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| | livro: Anarquismo Roteiro da Libertação Social de Edgard Leuenroth publicad 1963
livro do fundo do baú: do anarquista brasileiro Edgar Leuenroth "Anarquismo roteiro da libertação social" publicado em 1963
a editora MUNDO LIVRE que existia em função de um grupo anarquista do rio não existe mais depois do regime ditatorial. Assim é difícil encontrar uma edição, e é por isso que passei para o computador. chamo a atenção para a riqueza de informações relacionadas à História brasileira e latino-americana contida no livro (veja o índice no final da notícia). Muito da história que não se conta nas escolinhas. trechos: o começo do livro: "O Porque Deste Livro Neste momento de efervescência político-social torna-se preciso definir princípios como base de ação que objetive a solução dos problemas que ai estão solicitando todas as atenções e que vão surgindo no turbilhão dos acontecimentos. Sujeitar o estudo e a solução dos problemas sociais à direção de homens providenciais, de messias envolvidos por auréolas de onisciência é contribuir para alimentar no povo a mentalidade mística que tem servido de base aos regimes totalitários, contra os quais os povos livres vêm lutando. O movimento revolucionário social de todo o mundo está sendo posto a prova pela situação convulsiva conseqüente do período agônico da organização capitalista. E os anarquistas sentem-se autorizados, pelo exame dos acontecimentos, a afirmar que nada há nos seus princípios que careça de revisão. Mantém-se íntegra, agora como sempre, a estrutura político-econômica, social, filosófica e moral do anarquismo, bem como seu método de ação direta na luta destinada a acabar com o domínio do capitalismo e do Estado, para a implantação do regime libertário, única forma social que poderá proporcionar à humanidade o bem-estar e a liberdade que vem buscando através dos séculos. Da mesma forma, ainda se mantém de pé toda a sua crítica às instituições dominantes do capitalismo e à atuação dos movimentos político-sociais desviados da luta pela vitória do socialismo interpretado em toda a inteireza de sua origem histórica. Animado por essa convicção, decidimos preparar e lançar este livro. São aqui examinados, de maneira a mais completa possível e dentro dos limites das páginas que lhe são destinadas, os problemas que empolgam o povo brasileiro e, com as variantes devidas, todos os povos do mundo. Não falta quem indague sobre a atitude dos anarquistas. Como encaram os problemas em debate e como poderiam ser solucionados de acordo com os princípios que norteiam o programa do anarquismo. Pergunta-se o que fazem os anarquistas, o que pretendem e o que apontam como acertado para a solução da questão social. Que é, afinal, a Anarquia? ? ainda há quem pergunte, até mesmo entre pessoas com todos os cursos escolares. Todas essas indagações encontram respostas satisfatórias em publicações periódicas (jornais e revistas), livros e folhetos que apare-cem em numerosos países e em diversos idiomas. Entretanto, torna-se cada dia mais evidente a necessidade de obras, que examinem os prementes problemas da vida social de nossos dias, de conformidade com a concepção anarquista. Poder-se-á perguntar se aqui não existem obras de estudos sobre os problemas sociais. A resposta só pode ser afirmativa. Existem, sim, e não poucos; mas são livros cuja contextura quase que está ao alcance apenas de elementos especializados ou de estudiosos de altas exigências intelectuais, e