Phillip S. Smith, Editor,  psmith@drcnet.org
David Borden, Diretor Executivo,  borden@drcnet.org
Martin Aranguri Soto, Tradutor,  traducidio@riseup.net


Inscreva-se GRÁTIS agora! ? Faça uma doação ? Faça uma busca


1. Matéria: Políticos e Ativistas de São Diego Se Enfrentam pela Maconha Medicinal

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/enfrentamento.shtml

O Conselho de Supervisores da Comarca de São Diego nunca gostou da lei sobre a maconha medicinal da Califórnia e na Sexta passada, ao invés de implementar um programa de registro e carteiras de identificação como exigido pela lei, cumpriu sua ameaça de abrir uma ação federal buscando invalidá-la. A reação foi ligeira, já que os grandes grupos de reforma das políticas de drogas e das liberdades civis e os pacientes resistiram em duas frentes em uma batalha que o Conselho pode acabar se arrependendo de ter começado.
Na frente legal, a Drug Policy Alliance (DPA), o Projeto de Reforma da Lei Sobre as Drogas da American Civil Liberties Union e o grupo de defesa dos pacientes da Califórnia, o Americans for Safe Access (ASA), abriram uma ação na Terça para intervirem na ação judicial, uma ação designada para garantir que os direitos dos pacientes estejam representados nos procedimentos. Na frente política, o ASA, o Marijuana Policy Project (MPP) e os pacientes e defensores locais da maconha medicinal prometeram seguir adiante com a iniciativa de limitações dos mandatos apontada redondamente aos antigos supervisores.
O conselho que decidiu na semana passada tentar invalidar a lei é o mesmíssimo grupo de funcionários eleitos que chamou a Proposição 215 de ?lei ruim? quando foi aprovada pelos eleitores da Califórnia em 1996. Agora, embora os supervisores liderados pelo Presidente Bill Horn afirmem que eles só querem esclarecer as contradições entre a lei estatal e a federal, a ação judicial deles, se bem-sucedida, tornaria efetivamente letra morta o Ato de Uso Compassivo [Compassionate Use Act].
?Nós nos opusemos à Proposição 215 quando ela saiu; essa não é a questão?, disse Horn. ?A questão é que o estado está pedindo à comarca faça algo que eles sabem muito bem que é ilegal... não nos peçam que infrinjamos a lei federal?.
O argumento legal da comarca é que a lei de maconha medicinal infringe tanto a Convenção Única da ONU Sobre Narcóticos de 1961 e o Ato de Substâncias Controladas [Controlled Substances Act] federal. O Promotor da comarca, John Sansone, debate a ação que a ?Cláusula de Supremacia? (Artigo Sexto) da Constituição dos EUA significa que a maconha medicinal da Califórnia não pode continuar porque está em contradição com as leis federais sobre as drogas.
Mas os advogados que se opõem à ação judicial apontam que as afirmações de que a lei federal sobre as drogas ou de que a convenção da ONU impedem um estado de permitir o uso medicinal de maconha são tão fracas que os advogados do Departamento de Justiça se recusaram a mencioná-las quando eles desafiaram a lei da Califórnia em 1996. Mas mesmo antes dos problemas chegarem tão longe, os grupos debatem que a comarca não tem fundamento para processar o estado em tribunal federal e que a ação judicial será dispensada em breve.
?Estamos muito confiantes que isto será descartado do tribunal federal?, disse a diretora executiva do ASA, Steph Sherer. ?Nós achamos que a comarca não tem jurisdição para abrir a ação. É apenas uma perda do tempo de todos. Espero que isto acabe dentro de 90 dias. Esperamos que o Procurador-Geral Locklyer abra uma moção de dispensa ? ele tem duas semanas a partir de agora ? e estamos confiantes que ele fará todo o possível para proteger a lei do estado, mas por via das dúvidas estamos intervindo para garantir que os direitos dos pacientes sejam lidados?.
?Vamos defender a lei do estado?, assegurou o porta-voz de Locklyer, Nathan Barankin, à DRCNet na Quinta. ?Nós temos até o dia 09 de Fevereiro para entrarmos com a nossa resposta à ação. Embora não vamos falar demais sobre o quê vamos dizer na corte, direi que há uma questão muito séria sobre se São Diego tem fundamento para abrir a ação para começo de conversa?.
Mas, os interventores não estão ao azar. ?Há interesses demais para que os pacientes de maconha medicinal dependam do Gov. Schwarzenegger e do Departamento de Serviços de Saúde para defendê-los na corte?, disse Allen Hopper, advogado sênior junto ao Projeto de Reforma da Lei Sobre as Drogas da ACLU. ?Estes pacientes e os médicos deles precisam saber que alguém está cuidando exclusivamente dos interesses deles?.
Entre aqueles em cujo nome a moção de intervenção foi aberta estão Wendy Christakes, 29, habitante de São Diego que usa maconha medicinal para tratar a dor crônica de hérnias de disco e uma cirurgia nas costas; Pamela Sajuda, 58, paciente de câncer retal; e seu marido e principal fornecedor, Norbert Litzinger. Em um sinal de implicações estatais da ação judicial da comarca, quem também se uniu à moção foram Valerie Corral da Wo/Men's Alliance for Medical Marijuana (WAMM), que foi atacada pela DEA em 2002, e o Dr. Stephen O?Brien, um médico de Oakland especializado no tratamento de HIV/AIDS que acha que muitos de seus pacientes se beneficiam com o uso medicinal da maconha.
?Os pacientes de maconha medicinal estão ficando sem tempo?, disse Christakes. ?Enquanto os supervisores brincam de política e desperdiçam o nosso dinheiro em ações judiciais frívolas, nós temos que encontrar uma maneira de sobreviver?.
Alguns ativistas chegaram a dar as boas-vindas à ação judicial. ?Bom. Eles vão perder?, disse o diretor da NORML Califórnia, Dale Gleringer. ?Já era hora de ter uma decisão de tribunal federal que estivesse a nosso favor. Os supervisores se meteram em uma batalha estúpida e perdida e estou feliz em ver que a ACLU, o ASA e a DPA entraram para intervir. Ficaria chocado se os supervisores vencessem?, disse ele à DRCNet.
?O conselho está só e eles sabem disso?, disse Margaret Dooley do escritório da Baixa Califórnia da DPA. ?Eles acham que este é o reino deles, mas isto vai desperdiçar muito tempo e dinheiro e as pessoas se doerão. A decisão deles de prosseguirem com esta ação mostra um desrespeito gritante pela lei e pela vontade de suas bases de apoio?, disse ela à DRCNet.
E algumas dessas bases estão prometendo se vingar politicamente do conselho ao tirá-lo do cargo através da iniciativa de limitações dos mandatos. Na semana passada, o paciente de maconha medicinal, Rudy Reyes, respaldado pelo MPP e o ASA, emitiu uma nota de intenção para começar a iniciativa, dizendo que os supervisores ?tinham perdido contato com as bases?. Na reunião do conselho na Terça, os ativistas ofereceram retirar a iniciativa se o conselho retirasse a ação, em vão.
?Lhes demos uma última oportunidade de retirar a ação judicial deles na reunião do conselho e eles se recusaram a fazer isso?, disse Sherer do ASA. ?Lhes dissemos que não começaríamos a coletar assinaturas se eles a retirassem, mas agora entraremos com a iniciativa de limitações dos mandatos. E continuaremos assim se o caso for expulso do tribunal federal. Temos que fazer com que os funcionários eleitos saibam que há um ponto fraco na perseguição dos pacientes de maconha medicinal. Se a iniciativa for bem-sucedida, ela será uma retribuição provável pela oposição à maconha medicinal?.

