| Brasil: pobres têm jornada superior à trabalhadores do século XIX Por PPBet 29/09/2011 às 07:15 ?Somos um país de cultura autoritária, com 500 anos de história e menos de 50 anos de vivência democrática. O Brasil não é um país reformista e muito menos revolucionário? Pochmann: Pobres que trabalham e estudam têm jornada superior à dos operários no século XIX Autor: Rodrigo Juste Duarte ?No Brasil, dificilmente um filho de rico começa a trabalhar antes de terminar a graduação ou, em alguns casos, a pós-graduação?, observou Marcio Pochmann, presidente do Ipea, durante palestra no Teatro da Reitoria da UFPR. O economista Marcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), classificou ontem à noite em Curitiba como ?heróis? os brasileiros de famílias pobres capazes de conciliar o trabalho com o estudo. ?No Brasil, dificilmente um filho de rico começa a trabalhar antes de terminar a graduação ou, em alguns casos, até mesmo a pós-graduação?, observou Pochmann. ?Os brasileiros pobres que estudam e trabalham são verdadeiros heróis. Submetem-se a uma jornada de até 16 horas diárias, oito de trabalho, quatro de estudo e outras quatro de deslocamento. Isso é mais do que os operários no século XIX.? O presidente do Ipea foi um dos palestrantes na abertura da terceira edição do Seminário Sociologia & Política, ao lado da professora Celi Scalon (UFRJ), no Teatro da Reitoria da UFPR. ?Repensando Desigualdades em Novos Contextos? é o tema geral do seminário. Promovido pelos programas de pós-graduação em Sociologia e em Ciência Política da instituição, o evento termina nesta quarta-feira (28). Pochmann lembrou que o Brasil levou cem anos, desde a proclamação da República, em 1889, para universalizar o acesso das crianças e adolescentes ao ensino fundamental. ?Mas esse acesso foi condicionado ao não crescimento dos recursos da educação, que permaneceram em torno de 4,1% ou 4,3% do PIB. Sem ampliar os recursos, aumentamos as vagas com a queda da qualidade do ensino.? Essa universalização do ensino fundamental, no entanto, não significa que 100% dos brasileiros em idade escolar estejam estudando. Segundo dados apresentados pelo dirigente do Ipea, ainda existem 400 mil brasileiros com até 14 anos fora da escola. Se essa faixa etária for estendida para 16 anos, a cifra salta para 3,8 milhões de pessoas. ?A cada dez brasileiros, um é analfabeto. E ainda temos cerca de 45% analfabetos funcionais. É muito difícil fazer valer a democracia com esse cenário.? Em sua fala, Marcio Pochmann também abordou temas como a redução da taxa de fecundidade das mulheres brasileiras, o crescimento da população idosa, o monopólio das corporações privadas transnacionais e a concentração da propriedade da terra. ?O Brasil não fez uma reforma agrária, não democratizou o acesso à terra. Temos uma estrutura fundiária mais concentrada do que em 1920, com o agravante de que parte dela está nas mãos de estrangeiros?, afirmou o economista. ?De um lado, 40 mil proprietários rurais são donos de 50% da terra agriculturável do país, e elegem de 100 a 120 deputados federais. De outro, 14 milhões trabalhadores rurais, os agricultores familiares, elegem apenas de seis a dez deputados.? Para Marcio Pochmann, a desigualdade é um produto do subdesenvolvimento. ?Não que os países desenvolvidos não tenham desigualdade, mas não de forma tão escandalosa.? Mais fotos aqui Nem revolucionário, nem reformista Segundo o presidente do Ipea, a participação dos 10% mais ricos no estoque da riqueza brasileira não mudou nos últimos três séculos. Permanece estacionada na faixa percentual em torno de 70 a 75%. ?Somos um país de cultura autoritária, com 500 anos de história e menos de 50 anos de vivência democrática. O Brasil não é um país reformista e muito menos revolucionário?, sentencia Pochmann. ?A baixa tradição de uma cultura partidária capaz de construir convergências nacionais nos subordina a interesses outros que não os da maioria da população.? Marcio Pochmann afirmou que os ricos não pagam impostos no Brasil. ?Quem tem carro, paga IPVA. Quem tem lancha, avião ou helicóptero, não paga nada. E o ITR [Imposto Territorial Rural] é só pra inglês ver?, exemplificou. ?Quem paga imposto no Brasil são basicamente os pobres.? Um estudo do Ipea teria demonstrado que os moradores de favelas pagam proporcionalmente mais IPTU do que os brasileiros que vivem em mansões. ?Quem menos paga é quem mais reclama de imposto. Tanto que impostômetro foi feito no centro rico de São Paulo.? Pochmann observa que o tema das desigualdes não gera manifestações, não gera tensão. ?Não há greve em relação às desigualdades.? Trabalho imaterial Na