| Ativistas da VEGAN STAFF.org são agredidos Por VEGAN STAFF 16/07/2008 às 21:48 Ativistas da VEGAN STAFF.org são agredidos durante manifestação na SBPC em Campinas São Paulo, 16 de Julho de 2008
À Imprensa
A VEGAN STAFF.org, organização que defende e luta pela libertação animal em âmbito nacional desde meados de 2005, vem, através desta, assinar, justificar e concluir uma semana inteira de atuação em Campinas, especificamente na UNICAMP, quando, nesta ocasião, estava sendo realizado a 60º SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da ciência). Dividido em 17 Núcleos, especificamente o Núcleo 7 tratava diretamente da discussão sobre Testes com Animais durante os dias 15 e 16 de Julho. E nesta ocasião, a VEGAN STAFF.org fez a ultima atuação demonstrando a posição contrária à essa discussão travada pela organização do evento e pela coordenadora, Sra. Regina Pekelmann Markus, que nitidamente deu um posicionamento UNILATERAL ao tema. O ato realizado consistiu em apresentar o lado de quem não esta disposto a dialogar sobre ?matar ou não matar? enquanto os assassinatos continuam acontecendo. Existem muitos meios de manifestação e esse foi o meio encontrado pela VEGAN STAFF.org Ao longo de toda semana, existiram protestos não só da VEGAN STAFF.org, mas de vários outros grupos e indivíduos que também encontraram seus meios de protestar contra a ?aceitação? de assassinar uma vida inocente. Após a ação, membros da VEGAN STAFF.org e alguns indivíduos contrários à realização do Núcleo 7, foram agredidos e colocados para fora do local da realização do I FÓRUM DAS COMISSÕES DE ÉTICA EM EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL DO BRASIL que fechou o ciclo de debates dentro do NÚCLEO 7 da SBPC. Cartas (em anexo) foram enviadas à organização do evento e à Coordenadora do Núcleo, Sra. Regina Pekelmann Markus.
CARTA Á Regina Pekelmann Markus:
São Paulo, 16 de Julho de 2008
À Sra. Regina Pekelmann Markus
Talvez os motivos já estejam bem claros. Mas pensamos que ainda desta forma, algumas palavras devam ser bem definidas. Foi dito que a tinta vermelha seria ?o sangue dos Inocentes?. Da mesma forma, mesmo existindo uma repudia não pessoal, mas social aos atos que a senhora pratica em relação aos animais, hoje, e nesta ação a sua personalidade foi absolutamente irrelevante. Você não representou em nosso ato, a Regina, mas sim, a ?ciência?. E nós? Nós não temos uma cara... nós não temos um nome... nós não temos um único grupo. Nós somos a sociedade que esta cansando de conversar e aturar o discurso quase que decorado de todos vocês (leia-se: CIÊNCIA). Ontem foram travadas batalhas e lutas sangrentas em defesa da vida humana. Lutamos e soubemos nos organizar contra uma ideologia Nazista. Lutamos e soubemos nos organizar contra a tirania militar. Lutamos e soubemos nos libertar de um pensamento racista. Hoje os que sofrem com a tirania praticada pela ciência nada podem fazer. Contra dentes afiados e pontiagudos dos primatas, vocês têm seus anestésicos. Contra os berros dos ratos, vocês têm os seus bisturis. Contra os latidos dos cachorros, vocês têm a força bruta. E o que dizer agora desse ato? A sociedade clama não mais pelo diálogo. Uma vida não pode esperar sob tortura ser ou não liberta. Enquanto dialogamos, nada muda! Vocês contornam através de seus discursos e se escondem por detrás de um diploma e justificam o assassinato que vocês sabem que praticam, em nome de uma dita ciência e de um pseudo apelo de cura.
O sangue continua sendo derramado. Você sabe! Nós sabemos! O pequeno ?problema? que você (ciência) terá que enfrentar à partir de agora, é que não existe diálogo enquanto você estiver com um bisturi sujo de sangue de uma vida inocente nas mãos... Seremos pacíficos até que você consiga esconder os seus atos bárbaros da sociedade. Mas quando ela começar a ver que essa falsa sensação de segurança que a ciência prega esta manchada de muito sangue, os questionamentos serão mais enérgicos e diretos.
Pense sobre isso. Pense sobre seus atos. E procure se informar sobre métodos alternativos. Eles existem, e você não será a primeira nem a última a adotá-los.
VEGAN STAFF.org
CARTA À Organização da SBPC:
São Paulo, 16 de Julho de 2008
À Organização da SBPC 2008
Em pleno século XXI, e em um evento de relevância internacional, o mínimo que se verifica é a falta de um dos lados de uma moeda que entrou em discussão no Núcleo 7 da SBPC 2008. Técnicas e profissionais renomados, tudo minuciosamente preparado para uma seqüência de discussão sobre um tema tão importante nos dias de hoje! Ciência? Não! ÉTICA! Se a proposição de uma discussão séria e que vise melhorias futuras deve ter no mínimo um questionamento ético envolvido em sua raiz, pois de nada poderíamos nos gabar de uma tecnologia e pesquisa de ponta, sendo tão duros e cruéis os nossos métodos. A comunidade cientifica de hoje se envergonha dos atos praticados por ?médicos? nazistas contra ciganos e judeus. E negam observar sequer aqueles estudos, pois foram eles praticados em humanos. Verdadeiras atrocidades trazidas à baila no fervor de um questionamento MUNDIAL sobre o uso de animais em experimentos. Isso é ético? Existe ética na experimentação? Dúvidas talvez cegas aos olhos ambiciosos daqueles que ainda conseguem enxergar lucro na perpetuação desta pratica que, inclusive, países de primeiro mundo simplesmente aboliram ou estão em processo de abolição. E se hoje estamos correndo para mostrar a pesquisa e a ciência em âmbito nacional de uma forma verdadeiramente ética, não será ela manchada de sangue que irá conquistar o respeito e o respaldo, não da ciência dessas outras nações... mas de toda uma sociedade. Lamentamos o fato de não ter tido a proposição de um debate sério, mostrando meios e interesse da comunidade cientifica local a questionar seus métodos e buscar por meios realmente precisos e livres do assassinato de vidas inocentes. Se a ciência deve ou não prosseguir... talvez essa seja uma outra questão. Mas a certeza é que a Ciência não deve passar por cima da VIDA! Se a história relatou-nos outros trechos de conflito. Este esta sendo mais um. E um dia, ainda iremos nos envergonhar de olhar para trás e lembrar que já assassinamos humanos para estudá-los. Assim como nos envergonharemos de termos assassinado não humanos para justificar esses tais ?avanços? da ciência.
VEGAN STAFF.org
Email:: contato@veganstaff.org URL:: www.veganstaff.org >>Adicione um comentário Não mais se calar, nosso silêncio promove o grito de horror dos animais nos laboratórios. Acho admirável a Vegan Staff contar somente metade da história. Eu estava na reunião da SBPC todos os dias e NINGUÈM da Vegan Staff abriu a boca ou pediu a palavra. Limitaram-se a erguer cartazes sobre nazismo, grafitaram a frente do prédio da biblioteca da Unicamp, e ao final, numa atitude fundamentalista e intolerante (lema do grupo) atiraram tinta vermelha nas pessoas que falavam e, por isso, foram expulsos. Violência gera violência. Digam toda a verdade e não só metade dela. A SBPC, que foi contra a ditadura e a pela liberdade de expressão, agora caminha no sentido inverso: é a favor do holocausto de animais, da tortura de seres vivos e proíbe a liberdade de opinião. Muito lamentável esta política 'científica' adotada pela SBPC que está atualmente à serviço da lógica do lucro do sistema capitalista, em detrimento da dignidade e dos direitos dos animais. A SBPC está manchada de sangue: defende o holocausto aos animais. Senhora 'pesquisadora' Regina Pekelmann Markus: que atitude nazista é esta? Para Juliana (17/07/2008 03:35 - Quem está sendo UNILATERAL??)