2. Matéria: Estudo que Afirma que a Metanfetamina Está Lotando os Prontos-Socorros dos Hospitais Não Resiste ao Escrutínio

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/nacoestudo.shtml

É preciso reconhecer a Associação Nacional das Comarcas (NACo). Pela segunda vez em menos de um ano, o grupo de pressão dos funcionários das comarcas conseguiu convencer a imprensa com base em estudos sobre a metanfetamina que pretendem mostrar que o popular estimulante está causando desordem por todo o país. No verão passado, a NACo sondou os xerifes das comarcas que gritaram em alto e bom som que a metanfetamina era o pior problema de drogas deles. E na semana passada, o grupo lançou um estudo que afirma que os usuários de metanfetamina estão lotando os prontos-socorros dos hospitais e as instalações de tratamento químico das comarcas.
A imprensa se convenceu. ?Casos de Metanfetamina Cansam Prontos-Socorros?, proclamou o USA Today. ?Hospitais Dizem que Casos de Metanfetamina Estão Aumentando e Ferem Cuidados Hospitalares?, diz a manchete do New York Times. ?Viciados em Metanfetamina São Empecilhos Para Prontos-Socorros?, informou o Nightly News da NBC.
Essas manchetes e as matérias que as acompanham estavam baseadas nas descobertas da NACo de que 73% dos prontos-socorros dos hospitais sondados informaram um aumento nas visitas relacionadas à metanfetamina sobre os cinco anos anteriores e que 47% disseram que a metanfetamina causou mais visitas aos prontos-socorros do que qualquer outra droga. No lado do tratamento, os hospitais informaram que o tratamento aumentou em 69% em cinco anos, mas 63% disseram que lhes faltava capacidade para lidar com a demanda.
Mas o estudo em duas partes da NACo é um apoio muito fraco para fundamentar afirmações tão desconcertantes. Como apontou o crítico da histeria da metanfetamina, Jack Shafer, na Slate, a amostra de prontos-socorros do estudo foi de 200 hospitais dos mais de 4.000 prontos-socorros do país. Os hospitais escolhidos também tinham um forte pendor para as áreas rurais (161 dos hospitais estavam localizados em comarcas com menos de 50.000 habitantes) e mais áreas propensas à metanfetamina do país (100 hospitais, exatamente a metade, estavam no Alto Meio-Oeste, enquanto que todo o terço oriental do país respondeu apenas por 19). Nesse sentido, o estudo dos prontos-socorros da NACo parece ter o desígnio de objetivar precisamente aquelas áreas com os piores problemas relacionados à metanfetamina e os mais escassos recursos.
?Nós nunca dissemos que esta era uma sondagem compreensiva?, disse o porta-voz da NACo, Joe Dunn. ?Este foi um estudo dos hospitais públicos das comarcas. Há 3.000 deles no país e nós sondamos 200 deles?. O fato de que a sondagem fosse inclinada para os hospitais rurais era justificável também, disse Dunn. ?Qualquer sondagem das comarcas teria uma grande população de hospitais rurais nela?.
Dunn referiu a DRCNet à diretora de pesquisa da NACo, Jackie Byers, para mais discussões da metodologia do estudo, mas Byers está fora do escritório e indisponível para comentários até a semana que vem.
Embora Dunn tenha dito que a NACo não estava retratando a sondagem como compreensiva, o grupo usou texto absolutista ao descrever os resultados. A sondagem dos prontos-socorros, escreveu a NACo em sua nota à imprensa, ?revelou que há mais visitas de emergência relacionadas à metanfetamina do que para qualquer outra droga e o número destas visitas tem aumentado consideravelmente sobre os cinco anos anteriores?.
Mas isso não é o que dizem as melhores estatísticas disponíveis. De acordo com a sondagem da Drug Abuse Warning Network (DAWN) de 121 prontos-socorros de grandes cidades, os estimulantes vêm depois do álcool, do álcool misturado com outras drogas, a cocaína, a maconha e a heroína nas entradas dos prontos-socorros. De acordo com os dados de 2003 da DAWN ? as últimas disponíveis --, a cocaína respondeu por 20% das visitas ao pronto-socorro relacionadas às drogas, a maconha por cerca de 15%, a heroína e os outros opiáceos por cerca de 12% e os estimulantes, incluindo a anfetamina e a metanfetamina, por apenas cerca de 7%.
E embora possa ser argumento que os dados da DAWN sofrem de um viés urbano e, portanto, podem contar os incidentes relacionados à metanfetamina errado, continua o fato de que a maioria dos hospitais do país e a maioria da população deles estão em áreas urbanas. De acordo com os Centros de Controle de Doenças, 58% de todos os prontos-socorros estão em áreas urbanas e eles respondem por 82% de todas as visitas aos prontos-socorros.
De maneira interessante, a preocupação com o impacto da metanfetamina sobre os prontos-socorros ocorre em meio a provas de que o consumo de metanfetamina não está se espalhando de modo epidêmico, mas estabilizando-se. A Sondagem Nacional Sobre o Uso de Drogas e a Saúde anual, produzida pela Substance Abuse and Mental Health Services Administration (SAMHSA), informou que ?o uso de metanfetamina continuou igual de 2002 a 2004?. De acordo com a SAMSHA, o número de pessoas que já usara metanfetamina, o número que a usara no ano passado e o número que a usara no mês passado tinham caído. A SAMSHA situou o número de usuários mensais de metanfetamina nos 583.000 em 2004, número inferior aos 607.000 no ano anterior.
Esses números estão coadunados com os da Monitoring the Future, a sondagem anual de estudantes de secundária sobre os hábitos de drogas. Entre os estudantes do último ano do colegial, o uso de metanfetamina em vida tem caído firmemente desde que foi medida em 1997, dos 8,2% então para 4,5% em 2004. O consumo de metanfetamina no mês passado mostrou uma queda similar, de 1,7% para 0,9%.
?As sondagens da NACo são uma porcaria?, disse Doug McVay, diretor de pesquisa do Common Sense for Drug Policy. ?Não há dados para apoiá-los. Eles sondaram as percepções dos funcionários no nível municipal que são responsáveis pelo tratamento químico e os serviços de cuidados à saúde, não os verdadeiros números. Isto é completamente um exercício de auto-serviço da NACo cujo propósito é conseguir apoio para mais financiamento usando a metanfetamina como razão?, disse ele à DRCNet. ?Os melhores dados que temos mostram que o consumo de metanfetamina aumentou sim durante o início dos anos 90, mas o índice de aumento esteve estável durante os últimos cinco ou 10 anos. Mais gente está usando agora do que há 10 ou 15 anos atrás, mas tanto o índice de crescimento quanto o número de usuários parece estar se estabilizando?.
?Os governadores e o aparato judiciário-legal estão todos afirmando que isto é um problema crescente, mas é preciso perguntar se isto acontece porque eles querem mais dinheiro para as suas forças policiais?, disse Don McVinney, pesquisador da metanfetamina e diretor nacional de treinamento e educação da Harm Reduction Coalition. ?Todos estão usando a metanfetamina para justificar mais financiamento. A metanfetamina é a droga do momento para a mídia e ela consegue a atenção da mídia. O problema é que estas não são partes desinteressadas, mas feitores de exigências. Eles estão dizendo que isto é um problema terrível, mas é preciso dar uma olhada cética nas exigências e ver o quê elas significam de verdade?.
McVinney, contudo, viu pouca distorção na segunda parte do estudo da NACo, na qual o grupo identificou a necessidade de um aumento no financiamento do tratamento. ?Isso é consistente com os dados do governo federal - não só da DAWN, mas os dados do tratamento químico também?, disse ele à DRCNet. ?Esses dados mostram que as entradas no tratamento têm subido firmemente desde 1993?, disse ele.
Dunn da NACo admitiu prontamente que o grupo estava procurando influenciar as decisões sobre o financiamento. ?Estamos buscando a aprovação do Ato federal de Combate à Epidemia da Metanfetamina [Combat Meth Epidemic Act], que restringiria as vendas de pseudo-efedrina, e estamos buscando a restauração das Subvenções à Ação da Justiça?, disse ele. ?O governo Bush eliminou isso neste ano e esse era o financiamento que ia para as forças-tarefa antidrogas de múltiplas agências, que são especialmente críticas no combate à metanfetamina nas áreas rurais?, disse ele à DRCNet. ?Nós também estamos fazendo pressão no lado do tratamento por um aumento nas subvenções ao tratamento. Há uma necessidade crescente de tratamento para a metanfetamina?.
Tanto McVay quanto McVinney apontaram um problema não-enfatizado no estudo: a falta de acesso à saúde em um país em que mais de 40 milhões de pessoas não têm seguro. ?O que achei interessante foi o subtexto. Os hospitais estavam reclamando não tanto de tratar os problemas induzidos pela metanfetamina, mas do fato de que se solicitava que eles pagassem o tratamento?, disse McVinney. ?Tratava-se de tratar as pessoas sem seguro. Muitos usuários de metanfetamina acabam perdendo os empregos deles, então eles não têm seguro?.
?O triste é que a saúde pública no nível municipal é terrivelmente subfinanciada e é verdade que o tratamento químico é subfinanciado também?, disse McVay. ?O estudo da NACo é propaganda alarmista, mas a mensagem subjacente de que o sistema municipal de saúde e de tratamento química está em grandes problemas é bem verdade. É simplesmente uma vergonha que eles estejam contribuindo com a histeria que cerca a metanfetamina para tentarem lidar com este grande problema social. Quando se usa propagada pouco confiável para basicamente tentar criar apoio a algo que valha a pena ? mais financiamento para a saúde e o tratamento químico -, tende-se a descarrilá-lo?.
O estudo na NACo fomenta a idéia de que o governo federal de alguma forma não fez o suficiente para combater a metanfetamina, disse McVay. ?Isto também entra na falsa noção de que os federais dormiram no volante quando se trata da metanfetamina?, disse McVay. ?Pelo menos durante os últimos 10 anos, temos visto um envolvimento federal crescente na guerra contra a metanfetamina. Tem havido leis mais severas, mais repressão legal, mais grupos de trabalho. A metanfetamina é um dos melhores exemplos do fracasso da abordagem da guerra às drogas. O gabinete do secretário antidrogas tem recebido fogo dos guerreiros antidrogas por não fazer o suficiente, mas para eles a noção funciona muito melhor do que dizer que o que eles estiveram fazendo durante a última década não funcionou?.

