| Plebiscito Popular sobre o Limite da Propriedade da Terra Por Jorge Luiz Oliveira 19/08/2010 às 12:16 Pastorais Sociais da Igreja Católica junto com movimentos sociais e estudantis mobilizados para a realização do plebiscito. Mais uma vez, gente simples fazendo coisas pequenas tentarão mudar algo neste País. Vem aí o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra, são movimentos sociais e organizações pastorais da Igreja Católica que, mais pela divulgação no "corpo a corpo" do que pela mídia, tentarão aglutinar o povo deste imenso País em torno de uma idéia importante e que poderá determinar o fim dos latifúndios no Brasil. O plebiscito traduz-se na coleta de assinaturas para um abaixo-assinado que será levado ao Congresso Nacional, com o intuito de que seja votada uma emenda constitucional para impor um limite às propriedades rurais e também na junção do voto popular, expressando a opinião sobre o estabelecimento de um limite à propriedade da terra. Tudo isso ocorrerá no início do mês de setembro de 2010, durante as solenidades da semana da Pátria. Em SANTA MARIA-RS, o plebiscito, junto com o abaixo-assinado deverá ocorrer nos dias 1, 2 e 3 de setembro, na Praça Saldanha Marinho, culminando com um grande evento, o GRITO DOS EXCLUÍDOS, previsto para ocorrer no dia 04, no Centro de Referência de Economia Solidária DOM IVO LORSCHEITER.
Venha junto! adote essa idéia! participe! divulgue! exerça seu direito constitucional de opinar sobre assuntos que podem melhorar o Brasil!
Email:: jorgefotografo42@hotmail.com >>Adicione um comentário Desde quando o congresso dominado secularmente pelo latifúndio vai aceitar perder suas propriedades e seus privilégios de mão beijada?O limite da propriedade da terra vai apenas dividir o problema e não liquidá-lo, acabando com o latifúndio burguês e criando milhões de pequenos burgueses minifundiários que a longo prazo não conseguirão sobreviver na economia liberal concentradora de capitais, retornando a grande propriedade latifundiária agora "modernizada" e chamada de Agronegócio.O objetivo da esquerda revolucionária socialista ou comunista é abolir a propriedade da terra das grandes e médias fazendas a curto prazo e das pequenas a longo prazo, bem como de resto todos os meios de produção e de troca.  | Deixa de radicalismo Barreto. A idéia é sensata e somente assim se pode chegar a tão sonhada reforma agrária. Haveria um enorme excedente de terra no mercado o que permitiria a todo sem-terra o acesso a seu pequeno quinhão. Decerto que a aprovação dessa lei no congresso é uma batalha hercúlea, mas nada impossível. O fim da produção de alimentos pela iniciativa privada acaba sempre em desabastecimento e racionamento,não tem jeito. Não se lembram da falecida URSS? E de Cuba e Coréia do Norte na atualidade? A na Venezuela? As desapropriações do Chaves"em nome do povo" estão provocando uma acelerada falência do sistema produtivo do país.É muita tosqueira, desinteligência e fanatismo juntos.  | Br, o original, cita a ex-URSS para para manter os privilégios de uma minoria sanguessuga às custas da maioria explorada. Ele ignora que antes de os trabalhadores tomarem o poder na Rússia, Cuba, China, a fome era muito mais cruel. Foram os proletários que começarão a acabar com a fome nos países citados como exemplo pelo Br, o original. Mas eu não estou tentanto justificar a fome pós-revolucionária com a fome pré-revolucionária. Quero só que ele se dê conta de que não foram os proletários que criaram a fome nos países por ele citado.
Há fome na Ásia, na África e na América Latina. Nos países dos dois continentes e da América Latina é a iniciativa privada que manda.