Aposto que você come fezes. Se alimenta do lixo, da exploração animal. Ecaaaaaaa!
Fosse sua mamãe sendo "nascida", escravizada, estuprada e morta para encher a pança de marmanjões-come-fezes... você seria tolerante, meiga-miguxa? Passaria a mão na cabeça dos "pobre coitados" exploradores? Claro que não.
A atitude da Vegan Staff se adequou perfeitamente à cretinice do evento e de seus participantes. Que tal promover a liberdade de expressão? Nos (ativistas pelos Direitos Animais) opomos à palhaçada que é a exploração animal e temos total direito de nos expressarmos. Enquanto tivermos nosso opor e protestos inibidos, reagiremos à altura.  | Acompanhei durante os dois dias a discussão sobre questões éticas na experimentação animal. Ao contrário do que esse grupelho covarde afirma os métodos alternativos foram debatidos e são empregados sempre que validados. A pesquisa utilizando animais de laboratório, ao contrário do que esses imbecilóides afirmam tem custos muito mais elevados do que os testes alternativos. O uso de animais de laboratório tem salvado a vida de milhões de pessoas em todo mundo. Diariamente grande parte da população utiliza e se alimenta de produtos que para isso passaram por diversos estudos em animais, inclusive as tintas e corantes que os imbecilódes vegan utilizam. Aliás, para a produção da sua comida vegan e de suas roupas de algodão áreas enormes são invadidas para cultivo extensivo matando diversas espécies silvestres. Mas vamos ficar em um único exemplo a vacina da febre amarela que fez milhares de pessoas no Brasil correrem para os centros de saúde em sua busca. Para a produção e controle de qualidade dessa vacina alguns animais são utilizados. No entanto, essa vacina, produzida no Brasil pela FIOCRUZ, além da vacinação de Brasileiros é exportada para dezenas de países da África e Ásia salvando milhões de pessoas que não têm um décimo da comidinha vegan que alimenta esses infantilóides. Como brasileiro tenho orgulho da FIOCRUZ e vergonha desse bando de burguesinhos bem alimentados, que nunca passaram por qualquer tipo de dificuldade. Fato bastante cômico aconteceu com um deputado do estado de S. Paulo que defende veemente a abolição do uso de animais, pois, assim que teve uma dor no peito, saiu correndo para o INCOR para um cateterismo. Situação ridícula para ele, pois esse procedimento como todos os outros na área média foi desenvolvido e é treinado em animais de laboratório. A mesma coisa vai acontecer com esses idiotas bem alimentados, assim que tiverem um problema sério de saúde. A melhor medida que os vegan podem fazer contra o sacrifício de animais é cometerem suicídio coletivo. Pois o simples fato de existirem e consumirem qualquer tipo de produto estarão matando animais. Não houve qualquer tipo de agressão a esses moleques imbecis, que simplesmente foram retirados da sala. Um dos idiotas jogou-se ao chão gritando para que uma outra idiota o fotografasse. Sugiro ao idiota ver as fitas de um jogo do Brasil onde o goleiro adversário utilizando uma gilete fez um corte na cabeça simulando uma agressão. Na próxima manifestação faça isso se você tiver coragem, mas depois corra pra baixo da saia da mamãe para tomar antibióticos e antiinflamatórios.  | Acho louvável que grupos em prol da Libertação Animal - humana e não-humana - estejam presentes nestes tipos de evento e acompanhando, bem como PARTICIPANDO da discussão acerca da vivissecção - Tema de suma relevância. O esclarecedor documentário "NÃO MATARÁS", produção nacional realizada pelo Instituto Nina Rosa, elucida muito bem a questão, nos fazendo entender que a VIVISSECÇÃO É MÉTODO "PRÉ-HISTÓRICO e que existem, sim, MÉTODOS SUBSTITUTIVOS. NÃO HÁ QUE SE PERPETUAR PRÁTICA TÃO ODIOSA. Pelo contrário! Faz-se necessário, urgente, premente, exclarecer a população acerca da não-necessidade dos testes em animais vivos, usando exemplos reais como no caso da talidomida, usada primeiramente em animais não-humanos e provocando desastres em humanos, após a aprovação da droga mencionada. Outrossim, a fim de mostrar que há profissionais lutando para mostrar, apesar da pressão dos grandes laboratórios e de políticos mal informados ou com más intenções, a verdadeira face da experimentação animal, como no caso da INTERNICHE:( http://www.internichebrasil.org/) - Vale a pena conferir! Assim, a sociedade civil, a quem a VERDADE REAL vem sendo mostrada por aqueles realmente comprometidos com uma ciência ética, poderá se basear em profissionais realmente competentes e estudiosos, comprometidos com aquilo que há de mais moderno. Recomendo, por fim, que as pessoas se inspirem no médico Patch Adams que, com seu maravilhoso trabalho amoroso e livre do capital corporativista, vem fazendo um maravilhoso trabalho e inspirando muitos profissionais da área biomédica. ABAIXO A VIVISSEÇÃO! EXISTEM MÉTODOS SUBSTITUTIVOS. Parabéns aos espíritos de luz e amor que defendem a VIDA.  vivissecção  | 50 Conseqüências Fatais da Experimentação em Animais 01) Pensava-se que fumar não provocava câncer, porque câncer relacionado ao fumo é difícil de ser reproduzido em animais de laboratório. As pessoas continuam fumando e morrendo de câncer. (2) 02) Embora haja evidências clínicas e epidemiológicas de que a exposição à benzina causa leucemia em humanos, a substância não foi retida como produto químico industrial. Tudo porque testes apoiados pelos fabricantes para reproduzir leucemia em camundongos a partir da exposição à benzina falharam. (1) 03) Experimentos em ratos, hamsters, porquinhos-da-índia e macacos não revelaram relação entre fibra de vidro e câncer. Não até 1991, quando, após estudos em humanos, a OSHA - Occupational, Safety and Health Administration - os rotulou de cancerígenos (1) 04) Apesar de o arsênico ter sido reconhecido como substância cancerígena para humanos por várias décadas, cientistas encontraram poucas evidências em animais. Só em 1977 o risco para humanos foi estabelecido (6), após o câncer ter sido reproduzido em animais de laboratório. (7) (8) (9) 05) Muitas pessoas expostas ao amianto morreram, porque cientistas não conseguiram produzir câncer pela exposição da substância em animais de laboratório. 06) Marca-passos e válvulas para o coração tiveram seu desenvolvimento adiado, devido a diferenças fisiológicas entre humanos e os animais para os quais os aparelhos haviam sido desenhados. 07) Modelos animais de doenças cardíacas falharam em mostrar que colesterol elevado e dieta rica em gorduras aumentam o risco de doenças coronárias. Em vez de mudar hábitos alimentares para prevenir a doença, as pessoas mantiveram seus estilos de vida com falsa sensação de segurança. 08) Pacientes receberam medicamentos inócuos ou prejudiciais à saúde, por causa dos resultados de modelos de derrame em animais. 09) Erroneamente, estudos em animais atestaram que os Bloqueadores Beta não diminuiriam a pressão arterial em humanos, o que evitou o desenvolvimento da substância (10) (11) (12). Até mesmo os vivisseccionistas admitiram que os modelos de hipertensão em animais falharam nesse ponto. Enquanto isso, milhares de pessoas foram vítimas de derrame. 