não ao alcance do povo interessado no conhecimento do assunto. Há, também, em crescente produção entre os elementos das chamadas correntes da esquerda, as publicações de um socialismo estrangulado pelas peias do nacionalismo desvirtuali-zador presentemente em voga. Mas as obras sobre o anarquismo escasseiam; já não nos vêm mais, do velho Portugal, aquelas preciosas obras de uma coleção cujos livros, hoje raros, se destinguem em estantes de velhos militantes. A ditadura fascista proíbe que os prelos lusitanos funcionem na impressão do pensamento libertário, tão vigoroso naquele umbral da Europa. Poucos são os livros de cará-ter doutrinário editados ultimamente no Brasil. Por isso, os militantes, simpatizantes e estudiosos recorrem às obras estrangeiras, que mandam vir das editoras de países da América e da Europa. Paten-teia-se, portanto, a urgência de edições brasileiras das obras clássicas dos teóricos do anarquismo ou de novos livros que correspondam à necessidade da divulgação, no Brasil, dos princípios libertários. Não podendo ser esta obra exclusiva sua no conjunto de seus elementos, julgou acertado o autor dar-lhe a estrutura de antologia. Juntamente com produções suas, aqui se reúnem devidamente sele-cionados, os escritos de autores libertários mais adequados à finalidade do livro: apresentar os vários aspectos do anarquismo, dando-lhe feição consentânea com o ambiente e com as exigências da atua-lidade. Não é, nem se pretenderia que fosse, um tratado de sociologia, um estudo que possa satisfazer às pessoas de refinamento intelectual. Trata-se de um singelo trabalho embora executado com o máximo do escrúpulo exigido na preparação de uma obra desta natureza. Para o exame em profundidade das bases do anarquismo, de sua história e de suas realizações, os estudiosos poderão recorrer aos livros especializados ? numerosos e de grande valor ? da autoria dos teóricos e militantes líbertários, diversos dos quais são indicados nesta obra. O prefácio do livro está subscrito por um militante de renome internacional: Agustin Souchy. Elemento da velha guarda, nascido na Alemanha,lá começou a participar das lutas libertárias desde a mocidade. Desenvolvendo destacada atividade no campo da organização proletária, tomou parte na reorganização da Associação Internacional dos Trabalhadores (1922). Com o advento do nazismo, começou a peregrinar pelo mundo. Esteve na Espanha durante a revolução de 1936-1939. Visitou depois Israel, a fim de estudar as comunidades descritas em outra parte deste livro, e publicou uma obra em que registra as suas impressões (1). Tendo-se domiciliado no México, de lá partiu para uma excursão de estudos e propaganda pelos países da América Latina. Visitando o Brasil como termo de sua excursão, aqui realizou várias conferências. Por ocasião desse encontro com os libertários brasileiros, teve a oportunidade de examinar esta obra, para a qual escreveu o trabalho que a inicia. Impõe-se encerrar estas notas de esclarecimento salientando a cooperação prestada ao autor por companheiros e amigos, estimulando-o a vencer a sua indecisão ante a responsabilidade de preparar este livro. EDGARD LEUENROTH ?