avaliação de Márcio Pochmann, a sociedade mundial está cada vez mais assentada no que ele chama de ?trabalho imaterial?, associado a novas tecnologias de informação, como aparelhos celulares e microcomputadores. ?O trabalhador está cada vez mais levando trabalho pra casa.? Essa sociedade do trabalho imaterial, conforme o dirigente do Ipea, pressupõe uma sociedade que tenha como principal ativo o conhecimento. ?Pressupõe o estudo durante a vida toda, e o ensino superior apenas como piso.? Pochmann criticou ainda a forma como a comunidade acadêmica tem tratado o tema das desigualdades no país. ?O tema tem sido apresentado de forma muito descritiva e pouco de enfrentamento real e efetivo. Em que medida a discussão está ligada a intervenções efetivas, a políticas que possam de fato alterar a realidade como a conhecemos?? Na avaliação dele, a fragmentação e a especialização das ciências sociais aprofundariam o quadro de alienação sobre o problema das desigualdades. ?As pesquisas não mudam a realidade. Quem muda a realidade é o homem. Agora, as pesquisas, as teorias mudam o homem. Se mudarem o homem, ele muda a realidade. Nada nos impede de fazer isso, a não ser o medo, o medo de ousar.? Leia mais: http://boilerdo.blogspot.com/#ixzz1ZKp9lznM
>>Denuncie abusos na política editorial >>Complemente esta matéria Trabalhar é bom. Eu, particularmente, gosto muito. Se no BRasil as pessoas cumprem jornadas de trabalho tão longas, isso é normal em um país onde há tanto o que fazer. Antes do descanso, vem o necessário trabalho.
Os ricos raramente começam a trabalhar antes do final da pós-gradução? Isso não quer dizer que eles sejam vagabundos. É bom lembrar que eles estudam em escolas mais puxadas, e consomem em estudo o tempo que os pobres consomem no trabalho.
A estrutura fundiária está mais concentrada do que era em 1920? Isso é normal, e trata-se de conseqüência da mecanização das lavouras, que tornam mais economicamente viáveis as grandes plantações. Não acontece só por aqui. Por exemplo, nos EUA (que fizeram reforma agrário no século 19) o tamanho médio da propriedade rural cresceu dez vezes desde o início do século 20, e eles não ficaram mais pobres por causa disso. A causa foi a mesma: mecanização.
como se vê, nem tudo é o que parece.  | O raciocínio todo já parte da estrambolica e absurda comparação entre a jornada de trabalho do século XIX com a jornada de trabalho atual , somada a opção de trabalhadores de continuarem seus estudos , rs .Como se tal comparação fizesse algum sentido ou como se a adição de tempo da opção decontinuar estudando fosse algo noemal e comparável ?? E isto vindo de Pochman , o cabeça atual do IPEA . Não é por menos que este orgão , sob a tutela do petismo , perdeu toda a sua credibilidade . E , para não deixar o patetismo de lado , não sei se voces notaram , mas as declarações dos participantes repetem exatamente o mesmo e currupático bestriol e palavras da militancia : Os tais 500 anos , a reforma agraria , concentração da terra , as zilitis e por aí vai , rs . Alias , que le as piadas de Pochmann acima pode chegar a pensar que não é o petismo que comanda esta país a 9 anos !! É tudo uma baita comédia ideológica .
 | "...Apesar das enormes conquistas tecnológicas, que facilmente permitiriam bastante tempo livre em nossas vidas para se dedicar a outras coisas, isso simplesmente não acontece. Trabalhamos muito mais que nossos antepassados. Mesmo aqueles que possuem muito dinheiro trabalham. Para conseguir mais dinheiro. Imensidão de talentos e criatividade se perde. Porque as pessoas precisam trabalhar, não podendo se dedicar ao que gostam e sabem fazer. Voltam cansados para casa e não fazem mais nada. A não ser descansar para o dia seguinte. Isto quando tem a sorte de estarem empregados. Muitos até dizem que gostam de trabalhar. Na verdade, já que trabalhar é obrigatório, que se faça isso gostando. É bem melhor para o ego. Mas um bom teste para saber se realmente gostam ou não, seria a hipótese de trabalhar sem remuneração. Fazer exatamente o mesmo, mas sem receber nada por isto. Quem se habilitaria?..." GG, Desemprego http://prod.brasil.indymedia.org/pt/blue/2011/09/497801.shtml Te habilita, Mundim? Vais dizer que não porque precisa do dinheiro para sobreviver, né? O Eike Batista, Antônio Ermírio e o Warren Buffet, por exemplos, diriam o mesmo, com certeza. Quem me dera ao menos uma vez Provar que quem tem mais do que precisa ter Quase sempre se convence que não tem o bastante O Mundim fala demais por não ter nada a dizer.  | Filosofia Ascenso Ferreira
Hora de comer - comer! Hora de dormir - dormir! Hora de vadiar - vadiar! Hora de trabalhar?
