente, que o saber tradicional pode ser realmente apreendido." (Palmeira, "A Acupuntura no Ocidente": resumo)
cordialmente,
Pedro Ivo
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