10) Cirurgiões pensaram que haviam aperfeiçoado a Keratotomia Radial (cirurgia para melhorar a visão) em coelhos, mas o procedimento cegou os primeiros pacientes humanos. Isso porque a córnea do coelho tem capacidade de se regenerar internamente, enquanto a córnea humana se regenera apenas superficialmente. Atualmente, a cirurgia é feita apenas na superfície da córnea humana. 11) Transplantes combinados de coração e pulmão também foram "aperfeiçoados" em animais, mas os primeiros três pacientes morreram nos 23 dias subseqüentes à cirurgia (13). De 28 pacientes operados entre 1981 e 1985, 8 morreram logo após a cirurgia, e 10 desenvolveram Bronquiolite Obliterante , uma complicação pulmonar que os cães submetidos aos experimentos não contraíram. Dos 10, 4 morreram e 3 nunca mais conseguiram viver sem o auxílio de um respirador artificial. Bronquiolite obliterante passou a ser o maior risco da operação (14) 12) Ciclosporin A inibe a rejeição de órgãos e seu desenvolvimento foi um marco no sucesso dos transplantes. Se as evidências irrefutáveis em humanos não tivessem derrubado as frágeis provas obtidas com testes em animais, a droga jamais teria sido liberada. (15) 13) Experimentos em animais falharam em prever toxidade nos rins do anestésico geral metoxyflurano. Muitas pessoas que receberam o medicamento perderam todas as suas funções renais. 14) Testes em animais atrasaram o início da utilização de relaxantes musculares durante anestesia geral. 15) Pesquisas em animais não revelaram que algumas bactérias causam úlceras, o que atrasou o tratamento da doença com antibióticos. 16) Mais da metade dos 198 medicamentos lançados entre 1976 e 1985 foram retirados do mercado ou passaram a trazer nas bulas efeitos colaterais, que variam de severos a imprevisíveis (16). Esses efeitos incluem complicações como disritmias letais, ataques cardíacos, falência renal, convulsões, parada respiratória, insuficiência hepática e derrame, entre outros. 17) Flosin (Indoprofeno), medicamento para artrite, testado em ratos, macacos e cães, que o toleraram bem. Algumas pessoas morreram após tomar a droga. 18) Zelmid, um antidepressivo, foi testado sem incidentes em ratos e cães. A droga provocou sérios problemas neurológicos em humanos. 19) Nomifensina, um outro antidepressivo, foi associado a insuficiência renal e hepática, anemia e morte em humanos. Testes realizados em animais não apontaram efeitos colaterais. 20) Amrinone, medicamento para insuficiência cardíaca, foi testado em inúmeros animais e lançado sem restrições. Humanos desenvolveram trombocitopenia, ou seja, ausência de células necessárias para coagulação. 21) Fialuridina, uma medicação antiviral, causou danos no fígado de 7 entre 15 pessoas. Cinco acabaram morrendo e as outras duas necessitaram de transplante de fígado. (17) A droga funcionou bem em marmotas. (18) (19) 22) Clioquinol, um antidiarréico, passou em testes com ratos, gatos, cães e coelhos. Em 1982 foi retirado das prateleiras em todo o mundo após a descoberta de que causa paralisia e cegueira em humanos. 23) A medicação para a doença do coração Eraldin provocou 23 mortes e casos de cegueira em humanos, apesar de nenhum efeito colateral ter sido observado em animais. Quando lançado, os cientistas afirmaram que houve estudos intensivos de toxidade em testes com cobaias. Após as mortes e os casos de cegueira, os cientistas tentaram sem sucesso desenvolver em animais efeitos similares aos das vítimas. (20) 24) Opren, uma droga para artrite, matou 61 pessoas. Mais de 3500 casos de reações graves têm sido documentados. Opren foi testado sem problemas em macacos e outros animais. 25) Zomax, outro medicamento para artrite, matou 14 pessoas e causou sofrimento a muitas. 26) A dose indicada de isoproterenol, medicamento usado para o tratamento de asma, funcionou em animais. Infelizmente, foi tóxico demais para humanos, provocando na Grã-Bretanha a morte de 3500 asmáticos por overdose. Os cientistas ainda encontram dificuldades de reproduzir resultados semelhantes em animais. (21) (22) (23) (24) (25) (26) 27) Metisergide, medicamento usado para tratar dor de cabeça, provoca fibrose retroperitonial ou severa obstrução do coração, rins e veias do abdômen. (27) Cientistas não estão conseguindo reproduzir os mesmos efeitos em animais. (28) 28) Suprofen, uma droga para artrite, foi retirada do mercado quando pacientes sofreram intoxicação renal. Antes do lançamento da droga, os pesquisadores asseguraram que os testes tiveram (29) (30) "perfil de segurança excelente, sem efeitos cardíacos, renais ou no SNC (Sistema Nervoso Central) em nenhuma espécie". 29) Surgam, outra droga para artrite, foi designada como tendo fator protetor para o estômago, prevenindo úlceras, efeito colateral comum de muitos medicamentos contra artrite. Apesar dos resultados em testes feitos em animais, úlceras foram verificadas em humanos (31) (32). 30) O diurético Selacryn foi intensivamente testado em animais. Em 1979, o medicamento foi retirado do mercado depois que 24 pessoas morrerem por insuficiência hepática causada pela droga. (33) (34) 31) Perexilina, medicamento para o coração, foi retirado do mercado quando produziu insuficiência hepática não foi prognosticada em estudos com animais. Mesmo sabendo que se tratava de um tipo de insuficiência hepática específica, os cientistas não conseguiram induzi-la em animais. (35) 32) Domperidone, droga para o tratamento de náusea e vômito, provocou batimentos cardíacos irregulares em humanos e teve que ser retirada do mercado. Cientistas não conseguiram produzir o mesmo efeito em cães, mesmo usando uma dosagem 70 vezes maior. (36) (37) 33) Mitoxantrone, usado em um tratamento para câncer, produziu insuficiência cardíaca em humanos. Foi testado extensivamente em cães, que não manifestaram os mesmos sintomas. (38) (39) 34) A droga Carbenoxalone deveria prevenir a formação de úlceras gástricas, mas causou retenção de água a ponto de causar insuficiência cardíaca em alguns pacientes. Depois de saber os efeitos da droga em humanos, os cientistas a testaram em ratos, camundongos, macacos e coelhos, sem conseguirem reproduzir os mesmos sintomas. (40) (41) 35) O antibiótico Clindamicyn é responsável por uma condição intestinal em humanos chamada colite pseudomembranosa. O medicamento foi testado em ratos e cães, diariamente, durante um ano. As cobaias toleraram doses 10 vezes maiores que os seres humanos. (42) (43) (44) 36) Experiências em animais não comprovaram a eficácia de drogas como o valium, durante ou depois de seu desenvolvimento (45) (46) 37) A companhia farmacêutica Pharmacia & Upjohn descontinuou testes clínicos dos comprimidos de Linomide (roquinimex) para o tratamento de esclerose múltipla, após oito dos 1200 pacientes sofrerem ataques cardíacos em conseq¸ência da medicação. Experimentos em animais não previram esse risco. 38) Cylert (pemoline), um medicamento usado no tratamento de Déficit de Atenção/Hiperatividade, causou insuficiência hepática em 13 crianças. Onze delas ou morreram ou precisaram de transplante de fígado. 39) Foi comprovado que o Eldepryl (selegilina), medicamento usado no tratamento de Doença de Parkinson, induziu um grande aumento da pressão arterial dos pacientes. Esse efeito colateral não foi observado em animais, durante o tratamento de demência senil e desordens endócrinas. 