- Pernas pro ar que ninguém é de ferro!
e os documentos fiéis ao descanso do patrão.
Que país é esse?
Trabalhar é bom, desde que sejam os outros os trabalhadores.  | "Uma nação que procura desenvolver-se espiritualmente com maior liberdade não pode continuar vítima das suas necessidades materiais, escrava do seu corpo. Acima de tudo, precisa de tempo livre para criar e usufruir da cultura. Os progressos da organização do trabalho facultam esse tempo. Um simples trabalhador na indústria do algodão produz agora frequentemente, com a ajuda de novas forças motrizes e das máquinas aperfeiçoadas, tanto como antes produziam 100 ou mesmo 250-350 trabalhadores. Iguais realizações há, embora não na mesma escala, em todos os ramos da produção, como conseqüência necessária do fato de as forças da natureza se verem progressivamente forçadas a colaborar com o trabalho humano. Se a quantidade de tempo e de esforço humano, que em época anterior se necessitava para satisfazer determinada soma de necessidades materiais, foi reduzida pela metade, então o tempo disponível para criação e usufruto da cultura, sem qualquer redução no bem-estar material aumentou em igual medida. Mas a divisão das vantagens que conquistamos ao velho Cronos no seu próprio campo é ainda determinada pelo jogo dos dados do acaso cego e injusto. Calculou-se já que na França, no presente nível de produção, a média de um trabalho de cinco horas diárias por cada pessoa capaz de trabalhar seria suficiente para obviar todas as necessidades materiais da sociedade {...} apesar de a economia de tempo por meio do maquinário, a duração do trabalho servil nas fábricas aumentou para grande parte da população."
Wilhelm Schultz, citado por Marx nos Manuscritos Econômicos-Filosóficos  | "Na Europa, mas não na América, há uma terceira classe de homens, mais respeitada do que qualquer uma das outras classes de trabalhadores. Há homens que, pela propriedade da terra, podem fazer outros pagarem pelo privilégio de poderem existir e trabalhar. Estes proprietários de terras são ociosos, e portanto se esperaria que eu os elogiasse. Infelizmente, a sua ociosidade se torna possível pelo trabalho de outros; de fato, seu desejo pelo ócio confortável é historicamente a fonte de todo evangelho do trabalho. A última coisa que eles desejariam é que outros seguissem o seu exemplo."
Bertrand Russell, Elogio ao Ócio  | Note-se também que estas fantasias ideológicas de Pochmann e amigos só continuam ser propaladas e consideradas aqui na América Latina ( na maioria dos outros paises já não passam de folclore ) , pois ha uma platéia de alienados que da importancia e ainda acredita nestas besteiradas . Basta ver os comentários acima com as infantilidades ideológicas sobre o patrão coçador de saco , a repetição das emboloradas e fracassadas teorias marxistas e outras fantasias . Alias , não é engraçado constatar que da boca para fora , todos esquerdistas sempre afirma com o seu desdén e arrogancia caractaristicos que ser patrão é a maior moleza , que é coçar o saco e explorar os empregados para encher o rabo de dinheiro . No mundo real , eles não conseguem administrar nem um carrinho de pipoca , nem uma mídia , nem uma ONG e ainda culpam o capitalismo e o satanico império pela sua incompetencia , rs .
Hilaria Disney ideológica .  | ... porque estás aqui no CMI pela segunda vez num dia útil, no horário de expediente?