3. Matéria: Refugiado pela Maconha Medicinal, Steve Kubby, É Expulso do Canadá e Enfrenta Sentença de Cadeia que Ameaça a Sua Vida na Califórnia

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/stevekubby.shtml

O refugiado pela maconha medicinal, Steve Kubby, pegou um vôo de Vancouver a São Francisco na Quinta à noite, expulso do Canadá no fim amargo de um esforço de quatro anos para continuar em seu lar de adoção e evitar cumprir uma sentença de cadeia que ele diz que pode levá-lo à sua morte. Ele se dirige a um futuro incerto nos EUA, com a primeira pergunta sendo se ele passaria pelas Alfândegas dos EUA sem ser preso.
Não foi. Michelle Kubby informou na Quinta passada que ele foi detido após entrar no país a pedido de Placer County, onde ele pode pegar a sentença de cadeia. Uma audiência está marcada para esta manhã. Após isso, marcou-se uma audiência para ele na Terça em Placer County. Kubby e seus defensores temem que ele seja preso nesse momento e ele pode enfrentar mais acusações por fugir do país.
?Eles se recusaram a ouvir os nossos argumentos e se fez política em todas as instâncias?, disse uma aturdida Michelle Kubby na Quarta à noite das imigrações canadenses. ?Pelo que eu vi do sistema de justiça nos dois países, estou muito desencorajada. Agora, tudo o que podemos fazer é esperar o melhor?.
Kubby, sua mulher e suas duas filhas fugiram para Sunshine Coast da Colúmbia Britânica em 2001 para evitar uma sentença de cadeia por porte de pequenas quantidades de mescal e um caule seco de cogumelo. Kubby foi condenado sob essa acusação em um processo desesperado das autoridades de Placer County que tinham sitiado o seu lar no Lago Tahoe em 1999, confiscado centenas de plantas de maconha e tentado acusá-lo de cultivo ilegal. Mas Kubby, que padece de uma forma rara de câncer adrenal e foi um preeminente ativista pró-maconha medicinal e ex-candidato do Partido Libertariano ao governo do estado, debateu com sucesso que as plantas dele eram medicinais.
Kubby tem dito várias vezes que a maconha diminui os acessos de adrenalina causados pelo seu câncer e que ele morreria se preso sem acesso ao seu remédio. Mas apesar da legalização da maconha medicinal da Califórnia há quase uma década atrás, as autoridades de Placer County se recusam a permitir-lhe que se medique na cadeia.
Isso pareceu não importar para a oficial do Conselho de Imigrações e Refúgio do Canadá, Paulah Dauns, que rechaçou a solicitação de Kubby em 2003. Apesar dela ter concordado que a maconha ajuda a controlar o câncer de Kubby, ela decidiu que a vida dele não corria risco se ele tivesse que voltar para enfrentar a cadeia nos EUA. ?Ele não estabeleceu que há risco à vida dele nem um risco de tratamento cruel e incomum nem punição?, decidiu ela. Os dois anos de manobras legais desde então têm sido principalmente um esforço para desfazer essa decisão.
Os defensores de Kubby o acompanharam até o aeroporto em Vancouver na Quinta à tarde para uma despedida emocional, em que ele repetiu a sua afirmação de que uma sentença estendida de cadeia pode matá-lo. ?Nos quatro dias que estive preso aqui no Canadá e nos três dias que estive preso em Placer County houve vários registros carcerários de minha angústia. A minha esposa compara isso a tirar a insulina de um diabético?, disse ele ao círculo de amigos e repórteres.
Daí, Kubby pegou o vôo para São Francisco, acompanhado pelo seu advogado estadunidense, Bill McPike. ?Os servidores no Canadá podem estar mandando-o de volta para uma sentença de morte?, disse McPike antes de deixar Vancouver. ?Eu não achava que os funcionários do Canadá fariam isso porque o Canadá não tem pena de morte, de acordo com o que eu sei?.
Embora Kubby tenha sido saudado com algemas pelas autoridades, os defensores em São Francisco estavam prontos para lhe dar as boas-vindas como campeão em retorno, com um comitê de recepção organizado pela Hemp Evolution, o Eixo do Amor de São Francisco e o California Marijuana Party, de acordo com um alerta eletrônico de Clark Sullivan da Hemp Evolution. ?Pedimos que você apóie o Steve quando ele chegar a SFO, em uma demonstração de apoio em sua batalha contínua com os funcionários de Placer County?, disse o alerta. ?Placer County quer colocá-lo na cadeia por 120 dias, depois que ele foi processado por cultivar a cannabis medicinal dele, mas isso pode ser uma sentença de morte para Steve?.
Michelle Kubby disse na Quarta que pode recorrer ao Marinol se tudo o mais não funcionar. ?Não sabemos se vai ajudar?, disse ela do cannabinóide sintético que é parte da farmacopéia estadunidense, diferente da maconha. ?Steve será uma cobaia. É uma experiência doentia?.
Michelle Kubby e suas duas filhas também foram deportados do Canadá, mas têm até a Segunda para colocar os seus assuntos em ordem. ?Steve e eu vamos separados?, disse ela. ?Estive ocupada sendo a advogada dele aqui e precisava de tempo para deixar as coisas prontas para partir. E não queríamos que as crianças o vissem ser levado se isso é o que acontece?.
O futuro é incerto, disse Michelle Kubby. Ela e as crianças ficarão com familiares, pelo menos por enquanto, enquanto Kubby enfrenta a justiça de Placer County. ?Nós não sabemos o que vai acontecer a seguir?, disse ela. ?É muito assustador?.

