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| | Somos poucas, porém batalhadoras
É pelo enfrentamento à violência contra a mulher bissexual e lésbica que, durante a 9ª Parada do Orgulho LGBT de Brasília, integrantes da Liga Brasileira de Lésbicas do Distrito Federal (LBL-DF) e mulheres independentes organizarão um ato contra a violência por orientação sexual onde lembrarão as mulheres que sofreram violência e/ou morerram em decorrência de sua orientação. As manifestantes estarão de preto em luto para simbolizar essas mortes. O intuito do ato é incitar o debate e trazer alguns casos de lesbofobia e trazer alguns casos de crimes de homofobia para que o público da 9ª Parada do Orgulho LGBT de Brasília, tome isto como pauta emergente na agenda de ações. Afirmar que todas as mulheres estão expostas à violência não permite refletir os diferentes tipos e intensidades de violência a que as mulheres estão submetidas. A violência por orientação sexual no caso deste ato, violência contra mulheres bissexuais e lésbicas, deve ser vista como prioridade dos debates e ações. Historicamente, as mulheres têm lutado muito para conquistar seus espaços dentro de uma sociedade patriarcal-machista e capitalista. Dentro de alguns espaços da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), a lógica não difere muito. Desde segunda-feira tem rodado em listas de discussão e sites alternativos, uma carta de repúdio assinada pela Liga Brasileira de Lésbicas do Distrito Federal onde revelam a inexistência de microfone no Trio das Mulheres desde a Parada do Orgulho LGBT de Brasília do ano passado. E que existe o risco de se repetir na próxima Parada que será neste domingo (25/06) em frente ao Congresso Nacional. Esta ação conseguiu chamar a atenção e sensibilizar movimentos feministas e de direitos humanos quanto as hierarquias de gênero existente em alguns setores do movimento LGBT. Mulheres sem voz | Violência contra Lésbicas | Denúncia será levada à ONU | Entidade quer apuração de violência brutal contra lésbicas | Diretoras da Associação Lésbica Feminista de Brasília são ameaçadas em Brasília | Mulheres de Brasília querem poder falar ao microfone na 9a. Parada! | Relações de Poder dentro da comunidade LGBT | Alhos por Bugalhos
Absurdo Eu sou heterossexual, mas sou completamente a favor do fim das amarras sociais que estão pulverizadas na sociedade em geral e martirizam a aceitação do que é normal. O que não é normal é o que sofri. E a maioria que vive o pavor que passei geralmente nem se manifesta. Fui estuprada no campus da UnB e me sinto revoltada por ser injustiçada. Não recebi nenhum tipo de apoio da instituição, por enquanto, e acredito que a situação pavorosa que passei continuará impune. A inextinguível dor, em todos os aspectos, faz parte de mim e da revolta que carregarei eternamente. A minha honestidade, meu caráter e minha integridade permanecerão inertes nessa sociedade mascarada em que vivemos. É preciso que haja justiça e fim da relutância no que diz respeito à coragem de se manifestar quando se sentir ameaçada ou desrespeitada. É a união feminina que poderá mudar todo o ciclo de mediocridade que assola a sociedade brasileira. VIVA A TOLERÂNCIA Falta tolerância nessa sociedade hipócrita, falta amor aos corações insandecidos, falta sabedoria nas mentalidades impregnadas pela tolice, falta compaixão, solidariedade... por isso tanto preconceito e discriminação entre nós. Viva a liberdade e a opção sexual de cada ser humano!! Decadência do ser Humano vivemos no mundo de total depravação do ser humano mulher achando que e normal casar com mulher e homem com homem. como dizia aquele velha musica "vale vale tudo só não vale ficar homem com homem e nem mulher com mulher". brincadeiras a parte todo estudante acadêmico e nem precisa ser de psicologia, sabe que essas pessoas sofreram um distubio na fase falica da sua vida. então proucure tratamento já. cruz credo! david, limpa o sorvete da testa. tu ta bobo ou quer 10zão?
quem ta precisando de tratamento é você... pelo jeito a universidade ta te fazendo mal. voilà sua cura: larga mão de ser ideinha, pega uma mochila e vai viajar, cumpadi! e não! a formação da sexualidade não pode ser respondida apenas com freud; é muito mais complicado que isso e, me desculpa, mas já fazem alguns bons anos que esta problemática já está "resolvida". usar a fase fálica do bostica mal resolvido pra tentar responder a uma questão dessas é tão anos 80, fofo. e olha que nem precisa ser estudante (DE NADA, aliás) pra saber disso.
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