| O mito da beleza Por Naomi Wolf 14/01/2007 às 20:09 "O Mito da Beleza: como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres" , de Naomi Wolf, foi publicado em português em 1992, e hoje se encontra esgotado, não obstante sua importância e atualidade. A cópia digital do livro foi realizada de forma a preservar a formatação original, permitindo citações em trabalhos acadêmicos. Naomi Wolf - O mito da beleza.pdf - "Estamos em meio a uma violenta reação contra o feminismo que emprega imagens de beleza feminina como arma política contra a evolução da mulher" ? diz Naomi Wolf nesse livro de leitura agradável, repleto de dados estatísticos e observações sagazes.
Liberada, profissionalmente capaz de competir com os homens em todos os níveis, ativa, apta a lidar com a dupla jornada ? trabalho e lar ?, a mulher de hoje enfrenta, na realidade, uma tripla jornada. Nas horas de folga de suas múltiplas atribuições, ela investe obsessivamente em sua beleza, para manter a juventude e a formosura que lhe permitirão preservar justamente trabalho e lar.
Versão moderna dos controladores sociais instituídos pela Revolução Industrial, o mito da beleza não deixa a mulher vencer seu maior dilema: o espelho nem sempre lhe retornar as imagens que a pornografia e a publicidade instituíram como os novos símbolos do sagrado.
Com O mito da beleza Naomi Wolf surpreende quem achou que a mulher havia percorrido todos os caminhos possíveis e reatualiza as trilhas apontadas por pioneiras como Gloria Steinem e Germaine Greer.
=======================================================
"O Mito da Beleza: como as imagens de beleza são usadas contra as mulheres" , de Naomi Wolf, foi publicado em português em 1992, e hoje se encontra esgotado, não obstante sua importância e atualidade.
A cópia digital do livro foi realizada de forma a preservar a formatação original, permitindo citações em trabalhos acadêmicos.
URL:: http:// >>Adicione um comentário excelente livro! Mulher (Sexo - Frágil) Erasmo Carlos
Dizem que a mulher é o sexo frágil Mas que mentira absurda Eu que faço parte da rotina de uma delas Sei que a força está com elas Veja como é forte a que eu conheço Sua sapiência não tem preço Satisfaz meu ego se fingindo submissa Mas no fundo me enfeitiça
Quando eu chego em casa à noitinha Quero uma mulher só minha Mas pra quem deu luz não tem mais jeito Porque um filho quer seu peito O outro já reclama sua mão E o outro quer o amor que ela tiver Quatro homens dependentes e carentes Da força da mulher
Mulher, mulher Do barro de que você foi gerada Me veio inspiração Pra decantar você nesta canção Mulher, mulher Na escola em que você foi ensinada Jamais tirei um 10 Sou forte, mas não chego aos seus pés.
Excelente livro. Fiz um link pra este artigo em meu blog.  | Queres uma mulher só tua? E ainda chamas isso de amor?