4. Matéria: Na Ocasião de Nossa 420ª Edição, Examinamos a 4:20

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/revisao420.shtml

Todo nóia suburbano, maconheiro rural e amante urbano da erva conhece com certeza o significado da frase ?4:20?. O código secreto para ?a hora de ficar doidão? esteve por aí desde o fim dos anos 70 e se expandiu também para marcar o dia 20 de Abril (4/20) como o feriado não-oficial mais importante do fumante de maconha. A frase é ubíqua, aparecendo em discos, cartazes, bonés e em qualquer outro maldito lugar que se possa imaginar.

E embora a sua origem tenha sido um assunto de intensa especulação ? uma antiga predileta era que a expressão era um código de rádio da polícia para infração da lei antimaconha ? de acordo com o editor veterano da High Times, Steve Bloom, questionavelmente a principal autoridade do mundo em 4:20, a frase teve origem entre um punhado de nóias do segundo grau em São Rafael, Califórnia, conhecidos como os Waldos pelo nome de um de seu bando, Steve Waldo. Como reconta Bloom, ele se encontrou pela primeira vez com um panfleto 4:20 em um concerto do Grafeful Dead em Oakland em 1990. Esse panfleto afirmava que 4:20 era uma inversão subversiva do jargão radiofônico da polícia e que o termo se originou em São Rafael. Oito anos depois, Waldo contatou o editor da High Times, Steve Hager, com a história verdadeira.
Desde os anos em que os garotos maus da secundária se reuniram em frente à estátua de Louis Pasteur em São Rafael todos os dias às 4:20 para um relaxamento pós-educacional, a frase codificada se espalhou entre os fumantes de maconha por todo o mundo, primeiro através da comunidade Deadhead, daí, além do reino mais amplo dos nóias até que mesmo os moleques em East Podunk podiam concordar em se encontrar às 4:20 diante dos pais abstraídos. Agora, 4:20 é um código nóia tão bem conhecido que todo Abril nós podemos contar com uma torrente de artigos midiáticos sobre o fenômeno. Na verdade, diz Bloom, o homem que escreveu o primeiro artigo sobre a 4:20 em 1991, o interesse da imprensa na frase é tão previsível que ele se sentiu compelido a tratar dela na edição de Maio da revista (nas bancas em Abril), pelo menos em parte como nota de logro para os jornalistas curiosos que caem de pára-quedas na cultura cannábica para um artigo.
A frase 4:20 também tem começado a se infiltrar na cultura geral, ou pelo menos em parte de seus meios mais conscienciosamente sapientes. Apareceu em uma paródia recorrente no Saturday Night Live com uma web cam em um dormitório no Hampshire College ? cujo um de seus alunos, um nóia estereotipado interpretado por Horatio Sanz, comentou, ?São 4:20 em algum lugar?, ao que o seu amigo mais sóbrio respondeu, ?Não, não são não, você não sabe como os fusos horários funcionam?? Uma série de visitas aos universos alternativos em um episódio da agora agenciada série animada Futurama incluiu o ?Universo 420?, onde o hippie ?Dr. Freaksworth? tomou o lugar da personagem normal da série, o decrepitamente envelhecido ?Dr. Farnsworth?.
A história das origens e da difusão da frase pela cultura cannábica é uma coisa. Por quê ela ressoou tanto é outra. Bloom tinha algumas idéias sobre isso, assim como o fundador e diretor executivo recentemente aposentado da NORML, Keith Stroup. ?É difícil dizer por quê a 4:20 decolou como fez?, disse Bloom, ?mas como cultura subterrânea de fumantes e ativistas que enfrentam problemas legais pela maconha, temos que viver em um mundo codificado. As pessoas simplesmente inventam frases que o resto do mundo não entende, e apesar da fama da frase em nossos círculos, tenho certeza que ainda há país que não sabem o que os filhos deles querem dizer quando eles dizem 4:20?.
?O fenômeno da 4:20 é um reflexo direto da extensão da opressão que os fumantes de maconha enfrentam?, disse Stroup. ?Se a maconha não fosse ilegal, mas simplesmente desfavorecida, não acho que a cultura teria coesão suficiente para se importar com ter os seus próprios feriados. Mas porque somos oprimidos, há uma verdadeira ressonância em ter o código secreto e o feriado. Queria que nós não precisássemos ter o nosso próprio feriado especial, mas isso é um reflexo de nossa repressão?.
A NORML, previsivelmente, é uma organização que presta atenção na 4:20. Ela programa tipicamente a sua convenção nacional anual em torno do 20 de Abril e este ano não é uma exceção. A conferência de 2006 acontecerá nos dias 20-22 de Abril em São Francisco.
?Assim que a 4:20 foi adotada e criou o seu próprio significado como código subterrâneo, fez a sua passagem pela cultura?, disse Bloom. ?Depois que fiz esse artigo em 1991, desenvolveu vida própria, aparecendo regularmente em nossas High 100 matérias fomentadas pelos leitores, vazando pelos leitores da High Times e daí aparecendo em chapéus, logotipos, até no nome de uma gravadora. Tem vida própria?, disse ele.
?É o nosso próprio feriado?, disse Bloom. ?Temos gente mandando e-mails uns aos outros dizendo ?Feliz 4:20?, recebemos todo tipo de pedidos de entrevistas, aparecemos no programa de rádio de Tom Leykis, onde ele tem 10 pessoas com cachimbos e fazem uma contagem regressiva para as 4:20 no dia 20 de Abril. É meio apelativo, mas também é uma boa forma de promover a nossa cultura. Pode parecer trivial, mas qualquer coisa que promova a cultura cannábica é algo bom?.
E embora existam os festivais do cânhamo e as marchas de protesto pró-maconha, [o feriado] do 4:20 não precisa de muita organização. ?Com o 4:20, as pessoas fazem as coisas por elas mesmas, elas dão as suas próprias festas da maconha por todo o país e celebram a erva e acendem unzinho pela legalização. Mantém a chama ardendo e isso é bom para manter as pessoas concentradas. O pessoal adora a idéia de fumar no dia 20 de Abril, o pessoal adora o conceito da contagem regressiva, o pessoal adota o sentimento de união?.

5. Imposição da Lei: As Estórias de Policiais Corruptos Desta Semana

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/estasemana1.shtml

Nesta semana, um policial do Connecticut e um promotor do Arizona deixam que seus vícios passem sobre eles. Apesar de termos uma política geral de não irmos atrás das acusações de simples porte ? todos têm seus pontos fracos ? este policial também é acusado de distribuição. E o promotor, bom, é o trabalho dele processar os infratores da legislação antidrogas, então faremos uma exceção. Sem mais delongas:

Em Bridgeport, Connecticut, um ex-oficial da polícia se confessou culpado no dia 18 de Janeiro de acusações federais de porte e conspiração para distribuição de oxicodona. Jeffrey Streck, 39, foi detido em Março pelo FBI depois que uma investigação de um ano descobriu um grande cartel de distribuição de cocaína e maconha na área de Bridgeport. Durante a investigação, Streck foi ouvido fazendo ligações telefônicas para planejar as compras de Oxycontin, o popular analgésico que contém oxicodona. O veterano de 12 anos que virou detetive em 2003 pode pegar até 20 anos de prisão quando for sentenciado no dia 07 de Abril.

Em Prescott, Arizona, o subpromotor de Navajo County, William Reckling III, foi detido no dia 15 de Janeiro e acusado de comprar 3,5 gramas de metanfetamina. A apreensão aconteceu depois que a força-tarefa Partners Against Narcotics Trafficking (PANT) escutou que alguém representando a si mesmo como advogado de Navajo County estava fazendo compras de metanfetamina na área de Camp Verde de Yavapai County. Reckling foi registrado sob acusações de porte de metanfetamina e instrumentos para uso de drogas e os promotores de Yavapai County agora estão revisando essas acusações.