40) A combinação das drogas para dieta fenfluramina e dexfenfluramina - ligadas a anormalidades na válvula do coração humano - foram retiradas do mercado, apesar de estudos em animais nunca terem revelado tais anormalidades. (47) 41) O medicamento para diabetes troglitazone, mais conhecido como Rezulin, foi testado em animais sem indicar problemas significativos, mas causou lesão de fígado em humanos. O laboratório admitiu que ao menos um paciente morreu e outro teve que ser submetido a um transplante de fígado. (48) 42) Há séculos a planta Digitalis tem sido usada no tratamento de problemas do coração. Entretanto, tentativas clínicas de uso da droga derivada da Digitalis foram adiadas porque a mesma causava pressão alta em animais. Evidências da eficácia do medicamento em humanos acabaram invalidando a pesquisa em cobaias. Como resultado, a digoxina, um análogo da Digitalis, tem salvo inúmeras vidas. Muitas outras pessoas poderiam ter sobrevivido se a droga tivesse sido lançada antes. (49) (50) (51) (52) 43) FK506, hoje chamado Tacrolimus, é um agente anti-rejeição que quase ficou engavetado antes de estudos clínicos, por ser extremamente tóxico para animais. (53) (54) Estudos em cobaias sugeriram que a combinação de FK506 com cyclosporin potencializaria o produto. (55) Em humanos ocorreu exatamente o oposto. (56) 44) Experimentos em animais sugeriram que os corticosteróides ajudariam em casos de choque séptico, uma severa infecção sang¸ínea causada por bactérias. (57) (58). Em humanos, a reação foi diferente, tendo o tratamento com corticosteróides aumentado o índice de mortes em casos de choque séptico. (59) 45) Apesar da ineficácia da penicilina em coelhos, Alexander Fleming usou o antibiótico em um paciente muito doente, uma vez que ele não tinha outra forma de experimentar. Se os testes iniciais tivessem sido realizados em porquinhos-da-índia ou em hamsters, as cobaias teriam morrido e talvez a humanidade nunca tivesse se beneficiado da penicilina. Howard Florey, ganhador do Premio Nobel da Paz, como co-descobridor e fabricante da penicilina, afirmou: "Felizmente não tínhamos testes em animais nos anos 40. Caso contrário, talvez nunca tivéssemos conseguido uma licença para o uso da penicilina e, possivelmente, outros antibióticos jamais tivessem sido desenvolvidos. 46) No início de seu desenvolvimento, o flúor ficou retido como preventivo de cáries, porque causou câncer em ratos. (60) (61) (62) 47) As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado (*nota do tradutor: A Talidomina foi desenvolvida em 1954 destinada a controlar ansiedade, tensão e náuseas. Em 1957 passou a ser comercializada e em 1960 foram descobertos os efeitos teratogênicos provocados pela droga, quando consumida por gestantes: durante os 3 primeiros meses de gestação interfere na formação do feto, provocando a focomelia que é o encurtamento dos membros junto ao tronco, tornando-os semelhantes aos de focas.) 48) Pesquisas em animais produziram dados equivocados sobre a rapidez com que o vírus HIV se reproduz. Por causa do erro de informação, pacientes não receberam tratamento imediato e tiveram suas vidas abreviadas. 49) De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra o pólio. A primeira vacina contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou as pessoas que receberam a aplicação. 50) Muitos pesquisadores que trabalham com animais ficam doentes ou morrem devido à exposição a microorganismos e agentes infecciosos inofensivos para animais, mas que podem ser fatais para humanos, como por exemplo o vírus da Hepatite B. Tempo, dinheiro e recursos humanos devotados aos experimentos com animais poderiam ter sido investidos em pesquisas com base em humanos. Estudos clínicos, pesquisas in-vitro, autópsias, acompanhamento da droga após o lançamento no mercado, modelos computadorizados e pesquisas em genética e epidemiologia não apresentam perigo para os seres humanos e propiciam resultados precisos. Importante salientar que experiências em animais têm exaurido recursos que poderiam ter sido dedicados à educação do público sobre perigos para a saúde e como preservá-la, diminuindo assim a incidência de doenças que requerem tratamento. Experimentação Animal não faz sentido. A prevenção de doenças e o lançamento de terapias eficazes para seres humanos está na ciência que tem como base os seres humanos. http://www.pea.org.br/crueldade/testes/index.htm#50  |  | A vivissecção é uma fraude médica científica que mata animais e humanos. NÓS somos as reais vítimas finais deste crime, que engana uma sociedade induzida a se viciar em fármacos e gerar assim novas doenças. A ciência promove a indústria da doença em que velhas e novas doenças fazem cada mais vítimas no mundo inteiro. Hoje temos ferramentas práticas para a obtenção de resultados, sem que animais inocentes sejam bodes expiatórios que ajudou a construir esta mancha na história da sociedade.
Métodos de pesquisas éticos na preservação da vida já é realidade!
Quanto ao evento, se o VEGANSTAFF jogou tinta vermelha, ótimo, pelo menos não é sangue real de animais mortos nos experimentos. São somos assassinos com os vivissectores e seus partidários.
A Frente Brasileira para Abolição da Vivissecção - FBAV - www.fbav.org.br - apóia o VEGANSTAFF, apóia o ALF/ELF e em memória de grandes nomes como Hans Ruesch, a LUTA CONTINUA.
Grandes batalhas foram travadas ao longo dos séculos para preservar a vida, o respeito e a dignidade de seres inocentes, e está será apenas mais uma.
Por total abolição!
Rosely Bastos FBAV www.fbav.org.br
 | Muita justa a manifestação! A experimentação e a vivissecção em animais ,além de crueldade especista para com seres de outra espécie é um engano acreditar em resultados eficazes. A constatação é muito fácil do uso desnecessário de animais em pesquisa científica. Basta relembrar o número de medicamentos e produtos retirados do mercado, após terem sido testados e se mostrado inócuos para os animais, revelando-se tóxicos e até mesmo mortais para o homem. Como podem se permitir enganar pelos vivisseccionistas, de que a anatomia dos animais é igual a dos humanos? Os termos usados por estes pesquisadores para a anatomia dos animais, são ?similares?, ?próximos?, ?parecidos? e não ?iguais?. Os humanos têm uma fisiologia única que em nada é igual aos animais. Desta ?pesquisa científica? decorrem inúmeros erros médicos: Entre 2000 e 2006, TRIPLICOU o nº de denúncias de erros médicos pelo CRM de Goiás http://www.rusemberguebarbosa.com.br/arquivos/7275.doc Mulher tem útero retirado por engano em hospital de Goiás - 27-02-2008 http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/02/27/ult23u1269.jhtm [cmi-goiania] Ética médica,negligência,impunidade,injustiça http://lists.indymedia.org/pipermail/cmi-goiania/2007-March/0304-v7.html GO menina amputa braço após suposto erro médico Terra - Saúde http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2864234-EI715,00.html Anestesista é condenado por erro médico em Goiás Terra - Brasil http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2123510-EI306,00.html Negligência médica ?Morte por erro médico gera indenização por danos morais http://www.conjur.com.br/static/text/31296,1 Estes