O Estado brasileiro,essa ditadura civil burguesa-latifundiária, mascarada de democracia,sabe muito bem que nos últimos anos vêm crescendo o protesto popular em todos os cantos do país. Em bairros pobres,morros e favelas,moradores se erguem com pedras,fogos e coqueteis molotovs contra a violência natural dos aparelhos de repressão. Basta citar alguns exemplos nos quais o povo se rebelou contra as injustiças cometidas pelas classes opressoras: Cururupu,Maranhão;Heliópolis e paraisópolis,São Paulo. Matriz do Camaragibe,Alagoas; Ibatiba,Espírito Santo; Paragominas,Pará; Morro da Povidência,Rio de Janeiro etc. Em todas estas revoltas o povo se levantou com uma legítima fúria contra a pm.

Esse tipo de protesto violento é um dos únicos caminhos que educam as massas na necessidade de aplicar a violência revolucionária contra o estado.
É preciso difundir para as massas o novo tipo de protesto,o tipo violento contra a opressão e as injustiças.
Isso permite que fagulhas sejam criadas pelo país. É a violência revolucionária sendo desenvolvida nas mentes das massas.

Aqui surge uma pergunta: O que fazer quando a pm interfere em proetestos com violência,com a famosa truculência?
A resposta é:
Deve-se atacar a repressão! Atacar a opressão não é atacra necessariamente a tropa,mas atacar tudo aquilo que represente ou que seja protegido pelo estado repressivo.

Se as forças populares forem insuficientes para um confronto direto com a pm,deve-se recuar,mas não fugir. Deve-se transformar o recuo em ataque. Como?
Destruído tudo o que represente o estado! Apedrejar bancos,carros do governo,ônibus etc.
Destruir tudo o que represente o governo...podemos chamar esta tática de enfrentamento de quebra-quebra...
O que diferencia a tática do quebra-quebra do vandalismo é o seu alvo: O vandalismo tem como alvo pessoas inocentes. O quebra-quebra que responda à violência policial deve ser aquele que somente ataca os símbolos burgueses e latifundiários.

Saudações! Desenvolver o protesto popular!
Contra o Estado Burguês,rebelar-se é justo!