6. Europa: Irlanda Começará a ?Advertir? Usuários de Maconha ? Não, Espera Aí, Mudamos de Idéia

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/irlanda.shtml

Na Terça, o Irish Times informou que a polícia irlandesa ? a Garda Siochana ? está pronta para começar a emitir ?advertências? ou avisos para os fumantes de maconha e pequenos portadores em vez de detê-los a partir do mês que vem. A ação tornaria a abordagem irlandesa às pequenas infrações da legislação antimaconha similar à inglesa, em que a polícia emite somente advertências na maioria dos casos. O sistema inglês foi mantido na semana passada quando o Ministro do Interior, Charles Clarke, se negou a reclassificar a maconha como droga mais séria.
Mas no mesmo dia, o Ministro da Justiça, Michael McDowell, deu uma guinada, revertendo a mudança de política e revisando uma diretiva de 15 de Janeiro sobre um novo Esquema de Advertência de Adultos para que a maconha já não esteja mais incluída, só as infrações de perturbação da ordem. Quando a mudança de políticas veio a público na Segunda, McDowell afirmou que ele não sabia nada disso, mas as fontes da polícia disseram ao Times que os funcionários do Departamento de Justiça estavam cientes do plano.
Com McDowell e o Comissário da Garda, Noel Conroy, revezando-se na esquiva da responsabilidade, enfim, é difícil determinar a responsabilidade. Uma porta-voz de McDowell disse ao Times que ?Não havia pressão do ministro em relação a isto. O ministro não o colocou e os gardaí não o sugeriram?, disse ela. ?O ministro esboçou na reunião da qual ele veio a respeito das drogas e ele cria firmemente que uma advertência automática nos casos dos réus primários não lhe cairia muito bem?.
De acuerdo con el Times, el Director de Procesos Públicos, James Hamilton, había aconsejado la Garda que ella no precisaba arrestar a pequeños infractores por marihuana. Según el esquema, que no ha sido revelado oficialmente y que ahora ha sido revertido, las advertencias serían emitidas para una primera infracción, pero las infracciones subsiguientes resultarían probablemente ? pero no necesariamente ? en detención y proceso criminal. El programa valdría para infractores con 18 años o más, y ellos habrían tenido que aceptar la culpa en el lugar. La advertencia habría ido al registro del infractor, pero no sería una condenación criminal.
De acordo com o Times, o Diretor de Processos Públicos, James Hamilton, aconselhara a Garda que ela não precisava deter os pequenos infratores por maconha. Segundo o esquema, que não foi revelado oficialmente e que agora foi revertido, as advertências seriam emitidas para uma primeira infração, mas as infrações subseqüentes resultariam provavelmente ? mas não necessariamente ? em detenção e processo criminal. O programa valeria para infratores com 18 anos ou mais, e eles teriam tido que aceitar a culpa no lugar. A advertência teria ido para a ficha do infrator, mas não seria uma condenação criminal.
Os últimos dados do European Monitoring Center on Drugs and Drug Abuse sugerem que os padrões irlandeses de uso de maconha estão dentro do alto fim da norma européia, com 17,4% de adultos informando uso em vida e 40% de adolescentes informando o mesmo. Houve umas 3.700 detenções por maconha em 2003, 58% de todas as detenções por drogas.
A maconha não teria sido ?descriminalizada? de acordo com o esquema de advertências e o porte continuaria sendo uma infração criminal. Embora nenhuma quantidade de erva tenha sido nomeada, as advertências estariam em vigor para quantidades de ?uso pessoal?.
Embora alguns grupos antidrogas tenham criticado o esquema de advertências como ?ação perigosa?, parecia ter conseguido o apoio provisório do Ministro da Justiça, McDowell, que disse aos repórteres depois de uma reunião com o Comissário da Garda, Noel Conroy, na Terça que ?pode fazer sentido? que a Garda não gaste seu tempo detendo os fumantes de maconha.

7. Europa: Ingleses Revisarão Esquema de Classificação das Drogas

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/ukclas.shtml

Poucos dias depois de decidir não reclassificar a cannabis como droga mais perigosa, o Ministro do Interior da Grã-Bretanha, Charles Clarke, anunciou uma revisão respaldada pelo governo de todo o sistema de classificação das drogas do país. De acordo com as primeiras especulações, um remendo do sistema podia levar a um tratamento menos severo de drogas como o êxtase e o LSD e um tratamento mais severo das chamadas drogas de estupro durante encontros (o GHB e o Rohypnol).
A Grã-Bretanha classifica atualmente as drogas ilegais em três classes ? a A, a B e a C ? com as drogas de Classe A sendo as mais perigosas e as mais duramente punidas e a Classe C as menos perigosas.
Atualmente, as drogas de Classe A incluem a heroína, o crack, o LSD, os cogumelos psicodélicos e o êxtase, enquanto que as anfetaminas, o pó de cocaína e os barbitúricos são Classe B, e os tranqüilizantes e a cannabis são Classe C. A cannabis fora uma droga de Classe B até 2004, quando o predecessor de Clarke, David Blunkett, a moveu para a Classe C sob recomendação do Conselho Acessório Sobre Mal-Uso de Drogas (ACMD).
Clarke disse ao Parlamento que ele achava que o sistema atual mandava ?sinais confusos? sobre o dano relativo das diferentes drogas. Ele disse que a ponderação sobre o enigma da cannabis o tornara dolorosamente consciente da natureza arbitrária do esquema de classificação. Clarke acrescentou que ele queria qualquer novo sistema de classificação que levasse em conta as ?conseqüências sociais? de cada droga, incluindo coisas como roubos com arrombamento de moradia e assaltos.
Os empregados de Clarke disseram ao Times de Londres que a natureza da revisão ainda tinha que ser finalizada e ajuntaram que ?não havia nenhuma questão de rebaixamento de qualquer droga?. Mas se uma verdadeira revisão fundamentada em provas dos danos relativos das drogas for acontecer, com certeza os rebaixamento ocorrerão, e os empregados de Clarke estão tentando proteger o governo dos inimigos vociferantes de qualquer relaxamento das atuais leis sobre as drogas.
Os críticos do outro lado do debate sobre as drogas têm debatido durante anos que as drogas como os cogumelos, o LSD e o êxtase, com pouco ou nenhum potencial causador de dependência e baixa letalidade, não merecem a mesma classificação que as drogas altamente causadoras de dependência e geradoras de criminalidade como o crack e a heroína. Em 2001, a Fundação da Policia pediu que o êxtase fosse rebaixado e que todo o sistema fosse averiguado, um pedido que foi ecoado um ano depois por um Comitê de Assuntos Domésticos.
Clarke também pediu ao Conselho Acessório Sobre o Mal-Uso de Drogas que pensasse especificamente em mudar as drogas GHB e Rohypnol da Classe C para a Classe B, com base nos temores não-provados de que elas sejam drogas ?de estupro durante encontros?. Em um estudo lançado há duas semanas atrás, o Serviço de Ciência Forense descobriu que só 2% de uma ampla amostra de vítimas de estupro durante encontros tinham vestígios de drogas assim. Uns 46% tinham álcool em seus metabolismos.