(1) N. da E.: Trata-se da valiosa obra O NOVO ISRAEL lançada pela Editora Germinal Prefácio É fato comum de cada dia encontrar-se em discursos de políticos, como na imprensa e em livros a palavra anarquia como qualificativo de uma situação de desordem, o que demonstra a ignorância em matéria de etimologia e filosofia desses oradores, jornalistas e escritores. Nunca se diz que anarquia significa liberdade e justiça para todos. Em rigosa análise, o ideal de uma verdadeira democracia, a que aspira, em nossos dias, a maioria da humanidade, só se poderá realizar com a ausência da coação econômica e política. Se o povo resolve seus problemas sociais sem a intervenção de políticos profissionais, evitando rigorosamente, ao mesmo tempo, a corruptora burocracia administrativa, então o regime será verdadeiramente democrático, e, portanto, ácrata, isto é, anarquista. Em tal regime existirá a anelada felicidade social. A doutrina anarquista nos apresenta o ideal de uma ordem social sem exploração privada ou estatal, no qual a administração das coisas acabará com a dominação do homem. Esta definição não é nova, mas tem de ser repetida, porque a mentira também se repete sempre. O grande lema do movimento social surgido no século passado era ? PÃO E LIBERDADE PARA TODOS. Nos últimos decênios do século passado e no século atual, sustentaram-se duras lutas para a conquista do pão. Graças a essas lutas e também devido ao progresso técnico e, conseqüentemente, ao aumento da produção de artigos de consumo, a situação material de uma parte dos povos não é tão alarmante hoje como era anteriormente. O fascismo, o nazismo, o peronismo, assim como, igualmente, o bolchevismo, pretenderam assegurar a satisfação das necessidades materiais das grandes massas. Serviram-se, com esse propósito, da antiga divisa ? PÃO E CIRCO. O bolchevismo pôs em lugar da diversão a ilusão do patriotismo proletário. Em todos esses casos, a liberdade foi relegada para o último lugar. Uma ideologia autoritária emprestada ao despotismo milenário infiltrou-se no movimento socialista do século XX, tirando-lhe o conteúdo libertador. Esta lamentável situação exige novo esforço para despertar o espírito de liberdade nos movimentos emancipadores. Por essa razão, o livro de Edgard Leuenroth: "ANARQUISMO ? ROTEIRO DA LIBERTAÇÃO SOCIAL", tem inegável importância na atua-lidade. O autor demonstra-nos que, desde há mais de meio século, também no Brasil os libertários vêm lutando em favor da libertação não somente de uma classe, mas de todas as camadas sociais, e não somente para libertar uma nação, mas toda a humanidade. Esta luta não terminou ainda e continua na ordem-do-dia. Trata-se, hoje como ontem, de conseguir para todos o bem-estar material, as possibilidades educacionais e culturais, bem como as liberdades públicas. É preciso, entretanto, dirigir a lança também contra a ignorância tradicional, os prejuízos religiosos, e combater toda classe dos prejudiciais dogmas que, no passado, impediram e na atualidade ainda impedem o progresso humano na ordem moral. A meta dos anarquistas não é o estabelecimento de uma ordem social ideologicamente pré-fabricada em todos os seus detalhes. A anarquia não é uma sociedade imutável e uniforme: os anarquistas aspiram à emancipação do indivíduo das atrofiantes formas sociais. O movimento libertário caracteriza-se, portanto, menos por seu ideal de uma sociedade perfeita, mais pela dinâmica de suas tendências libertadoras. É um desenvolvimento voluntário no sentido da realização de formas sempre mais livres, mais perfeitas e mais harmônicas da vida social, não sendo, porém, a liberdade, a harmonia ou a perfeição em si.. O livro de Edgard Leuenroth não pretende apresentar um quadro completo da doutrina anarquista em suas diferentes e variadas facetas. Expõe-nos apenas certos aspectos ideológicos, juntamente com algumas