| Relato e fotos do Ministério Público na Providência (RJ) Por Rede de Comunidades contra a Violência 12/01/2008 às 18:32 Na sexta-feira, 11/01, durante a ida do Ministério Público na Associação de Moradores do Morro da Providência, o sub-procurador de Direitos Humanos do MP, Leonardo Chaves, ouviu os relatos sobre casos de abusos e violência policial.  Reunião com o MP na Associação  Marca de tiro de fuzil na janela da Associação  Fachada da Associação: debaixo da janela, o art. 1 da Declaração de DDHH  Caminhão e soldados do Exército na Rua Barão da Gamboa  Soldados com pistola em punho na Barão da Gamboa  Soldados observam a favela Moradores da comunidade contaram que durante a ocupação do exército na Providencia, agressões verbais e físicas se tornaram cotidianas. As ruas estão escuras, pois os policiais atiram nas lâmpadas. Alguns moradores chegaram a ouvir policiais dizendo "Acabou a festa, todo mundo pra dentro, enquanto atiravam nas lâmpadas". Todos os dias a partir das 17 horas, os policiais realizam blitz em três ruas que cercam a favela. Na Barão da Gamboa, um caminhão do exército estaciona próximo ao prédio da Associação de Moradores enquanto os soldados armados fazem revistas. A partir das 20h, é decretado um "toque de recolher" informal na comunidade, pois os soldados mandam todos irem para suas casas e não saírem mais. Apesar do medo, alguns familiares de vitimas deram suas declarações. Mesmo antes desta ocupação do exército, os moradores da Providência ja vinham sofrendo por conta do novo comando do GPAE que atua na comunidade. Desde a entrada do capitão Zuma, já ocorreram 19 execuções de moradores. Seguindo orientações do sub-procurador Leonardo Chaves, a associação de moradores da Providência irá preparar um dossiê reunindo todos os casos de violência ocorridos ultimamente. Além de moradores da Providência, o Ministério Público ouviu também moradores do Morro do Pinto e do Jacarezinho (ver por exemplo, notícia no Globo Online http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/01/12/ministerio_publico_vai_investigar_acao_da_policia_no_jacarezinho_crianca_morta_enterrada_no_caju-327992823.asp) Comissão de Comunicação da Rede
Email:: redecontraviolencia@grupos.com.br URL:: http://www.redecontraviolencia.org >>Adicione um comentário so os moradores ligados a bandidagem e os usuários de drogas nao estão gostando da presença do exercito no morro, o morador que nao tem ligaçao nenhuma com o trafico esta adorando, ja os moradores da rua cunha barbosa e rua do monte e rua do livramento estão em desespero, porque os bandidos montam barrigadas, obrigam moradores a abrir as portas para eles fugirem, se escondem no matagal, que fica atras da rua cunha barbosa quando a policia chega nao encontra ninguem, apagam as luzes, a policia vai embora eles voltam a vender a droga, chega a fazer fila, e quem se opor a eles é vala, todo dia a policia da batida nessas ruas e eles estao fortemente armados e ja falaram que vao quebrar aqueles moradores que falarem alguma coisa. porque o exercito tambem nao fica aqui na rua do monte seria nossa salvação.
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