são só alguns exemplos dos resultados de cirurgiões que "treinam" em animais durante sua formação. Já existem e seu número é crescente, Universidades que utilizam métodos substitutivos à experimentação e vivissecção de animais: UFRGS, UFMG, USP, UCSD, Universidade de British, Columbia, Itália, USA e UnB. Nestas Universidades estão sendo formados os melhores e mais competentes médicos e cirurgiões. Os métodos alternativos tem se mostrado muito eficientes http://www.internichebrasil.org/ Então amigos, não sejamos ?Alices no País das Maravilhas?! Negar a realidade é alienação, é retrocesso, é fortalecer técnicas ultrapassadas para o século XXI. Especismo é preconceito tão grave e desmoralizante para os humanos, quanto o racismo e a discriminação religiosa. Neucy Almeida Rio de Janeiro/RJ  | O primeiro nome da lista de vegans famosos é o senhor Adolf Hittler. Os métodos e as defesas feitas por esses cretinos são tipicamente nazistas. Aliás, são pessoas que publicamente defendem os experimentos feitos em campos de concentração pelos nazistas na segunda guerra mundial. As letras e logotipo do vegan staff tem a grafia dos símbolos nazistas. Esse tipo de gente não merece qualquer consideração. São covardes e mentirosos. Dentro de um possivel diálogo e dentro de uma possivel explicação... Detalhes, fotos e um relato completo de TODAS as manifestação durante a SBPC 2008 estão no site:
www.veganstaff.org  | Bom dia a todos, sou presidente da ONG Biodefesa aqui em Goiânia, e, estou pasma, não é só aqui que tem gente ignorante, cruel, e, que não cumpre lei. denunciamos a vivisecção aqui na Faculdade de Medicina, tiramos fotos estarrecedoras, até com canibalismo. Provamos a crueldade, a falta de caráter destes doutores, que usam a ciência para desabafar seus monstros escondidos. Mas lei aqui não se cumpre, se cumpre alei do mais poderoso. Caes e gatos aqui são usados para estudos, sem anestesia, são operados várias vezes, e jogados para morrerem. Temos tudo isto fotografado, e sabem o que a promotora do meio ambiente fez? Hum dia após a minha denúncia, se reuniu com os infratores, não aceitou minha presença, e indeferiu minha denuncia. Erros médicos aqui são muito comuns. Mas quem se importa? São doutores né? Doutores em que? Em matar se dó nem piedade seres indefesos, usando como desculpa a ciência. Ciência esta, que não é a mesma nos outros países. Ou os outros países são muito mais desenvolvidos, ou nossos médicos são muito burros, para entenderem que ciência não se faz com matanças ilegais, tipo estas que estão acontecendo aqui.Alguns cientistas, médicos, promotores, e, afins, estão se achando Deus. Só que pelo avesso. pela crueldade sem fim, sem limites. Isto não vai acabar bem. se depender de nossa luta, ainda tem muito chão pra correr. somos do bem, e, queremos o bem. Do ser humano, dos animais e do mundo.Que vergonha para nosso país.É lastimável tudo isto. Estamos voltando pra idade da pedra.  | E daí que Hitler era vegetariano? Mussolini não era... os ditatores brasileiros também não. Hitler usava o telefone, ouvia rádio e gostava de arte... deveríamos parar então de usar telefone, apreciar a arte e ouvir rádio? Estes argumentos de vivisseccionistas são uma piada.
Vegetarianos Famosos
Ciência e Filosofia
Apolônio de Tiana Leonardo da Vinci Thomas Edison Albert Einstein Benjamin Franklin Henry Valentine Knaggs Khaled Mardam-Bey Pitágoras Peter Singer Herbert George Wells Huberto Rohden Marcia Assunção Araujo Isaac Newton Nikola Tesla Platão Empédocles Epicuro Sêneca Jean Jacques Rousseau Voltaire Chesterfield Lamartine Louis Pasteur Fulton Caruso Morse
Cinema, Música e TV
Michael Jackson Avril Lavigne Reese Whiterspoon Quinn Allman Jeph Howard Scott Adams Billie Joe Armstrong Brigitte Bardot Common David Duchovny Drew Barrymore Daniel Johns Tobey Maguire Paul McCartney Linda McCartney Morrissey Andre Noble Chris Martin Gwyneth Paltrow Natalie Portman Michael Stipe Mike Dirnt Shania Twain Eddie Vedder Richard Wagner Liam Howlett Keith Flint Maxim Thom Yorke Cedric Bixler-Zavala Omar Rodriguez-Lopez Liv Kristine Cazé Peçanha Soninha Cid Moreira Tânia Alves Ary França Flávia Lippi Rita Lee Roberto de Carvalho Lucélia Santos Karina Bacchi Rodrigo Salvador Carvalho Patrícia Travassos Serj Tankian Joaquin Phoenix Gabriela Veiga Lígia Moreno Donela Alexandre Frota J.S. Clayden
Esportes
Viswanathan Anand Carl Lewis Éder Jofre
Literatura
Franz Kafka Ovídio Plutarco George Bernard Shaw Percy Bysshe Shelley Mary Shelley Isaac Bashevis Singer Leo Tolstoi Dagomir Marquezi
Política
Basil, o Grande William e Catherine Booth Alan Clark Mohandas Gandhi Matthew Hale Dr. A P J Abdul Kalam Anna Kingsford Albert Schweitzer Tertuliano Henry David Thoreau Joseph Stalin Napoleão Bonaparte Neville Chamberlain Chiang-Kai-Chek Fernando Gabeira
Religião
Apolônio de Tiana Clemente de Alexandria Saint David Orígenes John Wesley Ellen G. White Buda
Fonte: www.pt.wikipedia.org
 | Primeiramente Hitler não era Vegan e sim vegetariano, mas existem dúvidas enquanto a isso, pois ele era vegetariano por razões médicas, de saúde ou seja "ele era obrigado a ser vegetariano", Hitler tinha um problema estomacal e o médico dele o proíbio de comer carne pois do contrario ele poderia morrer, mas ele comia carne de algumas vezes, contráriando as ordens médicas! Deveriam ter sido expulsos antes do evento.
Aqueles "Vegangélicos" são sociopatas e não tem nível muito menos auto controle para uma discussão séria.
Se deram mal. Acharam que iriam proteger os bichinhos e eles também acabaram expulsos.
Pelo menos foi divertido ver um bando de coitados levando o que pediram. Vocês que são contra o uso de animais de laboratório não passam de um bandinho de crianças mimadas, infantilóides que nunca tiveram uma doença séria na vida, além da imbecilidade que não tem cura. Falta de proteína animal dá nisso bando de imbecis. Espero que em breve adquiram um câncer ou uma febre amarela e então veremos como são valentes. Bando de covardes que não mostram a cara. Temos suas fotos e na próxima vez terão o que merecem. Apareçam hoje (sexta), covardes, vagabundos, burguesinhos nazistaS idiotas. Atenção ativistas sexta feira todos lá para o combate final!
Sexta feira.
 | RAINHA,faça um favor para si mesma:volte para o seu trono(o famoso vaso sanitário)e por favor,não saia de lá! Informe-se antes de sair falando o que você deposita nele.
***)0(*** A vivissecção mata!não apenas animais,como também pessoas!É um atraso de décadas em experiências onde o é patético ver que o homem já foi a Lua,mas que até hoje ainda não conseguiu abrir mão da maldita vivissecção! Talvez seja pq é através dela que o homem desenvolve aquilo que está guardado no mais íntimo do seu ser;onde seu 'lado negro' é aflorado e sua vítima está ali,bem ao seu alcance!E ainda tem um nome bonito:CIÊNCIA! Enquanto isso pessoas morrem,morrem pela demora da descoberta de sua doença(será que há o intere$$e em descobrir essa cura?)morrem pq deu certo em animais,mas que em seres humanos não deu.(obvio! as doenças nos animais são induzidas e não adquiridas!) Pessoas que ainda defendem a vivissecção,são pessoas retrógradas,que não conseguem sair do tatibitati e evoluir,seja cientificamente,seja espiritualmente.