Antes de Fulgêncio Batista ser expulso de Cuba pelo povo faminto, a produção em Cuba era feita pela iniciativa privada. Não deveria haver fome na Cuba Pré-Fidel. No Haiti a produção é por conta da iniciativa privada. Como você explica a fome no Haiti, Br?  | Esta discussão acima , só pode mesmo ser realizada sob a ótica de uma ilha da fantasia ideológica . Nunca com base na realidade . Afinal , depois de quase 20 anos de reforma agraria , centenas de milhões de reais do estado repassados ao MST , a realidade da reforma agraria nos mostra o total fracasso desta empreitada , ou seja : - Atualmente , os assentamentos que podem se dizer autonomos , autosuficientes e produtivos , não passa de 15 . Todos eles inquestionavelmente só atingiram o status de viabilidade após se desvincularem do MST e se organizarem em cooperativas . - Os assentamentos mais antigos ou forma abandonados , ou suas glebas arrendadas ou mesmo vendidas ilegalmente . - Por mais que o governo e o Incra tentassem esconder a realidade , os assentamentos do MST no Norte do país , são os campeões brasileiros de desmatamento e queimadas ilegais . - A maior parte dos assentamentos mais novos são verdadeiras favelas rurais , onde seus integrantes só sobrevivem com as esmolas e cestas basicas que recebem do governo ,abandonados , não conseguem produzir nem para o autosustento . - No que se refere ao repasse de dinheiro governamental ao MST , 90% dos convenios analisados pelo ministério publico mostraram criminosos desvios de verbas , ausencia de prestação de contas e falsificação de documentos . - Nestes 20 anos de história , o MST acumula um rastro de volencia , depredações , roubos , mortes e crimes de interesse puramente ideológico, totalmente desconectado com a questão agraria .
Por outro lado, temos um setor do agronegócio que nestes mesmos 20 anos só evoluiu , seja tecnologicamente ,seja na produtividade , seja na criação de empregos diretos e indiretos , seja na geração de divisas com exportações e com impostos recolhidos . Sua produção absatece o mercado internio e externo e inquestionavelmente , se depedessemos da produção dos assentamentos no lugar do agronegócio , estaríamos atravessando as mesmas ondas de fome que mataram dezenas milhões de cidadãos russos , norte coreanos e chineses nas ditaduras socialistas ( esta é a verdadeira história Sr. Herodoto , por mais que o senhor tente mascara-la ou deturpa-la ) .
Fica portanto a pergunta de que vantagem o país teria com a tal da reforma agraria , além do interesse ideológico do MST e seus apoiadores ?. Com certeza não será em termos de produção agricola e muito menos de abastecimento . Na verdade , como este socialismo radical nunca teve e nem nunca tera apoio popular , a unica saida que resta para estes adoradores de ditaduras é tentar implementa-lo a força , na marra , obvimente sustentado pelo burgues dinheiro dos contribuintes . Como afimei acima , esta discussão só é mesmo possível se vista por uma ótica fantasiosa e distorcida . Na vida real , na visão dos fatos , ela já foi abandonada e execrada pela maioria dos paises do mundo , justamente pela sua fracassada experiencia histórica e pelo rastro de fome , miséria e cadaveres que deixou atras de sí .  | Ou seja, o latifúndio é a solução do Brasil, e não um dos principais problemas. Em 500 anos o latifúndio só criou fartura e paz social no Brasil. O Brasil deixou de ser uma nação desenvolvida depois que o MST começou a existir.
E a reforma agrária é a doença, não a cura. Né, Pingo?  | Panekoek , acreditar que faça algum sentido comparar o agronegócio atual com o tal latifundio de 500 anos atras , ou até 50 nos atrás , na verdade é manter esta discussão no reino da fantasia ideológica como afirmei acima . É um atestado cabal de falta de argumentos . O mesmo enfoque serve para a tal da reforma agraria . Masi do que ideologismos , esta discussão deveria estar calcada na produção, custo , empregos e investimento consciente do dinheiro publico . Voce teria dados para contestar o que afirmei sobre o agronegóio ou sobre o engodo do MST ? Com certeza , aos defensores do MST só resta a discussão emocional , os chavões , rotulagens e frases prontas . O que etou tentando fazer é discutir este tema sob a ótica do realismo e não da fantasia . Com certeza , se alguém me demonstra que os assentamentos do MST sejam uma opção viavel em termos de produção e fornecimento de alimentos e autonomia dos assentados , eu concordaria e até apoiaria . Quem sabe voce possa faze-lo .  | Considerando que 'se depedessemos da produção dos assentamentos no lugar do agronegócio, estaríamos atravessando as mesmas ondas de fome que mataram dezenas milhões de cidadãos russos, norte coreanos e chineses nas ditaduras socialistas';
Considerando que a insignificante reforma agrária só ocorreu em latifúndios improdutivos e portanto a mesma não prejudicou (nem aumentou, de acordo dom o Água Estagnada) a produção;
E considerando que o agronegócio só começou a "abastecer" o mercado interno há 20 anos, como é que antes do aparecimento do referido agronegócio dezenas de milhões de brasileiros não morreram de fome? No país dos latifundios grileiros, esse plebiscito deveria ser oficial e vinculante, com abrangência nacional.
