AÇÃO URGENTE: Experimentos macabros e ilegais em animais em Maringá
O site do Diário de Maringá informa que centenas de animais são exterminados cruelmente nos em experimentos (vivissescção) em duas instituições de ensino de Maringá: a UEM e a Cesumar (vejam texto abaixo). Enquanto que no mundo todos estes experimentos cruéis estão sendo duramente criticados e substituídos por outros métodos mais modernos que não usam animais, no Brasil, instituições de ensino como a UEM e Cesumar insistem em praticar um método medieval, nazista e inútil de praticar o ensino e a ciência.
Não podemos mais tolerar tanta exploração e tamanha crueldade aos animais. Muitos destes animais, depois de serem torturados pelos pesquisadores são assassinados (em nome da ciência) e servirão de alimentos. Estas instituições macabras (UEM e Cesumar) viraram verdadeiros matadouros e não tem compaixão alguma com cães, gatos, hamsters, leões, tigres, coelhos, galinhas, porcos, vacas, roedores.
Certamente estes experimentos são ilegais e sequer respeitam a lei (nazista), Lei Arouca, que regulamenta os experimentos em animais no Brasil porque segundo esta lei, as instituições que usam animais em ensino pesquisa devem ser credenciadas ao CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) e esta Instituição abominável só existe no papel, não existe de fato. O que está acontecendo então na UEM e Cesumar é crime, e quando várias pessoas estão envolvidas em um crime, temos um caso de FORMAÇÃO DE QUADRILHA. Este caso tem que se encaminhado ao Ministério Público para que os responsáveis sejam punidos na forma da lei. No caso da UEM já há um longo histórico de maus tratos aos animais que cães beagles para experimentos macabros (vejam em  http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/09/429147.shtml )
AÇÃO URGENTE:
Se você não concorda com a vivissecção (experimentos em animais), ajude a protestar. Para reforçar seus argumentos vejam estes sites:
 http://www.internichebrasil.org/ e
 http://www.fbav.org.br/

Cite a Declaração Universal dos Direitos dos Animais
Artigo 8º 1. A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação. 2. As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.

Cite também a lei de Crimes Ambientais
Art. 32º - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: Pena: detenção, de três meses a um ano, e multa. § 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
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PROTESTE JÁ:
Enviem mensagens de protesto para:

1) Jornal Diário de Maringá: Preencha um formulário em  http://www.odiariomaringa.com.br/contato e envie uma cópia para a repórter Carla Guedes:
 carla@odiariomaringa.com.br Carla arroba odiariomaringa.com.br

2) Reitoria da Cesumar: Preencha um formulário em  http://www.cesumar.br/contatos/index.php?email=1 com cópias para o Presidente do Comitê da de Bioética da Cesumar: Prof. Dr. José Maurício Gonçalves dos Santos ?  jmgds@cesumar.br jmgds arroba cesumar.br e Secretária Geovana Maria de Souza -  cobac@cesumar.br cobac arroba cesumar.br


3) Ouvidoria da UEM (Universidade Estadual de Maringá): Preencha um formulário em  http://indianapolis.uem.br/ouvidoria/ com cópias para cópias para as secretárias do Reitor da UEM Prof. Dr. Décio Sperandio: Sras Débora Rodrigues Gomes  drgomes@uem.br drgomes (a) uem.br e Jane Aparecida Rupp Rosa  jarrosa@uem.br jarrosa (a) uem.br


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08/07/2009 - Ética norteia estudos com bichos na UEM e Cesumar
As duas instituições utilizam centenas de animais em experiências científicas e boa parte é sacrificada. Mas a necessidade real da pesquisa e o bem-estar das cobaias são condicionantes
Carla Guedes
 carla@odiariomaringa.com.br
Duas instituições de ensino superior em Maringá utilizam animais em pesquisas científicas. Roedores, caprinos, vacas, bois, porcos, galinhas, codornas, peixes, hamsters, leões, tigres, coelhos, cães e gatos são as cobaias. As experiências medem, em geral, a eficiência e o efeito de medicamentos, a resposta do organismo à droga e a incidência de doenças.

São 14 pesquisas científicas em andamento no Centro Universitário de Maringá (Cesumar) e 12 planos de ensino aprovados pelo Comitê de Bioética Animal (Cobac) da instituição. Os cursos que mais fazem pesquisa com animais são Medicina Veterinária, Fisioterapia, Farmácia, Ciências Biológicas, Biomedicina e Psicologia. Cerca de 45 projetos chegam ao comitê, por ano, para avaliação.

O Comitê de Conduta Ética no uso de Animais em Experimentação (Ceae), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), analisa, por ano, 52 projetos de pesquisa. A cada reunião mensal entre os membros do comitê, 11, em média, são avaliados. Doze estão em tramitação. A universidade não informou quantos estão em andamento.

A permissão para efetuar uma pesquisa é emitida pelos comitês de ética animal. A decisão dos grupos é construída com base em leis. Entre os pontos analisados, estão o sofrimento do animal durante o experimento, o número de animais proposto e o objetivo do trabalho. ?As perguntas que fazemos são: O estudo precisa ser feito? A pesquisa realmente requer o uso de animais??, destaca o professor e presidente do Cobac, José Maurício Gonçalves dos Santos.

Os comitês de ética animal recebem o projeto. O pesquisador precisa preencher um formulário e detalhar procedência, espécie e quantidade de animais que serão utilizados; condições de alojamento; alimentação; cuidados quanto à prevenção de lesões, estresse e sofrimento.

Os integrantes do comitê fazem questão de saber também se o animal será privado de água e alimento, se cirurgias serão necessárias e se, ao final do procedimento, será utilizada eutanásia ou abate ou se o animal poderá ser aproveitado. Ao final da pesquisa, comitê emite o certificado ético.

A veterinária e presidente do Ceae, Vânia Antunes, diz que nenhum pesquisador tem interesse em maltratar os animais do experimento. ?Se ele não se preocupar com o bem-estar do animal, a pesquisa terá sido inválida. Primeiro, vem o bem-estar e depois a pesquisa.? Os animais utilizados em pesquisas na UEM são produzidos na própria instituição.

Na natureza
Já as espécies usadas no Cesumar têm origem diversa. Os roedores são comprados em biotérios. Atualmente, 300 deles são utilizados em pesquisas. Os peixes são coletados em pesqueiros ou na natureza; no último caso, é preciso autorização do Ibama. Bois, aves, vacas e porcos são oriundos de abatedouros.

Os cães e gatos que servem de cobaia são ?pacientes? do Hospital Veterinário. O dono traz o animal para ser atendido e, conforme o caso, é inserido no projeto, desde que haja autorização do proprietário. Pesquisas condenadas pela sociedade são aquelas em que, ao final do procedimento, o animal é morto e não pode ser aproveitado.

Experiências que envolvem abate de aves, suínos e bovinos são as menos polêmicas, já que os animais servirão de alimento. ?Os experimentos não invalidam o animal para consumo. E dependendo da situação, projetos não são autorizados por causa do descarte desnecessário?. Deixar de utilizar animais em pesquisas ainda está longe de se tornar real.

?Não temos capacidade de desenvolvimento para excluir os animais das pesquisa?, diz Santos. A falta de respostas orgânicas completas quando são utilizadas células de cultivo em laboratório são impedimentos para que animais deixem de ser cobaias. ?Quando se usa um tecido não tem como avaliar o efeito do medicamento no organismo todo. Pode ser que a droga seja benéfica naquele tecido, mas pode ser tóxica para outras partes do corpo.?

 http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/220955