8. Ásia Meridional: Agricultores Indianos e Maoístas Se Unem no Tráfico de Ópio

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/asiameridional.shtml

As secas, a proibição das drogas e a ilegalidade fervente no estado nordestino da Índia de Jharkhand estão se combinando em um padrão demasiado familiar enquanto os agricultores duramente premidos se unem aos guerrilheiros no que parece ser um florescente tráfico de ópio. De acordo com os informes no Indo-Asian News Service, os funcionários municipais em Jharkhand estão reclamando que os agricultores estão cultivando papoulas e vendendo o ópio às guerrilhas maoístas que o contrabandeiam pela fronteira ao norte rumo ao Nepal e o Butão. Os agricultores ganham o suficiente para pôr comida na mesa e as guerrilhas ganham o suficiente para ajudar a financiar a sua duradoura insurgência.
?Há informes de que a papoula é cultivada pelos agricultores com a ajuda das guerrilhas maoístas. O agricultor cultiva a papoula dentro dos campos de trigo para que a polícia não possa rastreá-la?, disse o Superintendente da Polícia do distrito de Chatra, Shashinath Jha, ao IANS. A polícia identificou cultivos de ópio em pelo menos dois dos 16 distritos do estado, mas acha que há muito mais sendo cultivado, disse Jha. ?Estas áreas são apenas a ponta do iceberg. É possível que a papoula seja cultivada em grande escala em outras partes do estado. E as verdadeiras beneficiárias são as guerrilhas maoístas que lucram com as vendas das drogas?, disse ele. ?O cultivo de papoulas está mudando a vida dos agricultores aqui já que têm retornos consideráveis e isso está ajudando os maoístas a gerar rendas para as suas ativistas sediciosas?, disse ele.
Os maoístas são o Partido Comunista da Índia Maoísta e o seu Exército Guerrilheiro de Libertação dos Povos, que buscam uma clássica guerrilha prolongada à Mao que resulte em uma revolução comunista. Eles operam em pelo menos 13 estados indianos, têm contatos com as guerrilhas maoístas no Nepal e estão procurando criar uma ?Zona Revolucionária Compacta? que vai do estado de Bihar ao estado de Jharkhand no nordeste cruzando as florestas de Dandakaranya da Índia Central e para baixo até Andhra Pradesh no sul.
?A fronteira do Nepal com Bihar é um ponto de trânsito para os vendedores de drogas?, disse Jha. ?Os maoístas fornecem passagem segura aos vendedores de drogas. O ópio cultivado em Jharkhand é oferecido a Bihar e então chega ao Nepal para outros destinos?, acrescentou ele.

9. Austrália: Partido Verde Retrocede um Passo nas Políticas de Drogas

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/verdesau.shtml

No último lançamento de sua plataforma de políticas de drogas, o Partido Verde Australiano se retratou de seu pedido de explorar a distribuição regulada da maconha e do êxtase. Em uma plataforma adotada em Novembro e anunciada na Quarta em Canberra pelo líder do Partido Verde, o Senador Bob Brown, os Verdes tiraram qualquer referência às vendas reguladas e pediram em vez disso o estabelecimento de um Instituto Australiano de Políticas de Drogas para levar a cabo a pesquisa e a avaliação dos programas para reduzir o impacto nocivo do uso de drogas.
A antiga plataforma dos Verdes pedia ?a disponibilidade controlada da cannabis nos órgãos apropriados? e ?as investigações das opções para a oferta regulada de drogas sociais como o êxtase nos ambientes controlados?.
?As antigas propostas polêmicas para investigar as opções para a oferta regulada da maconha e do êxtase foram embora?, disse o Senador Brown. ?Isso acontece após muito estudo dos Verdes em referência aos especialistas do país no campo das drogas. Isso tira a opção da oferta controlada que estava aí antes com o êxtase e a maconha?.
Os Verdes estiveram sob ataque durante as eleições de 2004 pelos pontos de oferta regulada da plataforma deles e com o clima em torno da maconha na Austrália ficando cada vez mais hiperbólico, parece que o partido realizou uma retirada tática. Ao fazê-lo, está correndo o perigo de acabar à direita do governo do Primeiro Ministro John Howard quando se trata dos perigos da maconha. Em sua declaração na Quarta, o Sen. Brown criticou Howard por não pesquisar os perigos da maconha antes.
?O governo esteve usando viseiras?, disse o Sen. Brown. ?Agora, o Primeiro Ministro vai abordar as preocupações sobre o uso de maconha com mais pesquisa. Nós propomos que isso seja financiado apropriadamente e que inclua os programas educativos objetivados e específicos?.
Mas mesmo com a retirada nas vendas reguladas e a concessão política do dano da maconha, a posição dos verdes nas políticas de drogas continua resolutamente progressista e esperançosa. Ela endossa os programas de redução de danos como a troca de seringas e insta que o uso de drogas seja tratado como problema de saúde, não criminal. Também pede sanções civis em vez de criminais para os usuários de drogas.
?Há sérios riscos à saúde associados a todo o uso de drogas?, disse o Sen. Brown, um dos quatro Verdes no parlamento australiano. ?Nós achamos que as pessoas ? especialmente os jovens ? deveriam ser desencorajadas de abusarem das drogas que incluem o álcool e o tabaco. É nocivo à saúde deles e a nossa política de minimização do dano reflete isso?, disse ele.

10. Política Eleitoral: Reformador das Políticas de Drogas Conhecido Nacionalmente Busca Indicação ao Governo do Connecticut do Partido Verde

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/thornton.shtml

Cliff Thornton, o fundador e a força motriz por trás do grupo de reforma das políticas de drogas, Efficacy, anunciou nesta semana que ele está buscando a indicação do Partido Verde ao governo do Connecticut. A campanha de Thornton começou com uma entrevista coletiva com bom comparecimento em Hartford na Quarta.
Durante anos, Thornton tem levado a sua mensagem de que a proibição das drogas fracassou ao circuito dos Rotários, Kiwanis e outros clubes, campi universitários, conferências e convenções de políticas de drogas e a qualquer outro lugar em que ele possa conseguir um fórum. Ele estima que mais de 300.000 o ouviram fazer as conexões entre raça, classe e a guerra contra as drogas.
Em Outubro, alguns dos esforços de Thornton em seu estado natal renderam frutos com a conferência "Hartford's Drug Burden?Where to Put Our Resources?" que trouxe um bando de reformadores das políticas de drogas conhecidos nacionalmente à cidade para se reunirem com os funcionários eleitos e do aparato judiciário-legal da municipalidade em um esforço para levar algumas idéias frescas às políticas de drogas do Connecticut. Essa conferência continua reverberando, com outras cidades inquirindo sobre fazerem suas próprias conferências e legislação impelidas pela conferência que ajudará a manter as políticas de drogas no centro das atenções.
Sem dúvida, a campanha de Thornton também fará sua parte.
Ele já estava dizendo isso na Quarta. ?Chegou a hora de levar a guerra às drogas à arena política?, disse ele. ?As políticas de drogas começam com uma pergunta. Em algum momento, as pessoas vão parar de usar drogas ilegais? A resposta esmagadora é não. Se esse for o caso, a pergunta seguinte é, como criamos um clima em que essas pessoas causem o mínimo de dano a elas mesmas e, segundo, a mínima quantidade de dano à sociedade como um todo?? disse ele. ?Temos que responder estar perguntas integralmente antes de prosseguirmos. A resposta é definitivamente um não à guerra contra as drogas?.
Thornton precisa entrar com 7.500 assinaturas válidas junto aos funcionários do estado até o dia 09 de Agosto para se classificar para as urnas. Se for bem-sucedido, ele se unirá a uma competição que opõe a Gov. Jodi Rell seja contra o Prefeito de New Haven, John DeStefano Jr., seja contra o Prefeito de Stamford, Dannel Malloy, que está lutando pela nomeação do Partido Democrata. Ele também se tornaria o primeiro homem negro e o primeiro verde a concorrer para governador do Connecticut.
O porta-voz do Partido Verde e administrador da campanha de Thornton, Tim McKee, disse ao New Haven Register que a equipe voluntária da campanha coletaria de 10.000 a 12.000 assinaturas para garantir uma ?zona de segurança? até o prazo final.
?Cliff tem um ponto de vista extremamente polêmico e sabemos disso. Ele tem uma formidável reação. Vamos fazer uma campanha limpa e forte?, disse ele.
Embora o Partido Verde do Connecticut não faça menção explícita à reforma das políticas de drogas, é afiliado do Partido Verde nacional. Em 2004, os verdes nacionais adotaram uma plataforma que inclui os seguintes pontos:
? Pedimos a descriminalização dos crimes sem vítimas. Por exemplo, o porte de pequenas quantidades de maconha;
? Pedimos a legalização do cânhamo industrial e de todos os seus muitos usos;
? Pedimos o fim à ?guerra contra as drogas?. Apoiamos a expansão do aconselhamento e do tratamento químico.
Thornton não é o único reformador nacionalmente conhecido das políticas de drogas provando as águas eleitorais em competições pelo cargo de governador neste ano. No Alabama, a fundadora do Partido da Maconha dos EUA, Loretta Nall, mudou a folha de maconha pela sigla libertariana enquanto busca o governo ali. E em Maryland, o reformador das políticas de drogas de longa data, Kevin Zeese, está competindo como independente para a cadeira no Senado dos EUA atualmente mantida pelo demissionário Sen. Paul Sarbanes (D).