idéias de pensadores anarquistas do passado e do presente. O leitor tem, assim, a oportunidade de conhecer um movimento que não visa conquistar o poder político, mas que tem o abnegado, ingrato e, ao mesmo tempo, sublime fim de ajudar o homem a despertar na consciência de si mesmo, sentir palpitar a dignidade humana no coração e salvaguardar a integridade da sua personalidade no embate com múltiplas formas de coação social. A soma dos indivíduos conscientes de si mesmos será o mais seguro sustentáculo da liberdade para todos, no seio da coletividade. Interpretado desta maneira, o anarquismo é menos utópico do que as demais doutrinas sociais. Os anarquistas não esperam a salvação provinda de determinadas soluções violentas, mas também não se fiam em novos salvadores. Se o livro do companheiro Leuenroth contribuir para que seja alcançado esse fim, seu autor, que durante mais de meio século, vem lutando no Brasil em favor de seu ideal libertador, poderá sentir-se satisfeito com sua obra. AGUSTIN SOUCHY 1. Umbral de um Mundo Novo A CAVALGADA DO IDEAL Do fundo das idades: ora fio de água cantando, ora torrente rugidora, a Idéia rola. E avassala. E domina. Foi virtude com Buda; amor com Jesus. Na Grécia, chamaram-lhe filosofia e era o conhecimento da causa; em Roma, foi fé e viveu nas catacumbas. Foi sonho em todos os ergástulos, e nos postos de ignomínia ? refrigério. Foi ? é ? revolta! Inspirou Spartacus e os escravos; era a seiva das "jacqueries" medievais; esteve na tomada da Bastilha. Moldou rudemente, ainda grosseiramente, que a argila é dura ? a Rússia. Ditou a Enciclopédia e tinha então punhos de renda; e ainda ontem passou por aqui, erguida no alto, como uma bandeira, pelo povo que tinha fome. A Idéia, a única capaz de se personificar assim, gera-se no tinir das gargalheiras, nutre-se da dor. Onde estão um escravo e um faminto e um incompreendido ? ela está velando. Às vezes, não a sentem os tristes e morrem sem a conhecer. Enceguecidos pela ambição, pelo orgulho, os poderosos fingem não a ver e quando ela, vestida a túnica inconsútil da verdade lhes aparece em sonhos, correm, doidos, a apunhalar fantasmas. Mas ela reina no mundo. Não há império que tenha tantos súditos, nem religião com tantos adeptos. A sua ronda vai do Oriente ao Ocidente e de pólo a pólo. Levantam-se muralhas, acendem-se fogueiras, fecham-se portos, erguem-se cadafalsos ? para lhe impedir a marcha. E ela passa. Cavalgada fantástica, quanto não dariam os reis para a terem como escolta! Os prodígios que se têm feito, a inteligência que se tem posto à prova, o dinheiro que se tem despendido para evitar que as idéias libertárias se propaguem! Há legiões de homens armados até os dentes, que fazem dessa tarefa o objetivo de toda a sua vida. Insensatos! Quando julgam tê-las sufocado na América fazendo funcionar a cadeira elétrica, elas surgem na França e são a Comuna; quando supõem jugulá-las, espingardeando Ferrer em Montjuich, elas aparecem na Espanha e criam as comunidades libertárias no campo e na cidade. Milhares de anos de violências, séculos de escravidão, foram incapazes, sequer, de atenuar o arrebatamento das idéias. Às vezes, na sua carreira vertiginosa, elas estacam. Descansam. Refazem-se de forças, para continuar, formidáveis. O orgulho dos poderosos chega a supor que, numa cilada, as detém. Ao cabo, encontra, ao canto dum cárcere, um farrapo humano, ou, no fundo dum fosso, um cadáver. E elas lá seguem o seu caminho, sempre para o alto, sempre para a luz. Ouve-se, ao