| Como enfrentar a violência policial nos protestos Por Juan Pablo Chang 22/11/2009 às 20:47 Nos últimos anos,muitos protestos foram sufocados pela ação truculenta da polícia militar,principalmente com sua tropa especial serviçal das classes dominantes,o Bope. Será que contra a polícia armada,pode-se fazer alguma coisa? O Estado brasileiro,essa ditadura civil burguesa-latifundiária, mascarada de democracia,sabe muito bem que nos últimos anos vêm crescendo o protesto popular em todos os cantos do país. Em bairros pobres,morros e favelas,moradores se erguem com pedras,fogos e coqueteis molotovs contra a violência natural dos aparelhos de repressão. Basta citar alguns exemplos nos quais o povo se rebelou contra as injustiças cometidas pelas classes opressoras: Cururupu,Maranhão;Heliópolis e paraisópolis,São Paulo. Matriz do Camaragibe,Alagoas; Ibatiba,Espírito Santo; Paragominas,Pará; Morro da Povidência,Rio de Janeiro etc. Em todas estas revoltas o povo se levantou com uma legítima fúria contra a pm.
Esse tipo de protesto violento é um dos únicos caminhos que educam as massas na necessidade de aplicar a violência revolucionária contra o estado. É preciso difundir para as massas o novo tipo de protesto,o tipo violento contra a opressão e as injustiças. Isso permite que fagulhas sejam criadas pelo país. É a violência revolucionária sendo desenvolvida nas mentes das massas.
Aqui surge uma pergunta: O que fazer quando a pm interfere em proetestos com violência,com a famosa truculência? A resposta é: Deve-se atacar a repressão! Atacar a opressão não é atacra necessariamente a tropa,mas atacar tudo aquilo que represente ou que seja protegido pelo estado repressivo.
Se as forças populares forem insuficientes para um confronto direto com a pm,deve-se recuar,mas não fugir. Deve-se transformar o recuo em ataque. Como? Destruído tudo o que represente o estado! Apedrejar bancos,carros do governo,ônibus etc. Destruir tudo o que represente o governo...podemos chamar esta tática de enfrentamento de quebra-quebra... O que diferencia a tática do quebra-quebra do vandalismo é o seu alvo: O vandalismo tem como alvo pessoas inocentes. O quebra-quebra que responda à violência policial deve ser aquele que somente ataca os símbolos burgueses e latifundiários.
Saudações! Desenvolver o protesto popular! Contra o Estado Burguês,rebelar-se é justo!
Email:: jp_chang@hotmail.com >>Adicione um comentário O comandante Carlos Marighella afirmava que o que a policia mais teme não é quando atiram em suas viaturas, nem quando as incendeiam, isso uma pessoa sozinha pode fazer, eles temem é quando as pessoas viram as viaturas de pernas pro ar, aí dá manchete, pois é nescessario muitas pessoas pra fazer isso.O mesmo é quando atacam qualquer estabelecimento governamental, colocar fogo não resolve, o que eles temem é quando as paredes são derrubadas no chão.Aí configura revolta popular! Mas os líderes de tais movimentos seguram seus liderados, impedindo-os de reagir a altura, parece que gostam de os levar como a um rebanho pra apanhar da policia.  | ...seria parar de facilitar o trabalho do inimigo, avisando com antecedência onde, quando e sobre o que serão os protestos, aind amais em sites públicos como esse aqui. Na era do celular, do e-mail e do SMS, as pessoas podem ser reunidas quase na hora (se estiverem de sobreaviso) e se encontrar em locais múltiplos, DALI indo pro do protesto. Este tampouco pode ser óbvio, ou muito vigiado. A tática é surgir de repente, onde menos se espera, com as caras cobertas, um bom plano previamente ensaiado (em outro lugar, é claro), fazer o máximo de estrago e vazer fora com extrema rapidez. Num mesmo dia isto pode ser feito em diversos locais, e com relativamente pouca gente. Pra que juntar 500 caras pra apanhar, se 10 grupos de 50 podem deixar os homens loucos? Ou mesmo 100 grupos de cinco, ou 50 de 10 pessoas? E virar viatura dá manchete sim, mas qual? Tratada de que forma? E pra que finalidade? Aparecer? Ted Kaczinski fala contra isso, ele que se fodeu por relativamente pouco estrago feito. Há que bater onde dói, onde a capacidade de regeneração do sistema seja lenta. Quebrar McDonald's e banco só dá grana a vidraceiro. Agora, bota abaixo a linha de transmissão que abastece de energia uma grande fábrica, ou leva embora um caixa automático, e vê o salseiro que dá... Mas isto exige um certo grau de profissionalização. Auto-defesa aberta é coisa com participação de massas no processo, e isso demora. Até lá, a auto-defesa oculta, a guerra assimétrica, psicológica, é a única esperança de sobrevivência do militante. Mas não vamos entrar em detalhes no site mais vigiado do país. Leiam mais na Internet e discutam entre si.  | Ora , a melhor forma de enfrentar a violencia policial nos protestos é não criar fatos que demandem a repressão policial . Mas , o que vemos é que a criançada militante confunde protesto e ideologia , com confronto paterno e seus conflitos na adolescencia . Para eles , a ideologia e o confronto nada mais são do que caminhos para a autopromoção e inserção social na puberdade . Aqui não é o lugar ideal para se discutir estratégias. Como disse o compa acima, todxs sabemos que o CMI é vigiado por agentes do poder (como o Pingo acima). Então deixemos essas discussões para as reuniões com os nossos coletivos e/ou email lists de discussões seguras.
Black Bloc. Destruir e sumir. A melhor tática. Achei que este texto era gozação, mas o tal Chang fala sério. A que ponto chegou a loucura desses caras. Clube da Esquina II Flávio Venturini
Porque se chamava moço Também se chamava estrada Viagem de ventania Nem lembra se olhou pra trás Ao primeiro passo, aço, aço....
Porque se chamava homem Também se chamavam sonhos E sonhos não envelhecem Em meio a tantos gases lacrimogênios Ficam calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso e basta contar consigo Que a chama não tem pavio De tudo se faz canção E o coração Na curva de um rio, rio...
E lá se vai mais um dia
E o Rio de asfalto e gente Entorna pelas ladeiras Entope o meio fio Esquina mais de um milhão Quero ver então a gente, gente, gente... Pra resolver a coisa de uma vez, coloquei no site http://guaritadaliberdade.no.comunidades.net o manual do comandante Carlos. quem estiver interessado é só acessar e até copiar se quizer. agora ninguém mais terá desculpas de dzer que não sabe como se livrar da violencia policial.  | Até agora só pude encontrar uma frase que eu possa comentá-la,uma vez que o resto não passa de covardia,pacifismo e por aí vai.
Alguém acima falou:
"a melhor forma de enfrentar a violencia policial nos protestos é não criar fatos que demandem a repressão policial"
Ora,isto não é o mesmo que dizer que o responsável pela violência não é esse estado violento,mas sim as massas?
Não é o povo que cria fatos que fazem com que apareça a repressão. É a própria natureza desse estado que necessita manter o povo acorrentado(com correntes invisíveis,por enquanto)e humilhado.
"Que se inicie e se desenvolva a violência revolucionária dos oprimidos contra a violência reacionária dos opressores." (I declaração da OLAS)
"A essência de toda a doutrina de Marx e de Engels é a necessidade de inocular sistematicamente nas massas essa idéia da revolução violenta. É a omissão dessa propaganda, dessa agitação, que marca com mais relevo a traição doutrinária das tendências social-patrióticas e kautskistas." Lênin,O Estado e a Revolução.
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