Mobilizadas cerca de 350 pessoas, dentre elas entidades dos movimentos negro, pela diversidade sexual, anarcopunks, grupos anarquistas, DCE's, partidos PSTU, PSOL, entre outros movimentos sociais deram início a caminhada antifascista pelas ruas do centro de Curitiba.
Contagiados ainda pelo acontecido no dia 23 de Março, com o estudante
de ciências sociais da UFPR, manifestantes gritavam: "Alerta Antifascista". Com uma bateria cordenada aos gritos, foram chamando a atenção das pessoas que passsavam nas calçadas, lojas, dentro dos escritórios e ganhando força a cada quadra.
Organizados também , estava o bloco negro que esteve em frente à manifestação durante todo o tempo, puxando os gritos, informando a população do carater do ato, causa da solidarização de todos em volta.
Logo no começo a marcha seguiu para uma confraternização com os servidores públicos, que em greve preparavam a sua marcha até a prefeitura cobrando melhores condições de trabaçho, valorização profissional e salarial dentre outras reivindicações.
Uma das organizadoras da marcha antifascista teve lugar no carro de som dos grevistas e pautou a solidariedade aos trabalhadores e esclareceu que a luta contra intolerância é uma pauta de tod@s e por isso os trabalhadores devem dar as mãos à essa causa. O pedido foi bem recebido, inclusive com adesões à marcha antifascista.
A marcha dirigiu-se para dentro do prédio da Santos Andrade (UFPR), onde fez-se um arrastão pelas salas convocando mais estudantes para o ato.
Dali seguiram, afim de protocolar um documento, à Procuradoria Geral da República, pedindo mais atenção para com a sociedade e contra grupo de intolerância racial e contra a livre orientação sexual e que medidas exemplares sejam tomadas imediatamente.
Por causa do horário avançado, houve um pequeno desintendimento entre a cordenação do ato e foram feitas algumas voltas, mas que rapidamente foi resolvido.
Chegando em frente à Procuradoria Geral da República, manifestantes fizeram uma grande roda e politizando mais ainda o ato realizaram um beijaço entre quase tod@s os participantes.
Uma comissão composta por dois anarcopunks, um estudante da UFPR e uma pessoa da entidade pela livre orientação sexual, protocolaram o documento com sucesso. Bem recebidos pelo procurador, o qual disse ser sensível à causa, disse que fará um grande esforço para então problematizar a reivindicação a nível federal.
Próximo ato será dia 18 de Abril, concentração na praça Santos Andrade às 10hs.
cartaz:
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2009/04/444761.shtml 