longe, o tropel da cavalgada. Que acordem os que ainda dormem. É tempo. É o triunfo da justiça, é a vitória do amor que chegam; abramos-lhes nossos corações. Poderosos, soou a vossa hora. Ricos, começa a restituição. Mas para que tremer, se acabou a violência?! Soou a vossa hora para o trabalho; começa a restituição do vosso supérfluo. Mais nada. O sangue, esse era só vosso apanágio; a dor, a vossa arma de combate; a extorsão, a vossa tática. Para nós, não. A Idéia que nos deu longanimidade para suportar os vossos vexames e as vossas prepotências, ainda nos exalta para que vos perdoemos. Sede bem-vindo ao seio da Sociedade Nova. Estão ali as ferramentas, além os campos para arrotear. Vamos, que o tempo urge. É dia claro já e foi longa e penosa esta noite. O ideal que foi revolta e liberdade, agora é só ? trabalho e perfeição. Ao trabalho, pois! "A Batalha", Lisboa TUDO MUDA ? NA VIDA FÍSICA E NA VIDA SOCIAL! Tudo muda, tudo é móvel no Universo, porque o movimento é a condição mesma da vida. Outrora, os homens, que o isolamento, o ódio e o medo deixavam na sua ignorância nativa, enchendo-os do sentimento de sua própria fraqueza, só o imutável e o eterno viam em redor. Para eles, o céu era uma abóboda sólida, um firmamento no qual estavam pregadas as estrelas. A Terra era o firme alicerce dos céus e só um milagre podia fazer oscilar sua superfície. Mas, desde que a civilização prendeu os povos aos povos, numa mesma Humanidade; desde que a História atou os séculos aos séculos; desde que a Astronomia, a Geologia fizeram mergulhar o olhar em bilhões de anos para trás ? o homem deixou de ser isolado e, por assim dizer, de ser mortal. Tornou-se a consciência do imperecível Universo. Não relacionando já a vida dos astros nem a da Terra com sua própria existência tão fugitiva, mas comparando-a com a duração da raça inteira, e com a de todos os seres que antes dele viveram, viu a abóboda celeste revolver-se num espaço infinito e a Terra transformar-se num globozinho girando no meio da Via Láctea. A terra firme, que ele pisa aos pés e que julgava imutável, anima -se e agita-se. As montanhas levantam-se a abaixam-se. Não são somente os ventos e as correntes oceânicas que circulam em roda do planeta os próprios continentes deslocam-se com os seus cumes e vales, põem-se a caminhar sobre a redondeza do globo. Para explicar todos esses fenômenos geológicos, já não há necessidade de imaginar súbitas mudanças do eixo terrestre, abaixamentos gigantescos. De ordinário, não é dessa forma que procede a Natureza; é mais calma nas suas obras, modera a sua força, e as mais grandiosas transformações fazem-se sem o conhecimento dos seres, que ela sustenta. Eleva as montanhas e enxuga os mares sem perturbar o vôo de um mosquito. Certa revolução que parece a queda dum raio levou milhares de séculos a completar-se. É que o tempo pertence à Terra: renova todos os anos, sem se apressar, o seu adorno de folhas e flores; do mesmo modo, remoça, no decorrer das idades, os seus continentes pela sua superfície. ELISEU RECLUS" e o índice: "ÍNDICE pags. O Porque Deste livro ? Edgard Leuenroth 5 Prefácio ? Agustin Souchy 8 UMBRAL DE UM MUNDO NOVO A Cavalgada do Ideal ? "A Batalha", Lisboa 11 Tudo Muda ? Na Vida Física e Na Vida Social ? Eliseu Reclus 13 A Utopia de Hoje é a Realidade de Amanhã ? (1) "A Plebe", S. Paulo (2) Luce Fabbri 14 SÍNTESE DO ANARQUISMO Princípios Gerais do Anarquismo ? Errico Malatesta .... 