Que a oligarquia retrógrada e seus representantes não estejam de acordo com isso, se deve à sua natureza carnal e a sua covardia!  | Ora , simples . Antes a produção brasileira , seja no agronegócio, seja na agricultura familiar era basicamente para o abastecimento interno e no máximo algumas exportações para América Latina . Com o desenvolvimento da tecnologia , seja em termos de sementas , maquinario , implementos , bem como a escala de produção, passamos a ser competíveis internacionalmente e pudemos também abastecer este mercado . Não ha , de novo , comparação do consumo e produção atuais com o realizado ha tempos atras . O processo é extremamente dinamico e muito ligado ao exodo rural . Tem de se também considerar a questão dos diferentes mercados que cada tipo de agricultura almeja . A familira , basicamente é de frutas , hortaliças e culturas menores para o consumo de cidades próximas a geração dos produtos , bem como leite e culturas menores para abastecer industrias próximas da produção , enquanto o agronegócio se dedica aculturas onde a escala faz a diferença no custo e preço final , como por exemplo grãos , carnes e frutas para o mercado interno e exportação . Com certeza , considerando a demanda interna atual , com o aumento populacional e a geração de outras demandas para os insumos agricolas , a agricultyura familiar não teria condições de suprir esta necessidade . Não se pode também confundir agricultura familiar com os assentamentos do MST . A agricultura familiar é relizada em glebas que já estão nas mãos das familias há gerações , é indepedente ,e usa muito pouco de investimentos estatais .Seus mercados basicamente são de consumidores próximos as areas de produção .  | Então, tua achas que convencentes, Gota a gota?
Uma agricultura que não seja feita numa gleba que não esteja nas mãos da família há muito tempo não pode ser familiar? Mesmo que venha a ser feita pela família, seja independente, use poucos investimentos estatais e seu mercado seja basicamente consumidores próximos às áreas de produção? Tendo em vista que ontem eu estava meio embriagado, vou refazer a pergunta ali de cima.
Uma cultura feita numa gleba que não esteja nas mãos de umaa família há muito tempo não pode ser agricultura familiar? Mesmo que venha a ser feita por uma família, seja independente, use poucos investimentos estatais e seu mercado seja basicamente consumidores próximos às áreas de produção?
E não perturbem os meus círculos.  | No início do capitalismo, era necessário tomar a terra dos trabalhadores por 2 motivos: para fins de acumulação primitiva do capital e para forçá-los a ir para as cidades formarem o exército industrial. Porém, quando o capitalismo se estabelece definitivamente como modo de produção dominante, distribuir terras é uma medida extremamente capitalista, pois torna os proprietários fundiários aliados da burguesia, reduz o desemprego, problema constante do capitalismo. A distribuição de terras torna os sem-terra reacionários. Estão errados os socialistas reformistas que querem fazer a reforma agrária, até porque a tendência dos minifúndios é voltarem a se tornar latifúndio, por causa das dificuldades porque passam os pequenos produtores, e estão errados os capitalistas burros que não querem fazer a reforma agrária. A medida revolucionária é a nacionalização do solo. Os minifúndios, tanto quanto os latifúndios, são anti-ecológicos, pois esgotam os solos. "(...) No entanto, deixando de lado os chamados "direitos" de propriedade, assevero que o desenvolvimento económico da sociedade, o aumento e concentração de gente, as próprias circunstâncias que compelem o rendeiro capitalista a aplicar à agricultura trabalho colectivo e organizado e a recorrer a maquinaria e dispositivos similares, tornarão cada vez mais a nacionalização da terra uma "Necessidade Social", contra a qual nenhuma soma de conversa acerca dos direitos de propriedade poderá ter qualquer efeito. As carências imperativas da sociedade terão de ser e serão satisfeitas, mudanças ditadas pela necessidade social abrirão o seu próprio caminho e, mais cedo ou mais tarde, adoptarão legislação segundo os seus interesses. Aquilo de que precisamos é de uma produção que aumente diariamente e as suas exigências não podem ser preenchidas consentindo que uns poucos indivíduos a regulem de acordo com os seus caprichos e interesses privados ou que ignorantemente esgotem as forças do solo. Todos os métodos modernos - tais como irrigação, drenagem, aradura a vapor, tratamento químico, etc. - devem ser aplicados à agricultura em larga escala. Mas, o conhecimento científico que possuímos e os meios técnicos de agricultura que dominamos, tais como maquinaria, etc, não podem ser aplicados com êxito senão cultivando a terra numa larga escala. Se o cultivo em larga escala se revela, (mesmo sob a sua presente forma