| POA - Dia Internacional dos Direitos Animais Por Olívia 11/12/2006 às 13:41 Fotos da Manifestação no Dia dos Direitos Animais, em Porto Alegre. Participaram os grupos GAE-POA (Grupo Antiespecismo), AnimaNaturalis e ainda a Sociedade Vegetariana Brasileira (grupo Porto Alegre). Pelo Fim da Escravidão Animal!          Animais: dia de conscientizar Maria de Nazareth Hassen Grupo AntiEspecismo Porto Alegre (GAE)
No dia 10 de dezembro, domingo, organizações e ativistas de direitos animais de 12 capitais do Brasil deflagraram uma ação inédita no país: divulgar o Dida, Dia Internacional dos Direitos dos Animais. A data é uma alusão à ratificação, na ONU, da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948 e visa chamar atenção para a necessidade do reconhecimento dos animais como sujeitos de direitos, capazes de sentir e sofrer.
Desde que a humanidade se desenvolveu em termos tecnológicos, não houve idêntico investimento em ética ambiental. Homens e animais vivem em guerra constante. Ela nem sempre é reconhecida, porque as batalhas mais sangrentas não se dão à vista, mas nos bastidores dos picadeiros, nos treinamentos dos animais de circo, nas armadilhas em florestas, nos laboratórios, nas testagens em indústrias, nos centros de controle de zoonoses, nos criatórios e nas lojas de animais domésticos, nos treinamentos militares, nos oceanos e nos matadouros. Os manifestantes pediram trégua.
Para os ativistas, a questão não diz respeito a bem-estar animal, mas a sua libertação, de tal modo que se reconhecem como abolicionistas do presente, estabelecendo paralelo entre a defesa animal e a condenação ao racismo que pautou épocas recentes. Assim como os escravos, hoje os animais são considerados propriedade mercantil.
Algumas das tantas reivindicações dos grupos são o fim da vivissecção (experimentos com animais vivos), rotulagem em produtos que utilizam animais em testes, criação de delegacias de animais, proibição de rodeios e circos com animais, conservação dos hábitats e, por fim, os atos pretendem difundir o veganismo, estilo de vida de pessoas que prescindem do sofrimento animal, e que, portanto, não utilizam quaisquer produtos de origem animal (carne, lã, couro, gelatina, leite), não vão a zoológicos e não compram animais de estimação. Enfim, trata-se de uma relação com os animais não-humanos que passa pela sua não-exploração, dentro da tese de que os animais não nos pertencem. A reflexão que os atos do dia 10 querem despertar se traduz pela pergunta: quem nos deu o direito de tratarmos os animais como nossa propriedade?
>>Adicione um comentário Agradecemos aos grupos que levaram as ruas de POA, a triste realidade da vida animal em nosso Planeta, este quadro precisa de mudanças urgentes.Vimos em todo País as manifestaçãoes realizadas pelos ativistas com o coração e esforços conscientes pelo fim da escravidão a que os animais são submetidos pelos humanos. A Mídia oficial é especista e extremamente contraditória, em um mesmo programa fala da preservação da amazonia e estimula a pecuária levando à população informação enganosa,colaborando com a omissão coletiva. Assim agredecemos a CMI Brasil por esta matéria que será veiculada a nível intenacional, por todos os ativistas ambientais sérios. Marcia Lima - Grupo OCA*SVB  | Dia 10 de dezembro de 2006 mostrou que não dá mais para ficarmos impassíveis diante do sofrimento impingido a animais que têm sido sacrificados para servir ao ser humano. Até hoje isto era visto como ?natural?: matar um animal para comer; ferir um animal para fazer testes para que empresas de cosméticos obtenham lucros ou ,com respaldo legal, causar sofrimento em animais para divertir uma espécie que valoriza o lado ?racional? e se diz inteligente em relação às demais espécies. Na hora de matar para comer nos dizemos animais, esquecendo de culturas de pessoas saudáveis vegetarianas há muitas gerações que não fazem uso de carne e na hora de sacrificar para fazer experimentos ou para testar a coragem de homens que subjugam outras espécies que não podem se defender, ou ainda, na hora de usar um casaco de peles que significa a morte e o sofrimento de muitos animais, pretendemos nos chamar ?humanos? para desculpar a necessidade de sacrificarmos animais. Também esquecemos de que não precisamos matar para comer, que estamos longe do período em que não tínhamos o acúmulo de conhecimento para perceber a desigualdade de recursos dos ?humanos? em relação aos animais encurralados sem nenhuma possibilidade de escolha. E o que dizer da caça, das touradas, e de tanta dor que temos causado a tantas espécies de animais! Dia 10 de dezembro, mostrou o trabalho de grupos e pessoas que não pensam assim. Mostrou que não somos poucos, somos críticos e exigentes e não acreditamos que os animais e a natureza existem para nos servir e que faremos tudo que está ao nosso alcance para abolir completamente o sofrimento animal causado pelos seres humanos.  | Tratar a bicharada com mais carinho do que se dispensa aos humanos, não é novidade. A diferença é que atualmente os animais até direitos tem. Que chique. Ouvi dizer que com o progresso da informática dentro em breve os humanos poderão se alimentar de carne virtual. Isso é que é proteção aos animais.
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