Sai do CMI e vai produzir, Rapá.  | Eu presto atenção no que eles dizem mas eles não dizem nada Por Emília Vaz 03/06/2011 às 16:40 Que percentual do tempo do trabalhador é dedicado ao trabalho? Será só um décimo? Será apenas um terço? Eles falam muito mas no final das contas não dizem nada. No mês passado o "Bom Dia, Brasil" levou ao ar uma matéria de título "Autor de 'Ócio Criativo' defende amor e beleza na formação do aluno". Nessa matéria, o pensador italiano Domenico de Masi disse: "Se a escola forma só para o trabalho, que ocupa um décimo das nossas vidas, forma para a tristeza, porque o ser humano não vive só para o trabalho. Ele vive também para o estudo, para a aprendizagem, para as amizades, para o amor e para a beleza". http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/05/autor-de-ocio-criativo-defende-amor-e-beleza-na-formacao-do-aluno.html Noutra matéria intitulada "Paulistanos sofrem para voltar para casa após fim da greve dos trens", veiculada hoje, o mesmo telejornal matutino da Rede Globo noticiou que uma trabalhadora de nome Maria das Graças acorda às 4h30 para poder não chegar atrasada ao trabalho, que começa às 8h30. Se essa trabalhadora trabalhar 8 horas por dia, sem intervalo para almoço, ela sai do trabalho às 16h30 e deve gastar 4 horas para chegar de volta ao seu lar. Se for assim, essa Senhora gasta 16 horas diárias em benefício do(s) seu(s) patrão(ões). Então como é que esse tal de Domenico de Masi afirma que o trabalho só ocupa um décimo de "nossas" vidas? E como é que os jornalistas engolem esse camelo a seco como se estivesse lubrificado? "Nossas" vidas de quem, Caras Pálidas? Nietzsche disse que quem não dispõe de dois terços do seu dia é um escravo. O patrão nosso de cada dia é um escravizador, pois dispõe de dois terços do dia dos trabalhadores e, pior, pagando-lhe um salário de miséria. Os capitalistas deveriam computar como tempo de trabalho as horas 'in itineris', tal qual fazem os empregadores cujos locais de trabalho não são servidos por transportes públicos, até porque essas horas 'in itineris' são a serviço do burguês explorador e é ele quem dá, atualmente, a quase totalidade das despesas de condução dos empregados, aliás, ele não dá, até porque o patrão não dá nada ao trabalhador sem que antes tenha tirado dele pelo menos o dobro. O patrão só devolve, com o nome de vale-transporte, o que tomou do empregado. http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/06/paulistanos-sofrem-para-voltar-para-casa-apos-fim-da-greve-dos-trens.html Os empregadores não só deveriam pagar aos trabalhadores as horas gastas no percurso para o trabalho e do trabalho para a casa, como também pagarem as despesas de transportes dos trabalhadores quando há greves dos transportes públicos, pois nessas ocasiões as despesas dos operários se elevam ainda mais com pagamento de taxis e moto-boys. Disse Marx que "o homem que não disponha de nenhum tempo livre, cuja vida - afora as interrupções puramente físicas, do sono, das refeições etc. - esteja toda ela absorvida pelo seu trabalho para o capitalista, é menos que uma besta de carga. É uma simples máquina, fisicamente destroçada e intelectualmente brutalizada, para produzir riqueza para outrem." Trabalhadores como a Senhora Maria das Graças volta á sua casa apenas para recuperar suas energias para continuar a trabalhar. Pessoas como ela, não trabalham para viver, ao contrário, vivem para trabalhar. Que tempo tem pessoas como essa Senhora para o estudo, para a aprendizagem, para as amizades, para o amor e para a beleza? Pior é que elas ainda dão graças a Deus por não estarem desempregadas.  | O Mundim tem razão quando diz que no Brasil há muitas coisas por fazer. As mais urgentes coisas a serem feitas no Brasil é reduzir a sobrecarga dos trabalhadores e dar emprego aos trabalhadores desempregados.
Quanto maior a jornada de trabalho, maior o desemprego e a super-produção. O Mundim é tal qual aquele personagem do Viva o Gordo cujo lema era: "Meu nome é trabalho". Nos séculos XVI, XVII, XVII e XIX a propriedade fundiária estava muito mais concentrada do que em 1920. Portanto, de acordo com o raciocínio do Pedro Mundim, devemos concluir que em 1920 a mecanização da agricultura era menor do que nos séculos XVI, XVII, XVII e XIX. O Brasil é o segundo país com a maior concentração da propriedade fundiária em todo o Planeta, atrás apenas do Paraguai, onde atuam latifundiários brasileiros. Ou seja, as agriculturas paraguaia e brasileira são as mais mecanizadas do mundo, mais do que as agriculturas dos países centrais do capitalismo.
Piada, né, Mundim? Caso alguém tenha duvidas de como um cidadão alfabetizado e supostamente com cultura ainda consiga , nos dias de hoje e pela disponibilização de tanta informação , ainda ficar babando em jubilo pelo besteirol revolucionário e acreditar no esquerdismo , basta dar uma lida nos comentários da militancia acima e perceber que alguma pessoas não aprendem mesmo , não cai a ficha ,não tem nem bom senso e muito menos capacidade de assimilação das informações que dispõe .
Dificil acreditar que alguém seja tão alienado e limitado sem querer , rs . Pingo, do alto da sua colossal sapiência, você, como de costume, foi fulminante no seu comentário. Parabéns!
Da próxima vez, vê se entra no mérito da questão e consegues refutar o(s) ponto(s) do(s) qual(is) discordas. Foi só o que faltou no teu comentário. Quem vive para trabalhar, em vez de trabalhar para viver, é culpado pelo parasitismo social da burguesia e pelo desemprego.
Se você trabalhasse menos, os burgueses teriam que trabalhar para viver e os desempregados conseguiriam emprego. Se os lucros dos capitalistas derivam da venda de seus produtos, e não da produção, porque os capitalistas são contra as greves dos trabalhadores?
Eles deviam ser contra greves dos consumidores, se elas existissem.
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