15 A Comuna Livre, Fator Essencial da Sociedade Anárquica George Woodcock 18 O ANARQUISMO E O ANARQUISTA O Anarquismo ? Gigi Damiani 21 O Anarquista ? "Humanità Nuova", Roma 22 Anarquismo e Igualdade ? Souza Passos 25 Os Anarquistas e as Lutas Sociais ? "A Plebe", S. Paulo 27 Os Anarquistas Sempre Presentes ? Edgard Leuenroth .. 28 POR QUÊ OS LIBERTÁRIOS ADOTAM A DENOMINAÇÃO ANARQUIA Palavra que Fere Preconceitos ? Eliseu Reclus 30 Significação da Palavra Anarquia ? (1) Edgard Leuenroth (2) André Girard 30 Interessante Versão Histórica Sobre o Vocábulo Anarquia Edgard Leuenroth 31 Devem os Anarquistas Renunciar a Palavra Anarquia? ? G. Cello 32 págs. 5. BASES ÉTICAS DO ANARQUISMO A Moral Anarquista ? Pedro Kropotkine 35 Concepção Ética do Anarquismo ? B. Cano Ruiz, "Tierra y Libertad" 38 Idealismo e Materialismo ? Errico Malatesta 4 2 6. MÉTODOS DE AÇÃO, MEIOS E FINS Método de Ação ? José Oiticica 47 Fins e Meios ? Victor Franco 48 Federalismo Anarquista ? Migue] Bakunine 50 Luta de Classe ou Luta Humana? ? Ugo Fedelli 51 Por Quê os Anarquistas não Aceitam a Ação Político-Elei-toral ? (1) Edgard Leuenroth... (2) Ação Direta, Rio de Janeiro 54 O Emprego da Violência ? Luis Bertoni 58 A Defesa da Nova Organização Social ? Victor Franco .. 60 O Povo Libertado Defenderá o Regime de Igualdade Social ? Edgard Leuenroth 61 7. O ANARQUISMO E AS DEMAIS CORRENTES DO SO CIALISMO O Verdadeiro Socialismo esta com o Anarquismo ? Edgard Leuenroth 64 Anarquismo e Marxismo ?G. Ernestan 65 A Ditadura do Proletariado e o Socialismo ? Edgard Leuenroth 70 8. AS ESCOLAS DO SOCIALISMO Estrutura Política do Socialismo ? Edgard Leuenroth .... 73 Estrutura Econômica do Socialismo ? Edgard Leuenroth 75 Síntese Fundamental das Bases do Anarquismo ? Edgard Leuenroth 78 9 ORIGEM E DESENVOLVIMENTO DO ANARQUISMO Primórdios ? Edgard Leuenroth 81 Estruturação Fundamental ? Jacinto Cinazo, "Recons truir", Buenos Aires 83 Formação Doutrinária ? Jacinto Cinazo, "Reconstruir", Buenos Aires 84 Tomada definitiva de Posição ? Edgard Leuenroth 86 Desenvolvimento Orgânico ? Edgard Leuenroth 88 Presença Atual ? Edgard Leuenroth 91 Dados sobre o Anarquismo no Brasil ? Edgard Leuenroth 101 Origens e Primórdios de Atividade ? Neno Vasco 102 Apontamentos Elucidativos ? Edgard Leuenroth 105 Os Anarquistas no Movimento Proletário ? Edgard Leuenroth 107 Nos Movimentos de Protesto Contra a Reação e de Reivin- dicações Populares ? Edgard Leuenroth 109 Em Defesa das Liberdades Públicas e dos Direitos do Cida- dão ? Edgard Leuenroth 110 Contra a Carestia da Vida ? Edgard Leuenroth 111 A Luta Antifacista ? Edgard Leuenroth 111 Contra o Imperialismo Ultramontano ? (1) Edgard Leuenroth. (2) Neno Vasco 113 Contra o Militarismo e a Guerra ? Edgard Leuenroth ... 115 Uma Tentativa de Greve Geral Revolucionária ? Edgard Leuenroth 116 Nos Movimentos Revolucionários ? Edgard Leuenroth .. 119 Nas Manifestações de Solidarismo ? Edgard Leuenroth 120 No Campo da Educação e Cultura ? Edgard Leuenroth 126 Os Congressos Anarquistas no Brasil ? Edgard Leuenroth 127 Conferência Libertária de São Paulo, em 1914 ? Edgard Leuenroth 128 Congresso Anarquista Nacional, do Rio de Janeiro ? Edgard Leuenroth 129 Congresso Internacional da Paz, no Rio de Janeiro, em 1915 ? Edgard Leuenroth 129 Congresso do Partido Comunista-Anarquista, no Rio de Janeiro em 1919 ? Edgard Leuenroth 130 Congresso Anarquista de São Paulo, em 1948 ? Edgard Leuenroth 131 Congresso Anarquista Nacional de 1953, no Rio de Janeiro ? Edgard Leuenroth 132 Encontro Libertário de 1958, no Rio de Janeiro ? Edgard Leuenroth 133 Conferência