11. Maconha Medicinal: Projeto do Novo México Consegue Aprovação de Comitê do Senado

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/projetonm.shtml

Um projeto de maconha medicinal que o Gov. Bill Richardson (D) disse na semana passada que queria ver aprovado durante a sessão curta da assembléia do Novo México conseguiu a aprovação na Terça pelo primeiro dos três comitês do Senado marcados para votar nele. O Projeto do Senado 258, o Ato Lynn Pierson de Uso Compassivo conseguiu respaldo unânime do Comitê de Assuntos Públicos do Senado.
O projeto permitiria que os pacientes com doenças ou enfermidades debilitantes usassem maconha medicinal após a recomendação de um médico, estabeleceria um programa dentro do Departamento de Saúde e forneceria carteiras de registro para os pacientes. Os pacientes ou os enfermeiros podem cultivar a própria oferta deles.
O Gov. Richardson apoiou novamente o projeto na Terça, dizendo aos repórteres que uma ?porção considerável? do público concorda. ?Acho que deve haver padrões estritos?, disse ele. ?Mas por aqueles que estão sofrendo... eu o apóio?.
Embora o projeto tenha o apoio do governador, dos reformadores das políticas de drogas e dos defensores dos pacientes, sofre a oposição dos suspeitos de sempre: os promotores e os grupos do aparato judiciário-legal. ?O importante para nós é que vai de encontro à lei federal?, disse o Promotor do Oitavo Distrito Judicial (Taos), Donald Gallegos, ao comitê.
Isso não teve muito efeito sobre pacientes como Essie DeBonet, 61, paciente de AIDS que diz que a maconha lhe ajuda a combater a náusea induzida pelas suas outras medicações. ?Ter que escolher entre permanecer viva e obedecer à lei é uma decisão horrível, horrível que não se deve ser forçado a enfrentar?, disse ela ao comitê.
Se o projeto for aprovado, o Novo México se tornará o 12º estado a legalizar a maconha medicinal. No ano passado, o projeto foi aprovado pelo Senado e nas votações do comitê na Câmara antes de virar letra morta em uma rixa política não-relacionada entre o defensor do projeto e outro legislador poderoso. A curta sessão legislativa, dedicada principalmente aos problemas orçamentários do estado, acaba no dia 16 de Fevereiro.

12. Semanal: Esta Semana na História

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/estasemana2.shtml

27 de Janeiro de 1995: O recorde internacional de apreensão de haxixe é estabelecido ? 290.400 libras ou 131.841 quilos na Agência de Khyber, Paquistão.

28 de Janeiro de 1972: O governo Nixon cria o Gabinete de Repressão Legal ao Abuso de Drogas (ODALE) para estabelecer forças-tarefa federais/municipais conjuntas para combater o tráfico de drogas no nível urbano. Myles Ambrose é apontado diretor.

28 de Janeiro de 1982: O Presidente Ronald Reagan cria uma força-tarefa de gabinete, a Força-Tarefa do Vice-Presidente na Baixa Flórida. Dirigida por George Bush, combina agentes da DEA, Alfândegas, ATF, o Fisco, o Exército e a Marinha para se mobilizarem contra os traficantes de drogas.

28 de Janeiro de 1997: Mence Powell é detido por traficar maconha na janela de um drive-thru no McDonald?s de Monroe de Connecticut.

30 de Janeiro de 1997: O editor do New England Journal of Medicine, Dr. Jerome Kassirer, decide em favor dos médicos que permitam prescrever maconha para propósitos médicos, chamando a ameaça de sanções governamentais de ?equívocas, duras e desumanas?.

01 de Fevereiro de 1909: A Comissão Internacional do Ópio se reúne em Xangai. Dirigindo a delegação estadunidense estão o Dr. Hamilton Wright e o Bispo Episcopal Henry Brent, que tenta convencer a delegação internacional dos efeitos imorais e maus do ópio.

02 de Fevereiro de 2004: Um intrometido orçamentário do congresso conhecido como ?Emenda Istook?, batizado com o nome de seu defensor, o Dep. Fed. James Istook (R-OK), entra em vigor. A lei criminaliza qualquer sistema de transite que aceite anunciar ?a promoção da legalização ou uso medicinal? de drogas ilegais como a maconha ao cortar toda a assistência federal, que amiúde chega aos milhões de dólares. Quatro meses depois, o Juiz de Corte Distrital dos EUA, Paul Friedman, decide que a lei de Istook infringe a Primeira Emenda ao infringir os direitos de liberdade de expressão e é, portanto, inconstitucional.

13. Oportunidades de Emprego: MPP em DC e Nevada

 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/empregosmpp.shtml

O Marijuana Policy Project está fazendo contratações para três cargos em seu escritório de Washington, DC ? Assistente Executivo, Administrador de Sistema IT (cargo contratual) e Estagiário de Organização e Contatos. Além disso, o comitê de campanha de Nevada do MPP, o Committee to Regulate and Control Marijuana, que está fazendo campanha para aprovar a iniciativa eleitoral do MPP para taxar e regulamentar a maconha no Nevada, está contratando um Diretor de Comunicação para o seu escritório de Las Vegas.
Todos os cargos requerem formidáveis habilidades comunicativas, o poder de trabalhar independentemente, um alto nível de organização e uma aparência e decoro profissionais.
Visite  http://www.mpp.org/jobs/ para descrições detalhadas dos empregos e instruções para se candidatar.


14. Semanal: O Calendário dos Reformadores


 http://portugues.stopthedrugwar.org/cronica/420/calendario.shtml


(Por favor, envie lista de eventos sobre políticas de drogas e tópicos relacionados para  calendar@drcnet.org.)