capitalista, que degrada o próprio cultivador a mera besta de carga), tão superior, de um ponto de vista económico, à pequena e retalhada lavoura [husbandry], não daria ele um impulso acrescido à produção se aplicado às dimensões nacionais? As carências sempre crescentes das pessoas, por um lado, os preços sempre a aumentar dos produtos agrícolas, por outro, fornecem a prova irrefutável de que a nacionalização da terra se tornou uma necessidade social. Uma diminuição do produto agrícola, tal como resulta do mau uso individual, tornar-se-á, é claro, impossível sempre que o cultivo for prosseguido sob o controlo e para benefício da nação. Todos os cidadãos que hoje aqui ouvi durante o decurso do debate, sobre esta questão, defenderam a nacionalização da terra, mas tomaram sobre isso perspectivas muito diferentes. Aludiu-se frequentemente à França mas com o seu proprietariado camponês [peasant proprietorship] está mais distante da nacionalização da terra do que a Inglaterra com o seu sistema de senhores da terra [landlordism]. Em França, é certo, o solo está acessível a todos os que o podem comprar, mas precisamente esta facilidade trouxe consigo uma divisão em pequenos lotes cultivados por homens com meios muito pequenos e contando com a terra principalmente através de esforços deles próprios e das suas famílias. Esta forma de propriedade fundiária e o cultivo retalhado de que necessita uma vez que exclui todas as aplicações de melhoramentos agrícolas modernos - converte o próprio lavrador [tiller] no mais decidido inimigo do progresso social e, acima de tudo, da nacionalização da terra. Acorrentado ao solo sobre que tem de despender todas as suas energias vitais a fim de obter uma retribuição relativamente pequena, tendo de entregar a maior parte do seu produto ao Estado, sob a forma de impostos, à súcia do foro sob a forma de custos judiciais e ao usurário sob a forma de juros, completamente ignorante acerca dos movimentos sociais fora do seu campo restrito de actividade; não obstante, agarra-se na mesma com apego fanático ao seu pedaço de terra e à sua condição de proprietário meramente nominal. Por este caminho, o camponês francês foi atirado para o mais fatal antagonismo com a classe operária industrial. Sendo a condição de proprietário camponês o maior obstáculo à nacionalização da terra, a França, no seu estado presente, não é certamente o lugar para onde temos de olhar em busca de uma solução para este grande problema. Nacionalizar a terra em ordem a deixá-la em pequenos lotes a indivíduos ou a sociedades de operários apenas engendraria, com um governo da classe média, uma temerária concorrência entre eles próprios e resultaria, portanto, num aumento progressivo da "Renda" que, por seu turno, forneceria novas oportunidades aos apropriadores de se sustentarem dos produtores. No Congresso Internacional de Bruxelas, em 1868, um dos nossos amigos disse: "A pequena propriedade privada da terra está condenada pelo veredicto da ciência, a grande propriedade da terra pelo da justiça. Não fica, então, senão uma alternativa. O solo tem de tornar-se propriedade de associações rurais ou propriedades de toda a nação. O futuro decidirá esta questão." Eu digo, pelo contrário: o movimento social conduzirá a esta decisão de que a terra não pode ser possuída senão pela própria nação. Abandonar o solo nas mãos de trabalhadores rurais associados seria fazer a sociedade render-se a uma classe exclusiva de produtores. A nacionalização da terra produzirá uma mudança completa nas relações entre trabalho e capital e, finalmente, porá de lado a forma capitalista de produção, tanto industrial como rural. Então, distinções de classe e privilégios desaparecerão juntamente com a base económica sobre que repousam. Viver do trabalho de outrem tornar-se-á uma coisa do passado. Não haverá mais qualquer governo ou poder do Estado distinto da própria sociedade! A agricultura, a mineração, a manufactura, numa palavra, todos os ramos da produção, serão gradualmente organizados da maneira mais adequada. A centralização nacional dos meios de produção tornar-se-á a base nacional de uma sociedade composta por associações de produtores livres e iguais, prosseguindo os negócios sociais segundo um plano comum e racional. Tal é o objectivo humanitário para que o grande movimento económico do século XIX está a tender." Karl Marx, A Nacionalização da Terra http://www.marxistsfr.org/portugues/marx/1872/06/15.htm  | O pingo só bostejou nos seus vários comentários feitos aqui. Primeiro que a reforma agraria tratada no post não é essa feita tradicionalmente pelos sucessivos governos. O limite da propriedade rural imposta por lei faria com que as terras fossem distribuidas naturalmente à população interessada na produção agricola. Ninguém vai receber terra de graça como ocorre agora, mas terá que adquiri-la no mercado que, com grande oferta de cotas agrárias teriam um preço acessível à grande maioria. É um modelo diferente do que aí está.  | São realmente impressionantes os tipos de resposta , o baixo nível intelectual e a incapacidade argumentativa que dos integrantes da militancia esquerduista . Começando com o tolinho a busca de autoafirmação que escreveu acima , na incapacidade total de postar algo que faça sentido ou que embase as suas infantís crenças , nem se envergonha de tirar conclusões absolutamente desconexas com o que comentei . Infante , o que escreví e acredito é que a reaforma agraria nos modelo aplicado hohe com o MST é uma falacia em todos os sentidos . É uma falacia pois da taera a quem não só não tem aptidão nem cultura nenhuma para a agricultura , falacia pois desvia o dinheiro repassado pelo estado para preparar o assentado para a agricultura , adqurir isumos e equipamentos , falacia posi não tem como objetivo nenhum beneficio social na reforma agraria e sim a de crira quantos conflitos puder e impor pela foça e patrocinado pelo dinheiro do estado um radicalismo esquerdista que só gerou miséria e violencia . Ou voce não tem a capacidade de entender oi que escreví , ou então só te restou mesmo a má fé de distorcer os meus comentários . Interessante frisar também que , além deste post , comentei nos ultimos dois outros que versavam sobre as tais verdades universais e indiscutíveis do esquerdismo : - A suposta subordinação brasileira aos EUA : http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/08/475960.shtml - A afirmação de que o agronegócio foca nas exportações em detrimento do mercado interno de alimentos : http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/08/475857.shtml - Este post no qual escrevo agora sobre a viabilidade da reforma agraria . Coincidentemente , em nenhum dos tres temas houve uma mera resposta , comentário ou argumento que fizesse sentido , que não fosse a infartil rotulagem , que não dostorcesse os escritos , que não fosse letra de musica ou colagens de escritos de Marx !!! Uma colocação sequer nas quais a militancia demonstrasse que tivesse um mínimo de noção e conhecimento daquilo que tão ferrenhamente defendem !! Dante desta realidade , definitivamente não ha razão para a militancia esquerdista se sentir ofendida por ser alvo de piadas e chamada de ignorante . Com certeza faz um baita sentido . No frigir dos ovos , quem agradece a este alienado apoio são aqueles espertalhões que desviam as verbas publicas e que vendem o engodo socialista para chegarem mais rapido ao bem bom capitalista . Qualqure um com um mínimo de maturidade e bom senso teria vergonha de fazer parte desta turba de idiotas uteis . Aparentemente a militancia esquerdista não . Eles se orgulham disto .  | A quem não tem aptidão nem cultura nenhuma para a agricultura, a gente não dá terra, a gente toma a terra. Destarte, a gente vai tomar a terra dos latifundiários, pois eles não têm aptidão nem cultura para a agricultura, e transferí-la para os trabalhadores sem terra, que têm aptidão e cultura para a agricultura.
Como diria o Che, terra para quem nela trabalha. Fulano que se identifica como aguardente repete tudo o que a imprensa monopolista privada cretina fala a décadas e vem da uma de entendido e original em economia agrária.Se você é tão esperto sua besta quadrada o que está fazendo aqui? O Br, o original, o Água Estagnada, o Pingulin, o Gota a gota (Serena) e o Aguardente não entendem bulhufas de economia. Eles entendem de economia tanto quanto um jumento entende de engenharia genética.
Mas prá não perderem os privilégios, tem que ficar pagando mico por aqui. E , para quem ainda tivesse alguma duvida sobre qual seria o perfil do militante descrito no ultimo paragrafo do que escreví, temos acimas 3 exemplos absolutamente dentro deste contexto . Na falta total de condições de expor o mais basico argumento em prol de suas crenças , na ausencia total de bom senso e autocritica e até em uma demonstração cabal de ignorancia , a eles só restam mesmo estas patéticas rotulagens e a adolesente postura diante do inegável .  | Esses direitossauros conservaloides querem tudo como estah. Defendem o latifundio e seus vicios (alimentos caros contaminados por agrotoxicos, grilagem, devastaçao da natureza, currais eleitorais, trabalho escravo, pistolagem, homicidios de trabalhadores, sindicalistas e freiras) com essa conversa fiada de "comunismo", babaovice pra iniciativa privada e tals. Se o Japao naum tivesse feito reforma agraria apos a segunda guerra mundial, estaria hoje na pindaiba, vivendo de plantar arroz e pescar. A agua estagnada da direita acumula coliformes fecais que insistem em atrasar o Brasil. O lugar deles eh mesmo numa penitenciaria. BASTA DE LATIFUNDIO. LIMITAÇAO DO TAMANHO DA PROPRIEDADE RURAL JAH!!!
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