Eis uma frase que traduz nitidamente o que acontece:
"Pergunte para os vivisseccionistas por quê eles experimentam em animais e eles responderão: "Porque os animais são como nós". Pergunte aos vivissecccionistas por quê é moralmente `OK` experimentar em animais e eles responderão: "Porque animais não são como nós". A Experimentação animal apoia-se em contradição de lógica." - Professor Charles R.Magel (1920)  | Bogi: A vacina de febre amarela é produzida com o sacrifício de animais. Seu controle de qualidade é realizado em animais. Essa vacina é exportada para dezenas de países pobres onde milhões, vou repetir milhões de vidas são salvas. Vocês nunca terão argumentos contra a vacina de febre amarela. Bem como contra diversas drogas, procedimentos médicos e todos os produtos, alimentos, etc, etc que foram desenvolvidos com o uso de animais.
 | RAINHA:o maior problema da medicina e afins,é que eles não estão preocupados com a prevenção. Antigamente não havia o progresso que tem hoje. A "impressão" que me dá é que financeiramente,pessoas doentes tratam-se de um ótimo investimento.
***)0(*** Por que não testam em assassinos,estupradores,pedófilos e seus amiguinhos? Para esses fdp,que não adicionam em nada,existe o bizarro direitos humanos que só serve para defender essa corja. Agora..animais,só porque não falam e não podem se defender,mas que sentem(e com certeza muito mais do que esses vermes)são as vítimas diretas dessa atrocidade. A parte das experiências em animais é a parte do sadismo,as verdadeiras cobaias estão em frente as prateleiras comprando um remédio,onde seus fabricantes ficam a espreita para saber o que acontecerá aos humanos a longo prazo. Porém,mais ridículo ainda é pegar uma bula e ler que aquele remédio foi testado em uma cachorra grávida,mas que não houve nenhum dano aos filhotes..PORTANTO,não é indicado seu uso em mulheres grávidas..ai vem a comprovação de que testes em animais não suportam tese alguma!
Mais uma vez eu termino com uma frase:
"... vários vivisseccionistas ainda alegam que o que eles fazem ajuda a salvar vidas humanas. Eles estão mentindo. A verdade é que os experimentos em animais matam pessoas, e os pesquisadores em animais são responsáveis pelas mortes de milhares de homens, mulheres e crianças a cada ano." Dr. Vernon Coleman (Membro da Sociedade Real de Medicina, Inglaterra)
 | Parabéns a todos os ATIVISTAS que participaram (noturno e diurno)
É lamentável que animais continuem sendo mortos em nome da ciência. (após sofrerem barbaridade é lógico)
Eles matam animais para aprender como matar os seres humanos com seus falsos diagnósticos, medicamentos e cirurgias desnecessárias.
VIVEM descobrindo cura de doenças, mas só que em RATOS (RATOLOGIA).
DEIXEM DE SER PREGUIÇOSOS E IGNORANTES
usem métodos alternativos. Irão todos para a cadeia virar mulherzinha de presidiários. Eles adoram carne amaciada com vegetais Nóssa, pareçe que o pessoal da bancada a favor desceu a linha em, Começando pela "Rainha" não conseguem mais argumentar e atacam o lado pessoal das pessoas, não é a toa que tive a informação que pessoas da própria bancada do forum desceu do palco e agrediu os manifestantes. onde está a ética?
 | Bom, fiquei escandalizado com a quantidade de comentários que podem ser feitos de forma absurda, primeiro, a expulsão dos manifestantes era a coisa mais óbvia a ser feita, o que esperavam que acontecessem? Que após jogar tinta nas pessoas vocês sentassem e continuassem assistindo normalmente? Vamos parar de ser hipócritas, se alguns ativistas contrários as suas causas, fizessem o mesmo em uma de suas reuniões, o que vcs fariam? Acho que a utilização de animais em experimentação é algo muito importante, mas concordo que o tema é complexo e deve ser debatido e não imposto de uma forma radical, no meu modo de ver, o uso de animais é algo inevitável, mas existem diversos casos (acho que a maioria), em que isso não é preciso e pode ser substituído por outros métodos, ou ao menos minimizado, como os trabalhos com culturas de células animais, além é claro, da falta de ética das pessoas com esse uso, acredito que isso é causado pela falta de uma lei séria no Brasil, que regulamente o uso, ou um comite nacional, que estipule as regras, comitê este, que tenha a participação de pessoas não só envolvidas em ciência, mas também participantes de toda a comunidade, inclusive ativistas de sociedades protetoras de animais. No meu modo de ver, este é o caminho que deveria ser apontado pelos ativistas, não acredito que a violência como o ato de atirar tintas nas pessoas, possa levar a alguma coisa.  | As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros Os vendedores de doenças 16/6/2006 As estratégias da indústria farmacêutica para multiplicar lucros espalhando o medo e transformando qualquer problema banal de saúde numa "síndrome" que exige tratamento Ray Moynihan, Alain Wasmes Há cerca de trinta anos, o dirigente de uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo fez declarações muito claras. Na época, perto da aposentadoria, o dinâmico diretor da Merck, Henry Gadsden, revelou à revista Fortune seu desespero por ver o mercado potencial de sua empresa confinado somente às doenças. Explicando preferiria ver a Merck transformada numa espécie de Wringley's - fabricante e distribuidor de gomas de mascar -, Gadsden declarou que sonhava, havia muito tempo, produzir medicamentos destinados às... pessoas saudáveis. Porque, assim, a Merck teria a possibilidade de "vender para todo mundo". Três décadas depois, o sonho entusiasta de Gadsden tornou-se realidade. As estratégias de marketing das maiores empresas farmacêuticas almejam agora, e de maneira agressiva, as pessoas saudáveis. Os altos e baixos da vida diária tornaram-se problemas mentais. Queixas totalmente comuns são transformadas em síndromes de pânico. Pessoas normais são, cada vez mais pessoas, transformadas em doentes. Em meio a campanhas de promoção, a indústria farmacêutica, que movimenta cerca de 500 bilhões de dólares por ano, explora os nossos mais profundos medos da morte, da decadência física e da doença - mudando assim literalmente o que significa ser humano. Recompensados com toda razão quando salvam vidas humanas e reduzem os sofrimentos, os gigantes farmacêuticos não se contentam mais em vender para aqueles que precisam. Pela pura e simples razão que, como bem sabe Wall Street, dá muito lucro dizer às pessoas saudáveis que estão doentes. A fabricação das "síndromes" A maioria de habitantes dos países desenvolvidos desfruta de vidas mais longas, mais saudáveis e mais dinâmicas que as de seus ancestrais. Mas o rolo compressor das campanhas publicitárias, e das campanhas de sensibilização diretamente conduzidas, transforma as pessoas saudáveis preocupadas com a saúde em doentes preocupados. Problemas menores são descritos como muitas síndomes graves, de tal modo que a timidez torna-se um "problema de ansiedade social", e a tensão pré-menstrual, uma doença mental denominada "problema disfórico pré-menstrual". O simples fato de ser um sujeito "predisposto" a desenvolver uma patologia torna-se uma doença em si. O epicentro desse tipo de vendas situa-se nos Estados Unidos, abrigo de inúmeras multinacionais famacêuticas. Com menos de 5% da população mundial, esse país já representa cerca de 50% do mercado de medicamentos. As despesas com a saúde continuam a subir mais do que em qualquer outro lugar do mundo. Cresceram quase 100% em seis anos - e isso não só porque os preços dos medicamentos registram altas drásticas, mas também porque os médicos começaram a prescrever cada vez mais. De seu escritório situado no centro de Manhattan, Vince Parry representa o que há de melhor no marketing mundial. Especialista em publicidade, ele se dedica agora