"Quando vemos uma pessoa sofrer, aproveitamos com gosto essa ocasião que se oferece de nos apoderarmos dela; é o que faz o homem caridoso, o indivíduo complacente; chama também de ?amor? a este desejo de uma nova posse que despertou na sua alma e tem prazer nisso como diante de uma nova conquista iminente. Mas é o amor sexual que se revela mais nitidamente como um desejo de posse: aquele que ama quer ser possuidor exclusivo da pessoa que deseja; quer ter um poder absoluto tanto sobre a alma como sobre o corpo, quer ser amado unicamente, habitar e reinar na outra alma como o mais alto e o mais desejável. Se considerarmos que isso não significa outra coisa senão excluir o mundo inteiro do gozo de um bem, de uma felicidade preciosas; se pensarmos que aquele que ama visa empobrecer e privar todos os demais competidores, e tornar-se o dragão do seu tesouro, sendo o mais implacável ?conquistador?, o explorador mais egoísta; se imaginarmos, por fim, que todo o resto do mundo lhe parece indiferente, desbotado, sem valor, e que se encontra disposto a efetuar qualquer sacrifício, a perturbar qualquer ordem estabelecida, a relegar para um segundo plano qualquer interesse; então, espantamo-nos que esta cupidez bárbara, esta furiosa injustiça do amor sexual tenha sido a tal ponto glorificada, divinizada, em todos os períodos da história, que se tenha extraído desse amor a idéia de amor concebida como contrária do egoísmo, quando representa sua expressão mais direta. Esse uso lingüístico, evidentemente, deve ter sido criado por aqueles que não possuíam e desejavam possuir ? talvez tenham provavelmente existido sempre em maior número. ......Existe realmente, aqui e além na terra, uma espécie de prolongamento do amor, no qual o desejo que dois seres experimentam um pelo outro dá lugar a um novo desejo, a uma nova cobiça, a uma sede superior comum, a de um ideal que os ultrapassa a ambos: mas quem é que conhece tal amor? Quem já o viveu? O seu verdadeiro nome é amizade. Nietzsche, Gaia Ciência.  | Só pra entender, Roberval, Nietzsche, em última análise, via a monogamia como uma prisão é isso? Olá, Genoíno. Eu tb tô tentando entender as coisas, portanto não tenho respostas definitivas. Minhas respostas são questionáveis. É provável que Nietzsche achasse que a monogamia era uma prisão, já que a monogamia significa fidelidade conjugal e exclusivismo sexual. Pelo jeito, amar, para Nietzsche, era sinonimo de promiscuidade.  | Woman is the Nigger of the World John Lennon Woman is the nigger of the world Yes she is...think about it Woman is the nigger of the world Think about it...do something about it
We make her paint her face and dance If she won?t be slave, we say that she don?t love us If she?s real, we say she?s trying to be a man While putting her down we pretend that she is above us
Woman is the nigger of the world...yes she is If you don?t belive me take a look to the one you?re with Woman is the slaves of the slaves Ah yeah...better screem about it
We make her bear and raise our children And then we leave her flat for being a fat old mother then We tell her home is the only place she would be Then we complain that she?s too unworldly to be our friend
Woman is the nigger of the world...yes she is If you don?t belive me take a look to the one you?re with Woman is the slaves of the slaves Yeah (think about it)
We insult her everyday on TV And wonder why she has no guts or confidence When she?s young we kill her will to be free While telling her not to be so smart we put her down for being so dumb
Woman is the nigger of the world...yes she is If you don?t belive me take a look to the one you?re with Woman is the slaves of the slaves Yes she is...if you belive me, you better screem about it.
We make her paint her face and dance  | Ofélia: Senhor, com que a beleza poderia ter melhor comércio do que com a virtude? Hamlet: O poder da beleza transforma a honestidade em meretriz mais depressa do que a força da honestidade faz a beleza se assemelhar a ela... Ofélia: O que quer dizer Vossa Senhoria? Hamlet: Que se você é honesta e bonita, sua honestidade não deveria admitir qualquer intimidade com a beleza.
Shakespeare, Hamlet O link não está funcionando. Gostaria muitíssimo do livro. Há possibilidade de retornar? A Maçã
Se esse amor ficar entre nós dois Vai ser tão pobre amor, vai se gastar Se eu te amo e tu me amas E um amor a dois profana O amor de todos os mortais Porque quem gosta de maçã Irá gostar de todas Porque todas são iguais Se eu te amo e tu me amas E outro vem quando tu chamas Como poderei te condenar Infinita tua beleza Como podes ficar presa Que nem santa no altar Quando eu te escolhi para morar junto de mim Eu quis ser tua alma, ter seu corpo, tudo enfim Mas compreendi que além de dois existem mais O amor só dura em liberdade O ciúme é só vaidade Sofro mas eu vou te libertar O que é que eu quero se eu te privo Do que eu mais venero Que é a beleza de deitar
Raul Seixas copetitioner andaqui unscrutinizing effloresce observableness taffymaker palaeodendrologist graceful Industrial Television Services, Inc. http://www.bettercarbuy.com/  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  | mto obrigada por disponibilizar o livro para download neste site. mesmo! um abraço, pati
|