Libertária Nacional de 1959 em São Paulo ? Edgard Leuenroth 133 Reação Contra o Movimento Anarquista no Brasil ? Edgard Leuenroth 134 10. A VIDA SOCIAL A MARGEM DO ESTADO Objetividade do Anarquismo ? Jacinto Cinazo, "Recons truir", Buenos Aires 136 As Experiências de Livre Convivência ? Edgard Leuen- roth 139 Uma População Livre no Tempo da Guerra do Paraguai ? Edgard Leuenroth 140 A Colônia Cecília do Paraná ? Edgard Leuenroth 141 Nossa Chácara e Outras Iniciativas ? Edgard Leuenroth 142 As Comunas Macknovistas da Ucrania ? Pedro Archinoff 154 As Colônias Comunitárias de Israel ? (1) Edgard Leuenroth... (2) Apolonio Salles... (3) Alberto Denes .... 158 As Coletividades Libertárias na Espanha ? "A Plebe", S. Paulo ? 165 A Significação da Experiência Anarquista na Catalunha ? George Orwell 166 Na Vida do Campo ? "A Plebe", São Paulo 167 O Exemplo da Vida Libertária em Ronda ? Edgard Leuenroth 169 A Comuna de Bot ? A. Benages 172 Nas Minas de Fosfato da Catalunha ? "A Plebe", São Paulo 174 Os Transportes Coletivos de Barcelona ? "A Plebe", São Paulo 176 Na Fábrica Hispano-Suíça ? "A Plebe", São Paulo 178 Atividades de Organizações Comunitárias no Uruguai ? "La Protesta", Buenos Aires 176 Uma. Comunidade de Trabalho de Lã de Buenos Aires ? "Tierra y Libertad", México 179 11 SITUANDO O ROTEIRO DA LIBERTAÇÃO Democracia Libertária e não Corrida aos Postos de Mando e Representação ? Edgard Leuenroth 181 Atualidade do Anarquismo ? 'Tierra y Libertad", México 183 Posição dos Anarquistas na Hora que Passa ? "L'Adunata dei Refrattari", Nova York 185 12 ELEMENTOS FUNDAMENTAIS DA SOCIEDADE CAPITA- LISTA O Estado (1) Jacinto Cinazo... (2) "L'Adunata dei Re frattari", Nova York 190 Governo e Socialismo ? Errico Malatesta 193 Parlamento, Lei e Justiça ? José Oiticica 195 A Propriedade Privada ? Neno Vasco 197 A Organização Militar ? (1) José Oiticica; (2) Edgard Leuenroth 199 A Religião ? José Oiticica 202 13 PROBLEMAS CARACTERÍSTICOS DA DOMINAÇÃO CA- PITALISTA Casamento, União Livre e Família ? Helodoro Salgado ... 204 Educação e Ensino ? "Revista Liberal", João Penteado, Souza Passos, Soledad Gustavo 207 A Prostituição ? José Oiticica 213 O Crime ? Luigi Molinari, Agostinho Hamon, Pedro Kro- potkine 214 14. ANTE O PERÍODO AGÔNICO DA SOCIEDADE CAPITA- LISTA Situação de Sobressaltos, Vexames e Misérias ? Diego. A. Santilhan 220 15. AINDA A CAMINHO PARA UM MUNDO LIVRE Um Apelo e uma Afirmação ? Edgard Leuenroth 229" boa leitura.
grande contribuição Fala, Cardines, que legal que você postou o livro aqui no CMI. Tenho certeza que ele será útil à muitas pessoas. Grande abraço, Lu. quem é que pergunta? quem é que coloca esses pontos de interrogação nas matérias?? é o cmi? parece um leitor onisciente! tudo que nunca ouviu falar coloca um monte de ??? OUTRO LINK (ALTERNATIVO) Já que este link parou de funcionar, pelo menos pra mim, então tem essa outra fonte: http://www.4shared.com/file/5662863/4b806932 e esse outros para ver muitos outros livros para livre dowload: http://www.4shared.com/dir/1104012/94135a8/sharing.html aqui em baixo deve aparecer um link hahahaha V V V V ATENÇÃO LINKS ZUADOS ÚLTIMA VEZ. Apesar dos links estarem funcionando eu descobri que o arquivo deles está zuado com sobreposições de textos, então eu vi que TEM UM LINK QUE O DOCUMENTO ESTÁ BOM, é este: http://www.4shared.com/file/5999750/56ff8e73 qualquer coisa, se der merda de novo me mande um e-mail que eu passo o .doc: cardinesazevedo@yahoo.com.br
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