à mais sofisticada forma de venda de medicamentos: dedica-se, junto com as empresas farmacêuticas, a criar novas doenças. Em um artigo impressionante intitulado "A arte de catalogar um estado de saúde", Parry revelou recentemente os artifícios utilizados por essas empresas para "favorecer a criação" dos problemas médicos [1]. Às vezes, trata-se de um estado de saúde pouco conhecido que ganha uma atenção renovada; às vezes, redefine-se uma doença conhecida há muito tempo, dando-lhe um novo nome; e outras vezes cria-se, do nada, uma nova "disfunção". Entre as preferidas de Parry encontram-se a disfunção erétil, o problema da falta de atenção entre os adultos e a síndrome disfórica pré-menstrual - uma síndrome tão controvertida, que os pesquisadores avaliam que nem existe. Médicos orientados por marqueteiros Com uma rara franqueza, Perry explica a maneira como as empresas farmacêuticas não só catalogam e definem seus produtos com sucesso, tais como o Prozac ou o Viagra, mas definem e catalogam também as condições que criam o mercado para esses medicamentos. Sob a liderança de marqueteiros da indústria farmacêutica, médicos especialistas e gurus como Perry sentam-se em volta de uma mesa para "criar novas idéias sobre doenças e estados de saúde". O objetivo, diz ele, é fazer com que os clientes das empresas disponham, no mundo inteiro, "de uma nova maneira de pensar nessas coisas". O objetivo é, sempre, estabelecer uma ligação entre o estado de saúde e o medicamento, de maneira a otimizar as vendas. Para muitos, a idéia segundo a qual as multinacionais do setor ajudam a criar novas doenças parecerá estranha, mas ela é moeda corrente no meio da indústria. Destinado a seus diretores, um relatório recente de Business Insight mostrou que a capacidade de "criar mercados de novas doenças" traduz-se em vendas que chegam a bilhões de dólares. Uma das estratégias de melhor resultado, segundo esse relatório, consiste em mudar a maneira como as pessoas vêem suas disfunções sem gravidade. Elas devem ser "convencidas" de que "problemas até hoje aceitos no máximo como uma indisposição" são "dignos de uma intervenção médica". Comemorando o sucesso do desenvolvimento de mercados lucrativos ligados a novos problemas da saúde, o relatório revelou grande otimismo em relação ao futuro financeiro da indústria farmacêutica: "Os próximos anos evidenciarão, de maneira privilegiada, a criação de doenças patrocinadas pela empresa". Dado o grande leque de disfunções possíveis, certamente é difícil traçar uma linha claramente definida entre as pessoas saudáveis e as doentes. As fronteiras que separam o "normal" do "anormal" são freqüentemente muito elásticas; elas podem variar drasticamente de um país para outro e evoluir ao longo do tempo. Mas o que se vê nitidamente é que, quanto mais se amplia o campo da definição de uma patologia, mais essa última atinge doentes em potencial, e mais vasto é o mercado para os fabricantes de pílulas e de cápsulas. Em certas circunstâncias, os especialistas que dão as receitas são retribuídos pela indústria farmacêutica, cujo enriquecimento está ligado à forma como as prescrições de tratamentos forem feitas. Segundo esses especialistas, 90% dos norte-americanos idosos sofrem de um problema denominado "hipertensão arterial"; praticamente quase metade das norte-americanas são afetadas por uma disfunção sexual batizada FSD (disfunção sexual feminina); e mais de 40 milhões de norte-americanos deveriam ser acompanhados devido à sua taxa de colesterol alta. Com a ajuda dos meios de comunicação em busca de grandes manchetes, a última disfunção é constantemente anunciada como presente em grande parte da população: grave, mas sobretudo tratável, graças aos medicamentos. As vias alternativas para compreender e tratar dos problemas de saúde, ou para reduzir o número estimado de doentes, são sempre relegadas ao último plano, para satisfazer uma promoção frenética de medicamentos. Quanto mais alienados, mais consumistas A remuneração dos especialistas pela indústria não significa necessariamente tráfico de influências. Mas, aos olhos de um grande número de observadores, médicos e indústria farmacêutica mantêm laços extremamente estreitos. As definições das doenças são ampliadas, mas as causas dessas pretensas disfunções são, ao contrário, descritas da forma mais sumária possível. No universo desse tipo de marketing, um problema maior de saúde, tal como as doenças cardiovasculares, pode ser considerado pelo foco estreito da taxa de colesterol ou da tensão arterial de uma pessoa. A prevenção das fraturas da bacia em idosos confunde-se com a obsessão pela densidade óssea das mulheres de meia-idade com boa saúde. A tristeza pessoal resulta de um desequilíbrio químico da serotonina no cérebro. O fato de se concentrar em uma parte faz perder de vista as questões mais importantes, às vezes em prejuízo dos indivíduos e da comunidade. Por exemplo: se o objetivo é a melhora da saúde, alguns dos milhões investidos em caros medicamentos para baixar o colesterol em pessoas saudáveis, podem ser utilizados, de modo mais eficaz, em campanhas contra o tabagismo, ou para promover a atividade física e melhorar o equilíbrio alimentar. A venda de doenças é feita de acordo com várias técnicas de marketing, mas a mais difundida é a do medo. Para vender às mulheres o hormônio de reposição no período da menopausa, brande-se o medo da crise cardíaca. Para vender aos pais a idéia segundo a qual a menor depressão requer um tratamento pesado, alardeia-se o suicídio de jovens. Para vender os medicamentos para baixar o colesterol, fala-se da morte prematura. E, no entanto, ironicamente, os próprios medicamentos que são objeto de publicidade exacerbada às vezes causam os problemas que deveriam evitar. O tratamento de reposição hormonal (THS) aumenta o risco de crise cardíaca entre as mulheres; os antidepressivos aparentemente aumentam o risco de pensamento suicida entre os jovens. Pelo menos, um dos famosos medicamentos para baixar o colesterol foi retirado do mercado porque havia causado a morte de "pacientes". Em um dos casos mais graves, o medicamento considerado bom para tratar problemas intestinais banais causou tamanha constipação que os pacientes morreram. No entanto, neste e em outros casos, as autoridades nacionais de regulação parecem mais interessadas em proteger os lucros das empresas farmacêuticas do que a saúde pública. A "medicalização" interesseira da vida A flexibilização da regulação da publicidade no final dos anos 1990, nos Estados Unidos, traduziu-se em um avanço sem precedentes do marketing farmacêutico dirigido a "toda e qualquer pessoa do mundo". O público foi submetido, a partir de então, a uma média de dez ou mais mensagens publicitárias por dia. O lobby farmacêutico gostaria de impor o mesmo tipo de desregulamentação em outros lugares. Há mais de trinta anos, um livre pensador de nome Ivan Illich* deu o sinal de alerta, afirmando que a expansão do establishment médico estava prestes a "medicalizar" a própria vida, minando a capacidade das pessoas enfrentarem a realidade do sofrimento e da morte, e transformando um enorme número de cidadãos comuns em doentes. Ele criticava o sistema médico, "que pretende ter autoridade sobre as pessoas que ainda não estão doentes, sobre as pessoas de quem não se pode racionalmente esperar a cura, sobre as pessoas para quem os remédios receitados pelos médicos se revelam no mínimo tão eficazes quanto os oferecidos pelos tios e tias [2] ". Mais recentemente, Lynn Payer, uma redatora médica, descreveu um processo que denominou "a venda de doenças": ou seja, o modo como os médicos e as empresas farmacêuticas ampliam sem necessidade as definições das doenças, de modo a receber mais pacientes e comercializar mais