De 28 a 29 de Janeiro, Toronto, CA, ?Cúpula da Paz II e Fim de Semana Social?, conferência pró-cannabis patrocinada por Puff Mama, contate Matt Mernagh pelo  mmernagh@sympatico.ca ou (905) 704-1170 para maiores informações.
28 de Janeiro, 18:00, West Hollywood, CA, festa beneficente em apoio aos San Diego Cannabis Buyers Clubs sitiados no ano passado. Patrocinada pela NORML Los Angeles, doação $50, visite  http://www.sandiegonorml.com ou contate Laurie pelo (619) 405-4299 ou NORML LA pelo (310) 652-8654 para maiores informações.
De 02 a 09 de Fevereiro, Cincinnati, OH, turnê oratória do porta-voz da LEAP, Howard Wooldridge. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
03 de Fevereiro de 2006, Oakland, CA, Festa Beneficente de Inverno da NORML, em Oakland Sailboat House. Late Merritt. Entrada $60, solicitam-se reservas de antemão, e-mail  canorml@igc.org ou visite  http://www.canorml.org para maiores informações.
De 09 a 11 de Fevereiro, 2006, Tasmânia, Austrália, A Décima Primeira Conferência Internacional Sobre Abolicionismo Penal (ICOPA), coordenada pela Justice Action. Para maiores informações, visite  http://www.justiceaction.org.au/ICOPA/ndx_icopa.html ou contate +612-9660 9111 ou  ja@justiceaction.org.au.
11 de Fevereiro, 19:00 EST, entrevista do Free Talk Live com o diretor executivo da Law Enforcement Against Prohibition (LEAP), Jack Cole. Visite  http://www.freetalklive.com/affiliates.php para uma listagem das emissoras ou  http://www.freetalklive.com/tunein.php para ouvir na rede.
15 de Fevereiro, 18:00-19:00, Boulder, Co, 2ª Vigília Antiguerra às Drogas, em The Mall at the Courtyard, contate Hemptopia pelo (303) 449-4854 ou visite  http://www.hemptopia.org para maiores informações.
16 de Fevereiro, 20:00, New Paltz, NY, fórum ?Conheça Seus Direitos?, exibição de "Busted: The Citizen's Guide to Surviving Police Encounters?, sessão de perguntas e respostas com o advogado Russel Schindler e um porta-voz sobre discriminação racial. Patrocinado pelo SSDP/NORML New Paltz, Student Union Building, Sala 100, entrada franca, refrescos serão servidos. Para maiores informações, visite  http://www.newpaltz.edu/norml/ ou contate  thenextdoor@aol.com, (845) 257-2687 ou (646) 246-8504.
De 27 de Fevereiro a 02 de Março, Abbotsford, CB, Canadá, turnê oratória do porta-voz da LEAP, Norm Stamper. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
De 03 a 05 de Março, Columbia, CO, Conferência Regional do Meio-Oeste do Students for Sensible Drug Policy. Na Universidade do Missouri, contate Joe Bartlett pelo  jbartlett@mail.ru para maiores informações.
De 13 a 26 de Março, Nova Jérsei central, turnê oratória do porta-voz da LEAP, Peter Christ. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
De 22 a 25 de Março, Monterrey, CA, turnê oratória do porta-voz da LEAP, James Anthony. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
De 27 de Março a 10 de Abril, leste do Kansas, concentrando-se em Wichita, Topeka, Lawrence e Cidade do Kansas, turnê oratória do diretor executivo da LEAP, Jack Cole. Contate Bill Shreier pelo  shreier@leap.cc ou Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
29 de Março de 2006, 18:00, Nova Iorque, NY, ?Políticas de Drogas Para o Sindicalista?, fórum para os membros do Local 375 District Council 37, apresentado por LEAP, DPA, CJPF e ReconsiDer. En 125 Barkley St., a dois quarteirões ao norte do Antigo World Trade Center, contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
30 de Março de 2006, 20:00, Los Angeles, Festa do MPP na Mansão da Playboy, entradas $500, visite  http://mppplayboyparty.kintera.org/faf/home/default.asp?ievent=153214 para maiores informações.
De 02 a 08 de Abril, São Luis, MO, turnê oratória do porta-voz da LEAP, Howard Wooldridge. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
De 05 a 08 de Abril, Santa Bárbara, CA, Quarta Conferência Clínica Nacional Sobre a Terapêutica com Cannabis. Patrocinada por Patients Out of Time, detalhes serão anunciados, visite  http://www.medicalcannabis.com para atualizações.
07 de Abril, Charleston Beach, SC, lançamento da ?Jornada pela Justiça Número Sete: Bicicletada por Todo o País pelo Acesso Seguro à Maconha Medicinal?, do paciente de maconha medicinal Ken Locke. Visite  http://www.angelfire.com/planet/bikeride/ para maiores informações.
De 09 a 12 de Abril, Vancouver, CB, Canadá, turnê oratória do porta-voz da LEAP. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
09 de Abril de 2006, 12:00-18:00, Sacramento, CA, ?Cannabis no Capitólio?, marcha pró-maconha medicinal patrocinada pela Compassionate Coalition. No Capitólio Estatal da Califórnia, escadaria esquerda, visite  http://www.compassionatecoalition.org ou entre em contato com Peter Keyes pelo (916) 456-7933 para mais informações.
De 20 a 22 de Abril de 2006, São Francisco, CA, Conferência Nacional da NORML, visite  http://www.norml.org para maiores informações.
De 25 a 27 de Abril, Olímpia, WA, turnê oratória do porta-voz da LEAP, Norm Stamper. Contate Mike Smithson pelo (315) 243-5844 ou  speakers@leap.cc para maiores informações.
De 30 de Abril a 04 de Maio, Vancouver, Colúmbia Britânica, Canadá, ?17ª Conferência Internacional Sobre a Redução do Dano Relacionado às Drogas?, conferência anual da Associação internacional de Redução de Danos. Visite  http://www.harmreduction2006.ca para maiores informações.
De 06 a 07 de Maio, todo o mundo, Marcha Mundial da Maconha, visite  http://www.globalmarijuanamarch.com para maiores informações.
03 de Junho de 2006, 13:00-23:00, Amsterdã, Países Baixos, 10ª Rave Urbana Legalize! Contra a Guerra às Drogas. Visite  http://www.legalize.net ou contate Jonas Daniel Meyerplein pelo +31(0)20-4275626 ou  info@legalize.net para informações.
04 de Julho, Washington, DC, Marcha do Quatro de Julho, patrocinada pela Fourth of July Hemp Coalition. No Lafayette Park, contate (202) 887-5770 para maiores informações.
De 19 a 20 de Agosto, Seattle, WA, Festival do Cânhamo de Seattle, visite  http://www.hempfest.org para maiores informações.
De 09 a 12 de Novembro, Oakland, CA, ?A Saúde do Usuário de Drogas: A Política e o Pessoal?, 6ª Conferência Nacional de Redução de Danos. Patrocinada pela Harm Reduction Coalition, para maiores informações visite  http://www.harmreduction.org/6national/ ou contate Paula Santiago pelo  santiago@harmreduction.org.
Se você gosta do que lê aqui e quer receber estes informes por e-mail, por favor preencha nosso formulário de inscrição em  http://portugues.drcnet.org.


A DRCNet precisa do seu apoio! Doações podem ser feitas pelo cartão de crédito na página  http://www.drcnet.org/donate/ ou podem ser enviadas por correio para a P.O. Box 18402, Washington, DC 20036 ? 8402. As doações para a Drug Reform Coordination Network não podem ser deduzidas no imposto de renda. Contribuições dedutíveis apoiando nosso trabalho educacional podem ser feitas por cheque para a DRCNet Foundation, uma organização 501(c)(3) isenta de impostos, no mesmo endereço.

PERMISSÃO para repassar ou redistribuir qualquer um dos conteúdos da Crônica da Guerra Contra as Drogas estão aqui garantidos. Pedimos que quaisquer usos deste material incluam crédito e, quando apropriado, um link para um ou mais de nossas páginas na Internet. Se a sua publicação costumeiramente paga por publicação, a DRCNet exige cheques como forma de pagamento para a organização. Se a sua publicação não paga pelos materiais, você está livre para utilizá-lo grátis. Em todos os casos, nós pedimos uma notificação para nossos arquivos, incluindo cópias físicas onde o material foi impresso. Entre em contato: Drug Reform Coordination Network, P.O. Box 18402, Washington, DC 20036 ? (202) 293 8340 (telefone), (202) 293 8344 (fax), e-mail  drcnet@drcnet.org.

Artigos de natureza exclusivamente educacional na Crônica da Guerra Contra as Drogas aparecem graças a cortesia da DRCNet Foundation, exceto quando previamente avisado.

***********************************************************
DRCNet DRCNet DRCNet DRCNet DRCNet DRCNet DRCNet DRCNet
***********************************************************

FAÇA UMA DOAÇÃO  http://www.drcnet.org/donate/
INSCREVA-SE NESTA LISTA  http://portugues.drcnet.org/inscreva-se.html
DESINSCREVA-SE ou ATUALIZE-SE  listhelp@drcnet.org
BIBLIOTECA DE POLÍTICA DE DROGAS  http://www.druglibrary.org
PORTAL DE ENTRADA PARA A PÁGINA  http://www.stopthedrugwar.org