| [mpl sp] jornal PASSE nº 3 Por uma vida sem catracas 22/09/2009 às 11:40 leia e distribua o terceiro número do jornal PASSE, do movimento passe livre são paulo. PASSE para leitura na tela e PASSE por email - PASSE para impressão e PASSE adiante -  capa neste número: "mobilidade sustentável e direito à cidade" - a contribuição de um movimento social de transporte coletivo para as discussões em torno do dia mundial sem carro (22/set) e do plano de circulação viária e transportes para a cidade de são paulo. exemplo da cidade de hasselt, bélgica, que ao aplicar a tarifa zero no transporte coletivo (desde 1997) teve um aumento de 1319% no número de viagens feitas de ônibus, representando muitos carros a menos nas ruas. a intermodalidade nos transportes (bicicleta + ônibus). propostas concretas (municipalização, fundo municipal de transporte coletivo gerido com participação popular, gratuidade). críticas à ampliação da marginal e remoção de favelas, que para privilegiar o uso do automóvel particular empurram comunidades inteiras para regiões mais afastadas e dificultam ainda mais o exercício da mobilidade urbana e do direito à cidade.
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Email:: mpl-sp at riseup.net URL:: http://saopaulo.mpl.org.br >>Adicione um comentário O que aconteceu com vocês?!
Antes eram super radicais e revolucionários, agora viraram tudo moderados e social democratas, defendendo o capitalismo sustentável e a conciliação de classes.
Cadê o classismo e radicalidade da origem do MPL?! ... você não pergunta pra sua mãe?
Sai do computador, seu lixo. o jornal PASSE nº3 defende justamente que só é possível defender qualquer "sustentabilidade" se houver DIREITO À CIDADE. leia novamente... o jornal foi produzido no contexto de um debate público aqui em São Paulo em que alguns ambientalistas defenderam a bicicleta como MELHOR opção para que exista mobilidade urbana. o que o jornal faz é dizer que iniciativas ecológicas são muito bem-vindas, mas que junto delas precisa haver justiça social. a sua crítica ao recorte de classe é totalmente descabida, pois o jornal apresenta justamente o exemplo da Nilda para falar da inviabilidade da bicicleta como solução para as pessoas pobres. caso ainda não tenha entendido, foi feita uma crítica ao discurso vigente da sustentabilidade. (em um debate em que seria discutida a "mobilidade sustentável" nós acrescentamos "e direito à cidade").
 | Estou de pleno acordo, exceto por um detalhe: a mobilidade sustentável não se reduz aos modos de transporte com propulsão humana. Entre os princípios da mobilidade sustentável, estão: - prioridade das pessoas sobre veículos - prioridade dos modos não motorizados sobre os motorizados de transporte - prioridade dos modos coletivos sobre os individuais de transporte - distribuição equitativa de ônus e bônus entre as pessoas, pelas opções que elas fazem entre os modos de transporte O transporte público é um dos pilares da mobilidade sustentável, não está em contradição com ela. Esta minha observação em nada diminui a força do argumento central do texto. Afinal, a universalização do direito à mobilidade (e, portanto, à cidade) passa pela complementariedade entre modos e isso é um elemento estruturante da sustentabilidade. [comentário retirado do post http://tarifazero.org/2009/10/18/nilda/ ]
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