medicamentos [3]. Esses textos tornaram-se cada vez mais pertinentes, à medida que aumenta o rugido do marketing e que se consolidas as garras das multinacionais sobre o sistema de saúde. (Tradução: Wanda Caldeira Brant) wbrant@globo.com *Autor recomendado pelo IPETRANS: Ivan Illich, com a Nêmesis da Medicina, on-line. http://www.ivanillich.org/Principal.htm Mais autores recomendados: http://www.ipetrans.hpg.ig.com.br/IPETRANS-166.htm * Philippe Pignarre, "O que é o medicamento?", Ed. 34,1999. Bibliografia complementar: * A revista médica PLoS Medecine traz, em seu número de abril de 2006, um importante dossiê sobre "A produção de doenças" - http://medicine.plosjournals.org/ * Na França, as revistas Pratiques (dirigida ao grande público) e Prescrire (destinada aos médicos) avaliam os medicamentos e trazem um olhar crítico sobre a definição das doenças. *Jörg Blech, Les inventeurs de maladies. Manouvres et manipulations de l'industrie pharmaceutique, Arles , Actes Sud, 2005. * Philippe Pignarre, Comment la dépression est devenue une épidémie, Paris , Hachette-Littérature, col. Pluriel, 2003. [1] Ler, de Vince Parry, "The art of branding a condition ", Medical Marketing & Media, Londres, maio de 2003. [2] *Ler, de Ivan Illich, Némésis médicale, Paris, Seuil, 1975. [3] Ler, de Lynn Payer, Disease-Mongers: How Doctors, Drug Companies, and Insurers are Making You Feel Sick, Nova York, John Wiley & Sons, 2002.  | Fico surpreso quando escuto gritos eufóricos de pessoas que brandam contra o uso de animais em pesquisa, o engraçado é que a maioria dessas pessoas não possuem ligação com a pesquisa nem mesmo conhecem o básico de biologia ao usarem certos termos. Quando vocês rotulam a ciência de nazista chega a ser risório. Fico me pensando como é possível acreditar que pode-se obter resultados confiáveis na indústria farmaceutica sem a pesquisa em animais? Como seria possível obter, por exemplo, soro antiofídico sem a sangria de caválos, claro... Talvez possamos fazer tudo isso em menores abandonados, certamente será menos gritante do que usar o cãozinho da madame que ocupa seu tempo vago com gritos de ordens que excluem a discussão ponderada. Dizer que existem alternativas à pesquisa que lança mão de animais é tão válido quanto o argumento criacionista pregado pelo mundo afora, dizer que PAÍSES DE PRIMEIRO MUNDO aboliram a pesquisa com animais, e achar que isso valida a atitude é uma afirmação de ignorância, tanto quanto a atitude de países como a Itália, EUA, Alemanha, dentre outros ao proibirem pesquisas com células tronco embrionárias por questões religiosas. O que isso prova? Que a opinião tupiniquim não tem valor frente ao argumento do primeiro mundo "econômico"? A ciência não é democrática, não é votando se a terra é redonda ou não que iremos obter uma resposta coerente. A história evolutiva do mundo é recheada de batalhas e guerras biológicas que moldaram nosso mundo biológico. Qual será o próximo passo? Transformar os predadores naturais em "vegans" bitolados? Proibir o leão de comer a zebra? Será que você se limitam só aos mamíferos? e os répteis, invertebrados, etc? Ninguém sai por ai bradando em favor de aranhas? olha posso listar uma enorme quantidade de espécies de baratas que possuem cuidado parental, que tratam de seus filhotes! Vocês são hipócritas ao usarem esses arugmentos pífeos, quero ver quem é o macho que vai abrir mão de remédios e tratamentos médicos em favor de outros animais. Só me resta um comentário... Desocupados!  | Gostaria de obter a resposta de vocês em relação a uma coisa. Hoje, todas as espécies de animais comercialmente utilizadas só existem por possuírem fins comerciais. Uma vaca de leite holandesa não é capaz de sobreviver 15 minutos na natureza, depende exclusivamente do homem para sobreviver e esse é apenas um exemplo. Sem o agronegócio essas espécies e variedades seriam fatalmente extintas. O que o homem faz é PREDAR com a finalidade de SOBREVIVER, nazimos é tentar acabar com uma raça ou espécie, algo muito mais próximo do modo "vegan" de ser! Gostaria que algum Vegan me tirasse uma dúvida. Se algum de vocês contrair uma parasitose, por exemplo uma Ascaridíase, vocês se permitem algum tratamento? Ou devem conviver com os vermes dentro do organismo indefinidamente? Afinal, independentemente dos medicamentos utlizados terem ou não sido desenvolvidos com experimentação animal, qualquer tratamento para este fim mata os vermes. Quem conhece o grupo do ALF,nos EUA,fica no mínimo impressionado.Para que a VeganStaff chegue ao nível deles obviamente falta muito chão (só espero que isso não tarde,ou que o fim do holocausto animal chegue logo!).Apoio as ações radicais da VeganStaff,e não acho que a pixação que fizeram foi lá um crime,mas o alvo não era a biblioteca,mas os laboratórios.O DIÁLOGO era para ser a PRIMEIRA alternativa,mas a galerinha parece que não tem segurança no que diz!Falta estudo,criatividade e academia (prevenção é tudo),mas eu tô nessa!  | Faz alguns dias que enviei meu questionamento. Nenhum Vegan ou simpatizante forneceu qualquer resposta. Será que não leram? Duvido. Parece-me mais lógico supor que não conseguem responder sem mentir ou sem cair numa enorme contradição. Conseqüentemente, preferem se calar. Não está claro para mim se são mal intencionados. Porém, é nítido que carecem de inteligência. Não pensam no óbvio. Quem são os maiores interessados num Brasil vegetariano e sem experimentos com animais? São as indústrias farmacêuticas multinacionais, sempre prontas a nos cobrar patentes. Elas continuariam seus estudos no exterior. São, também, os países exportadores de carne que competem com o Brasil, sempre dispostos a inventar barreiras sanitárias contra nossa carne. Os Vegans e simpatizantes ignoram que o que chamam de ?Holocausto Animal? que ocorre no Brasil não acabaria. Ele apenas mudaria de residência para outro país. Infelizmente, junto com nosso dinheiro e nossos empregos. Isto me lembra o traficante Escadinha. Numa ocasião, ele disse: ?O mal do Brasil é que as pessoas acreditam que quem manda nas drogas é o Escadinha?. Ele sabia que não era o mais alto no comando e provavelmente sabia quem era o chefe. Os Vegans e simpatizantes nem consideram a possibilidade de ter um. São alienados. Preferem servir de massa de manobra. É cômico, mas, também, triste. Aproveito a oportunidade para iniciar uma lista de NÃO vegetarianos célebres. Se os Vegans e simpatizantes podem divulgar a lista deles, por que nós, que apreciamos carne, não podemos divulgar a nossa? Peço a gentileza àqueles que já deram gargalhadas ao ser rotulados de ?comedores de bicho morto?, de ampliá-la e de ajudar na divulgação. Pelos critérios dos Vegans e simpatizantes, a lista a seguir é composta por indivíduos sem um pingo de ética e assassinos de inocentes. Porém, qualquer pessoa com o mínimo de bom senso jamais concordaria com tais adjetivos. Os membros da lista são gigantes que deram muito de si para fazer do mundo um lugar melhor. Inclusive para os Vegans e simpatizantes. Segue a lista: Jesus Cristo Maomé Martinho Lutero Salomão Santo Agostinho São Tomás de Aquino Martin Luther King Malcom X Steve Biko Desmond Tutu Adolfo Pérez Esquivel Friedrich Nietzche Jean-Paul Sartre Maurice Merleau-Ponty Michel Foucault Sigmund Freud Philippe Pinel Charles Darwin Alfred Russel Wallace Jean-Luc Godard Ingmar Bergman Luis Buñuel Federico Felini Michelangelo Antonioni Stanley Kubrick Michelangelo Buonarroti Johann Sebastian Bach Ludwig van Beethoven Myles Horton Paulo Freire  | Por favor curioso, me mostre UM trecho neste livro chamado biblia que descreve este homem chamado JESUS comendo carne de animais não humanos.
E qual é a sua duvida afinal pobre desinformado?
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