Governo alemão derruba site Indymedia Linksunten - O que significa e o que fazer
Indymedia foi fundado na Alemanha em 2001 como de.indymedia.org; uma segunda versão apareceu em 2008 como linksunten.indymedia.org.
Mais populares
Indymedia foi fundado na Alemanha em 2001 como de.indymedia.org; uma segunda versão apareceu em 2008 como linksunten.indymedia.org.
Nesta sexta-feira (6), em mesa na Casa do Povo, com a presença de 750 pessoas, foi iniciada a quarta edição da CryptoRave. Desta vez em um clima intimista que o novo local proporcionou, James Bamford, escritor especialista em agências de inteligência estadunidense, mostrou como a teoria da conspiração, em que os Estados Unidos monitora as comunicações de todas as pessoas do mundo, se concretizou.
1º de maio é uma data importante para todas as trabalhadoras e trabalhadores, mas hoje, em 2020, essa data tem algumas peculiaridades. Em primeiro lugar, estamos vivendo a primeida pandemia na era da informação. A facilidade de divulgação de informação - e de fake news - que temos hoje não se compara à época da Gripe de 1918[1] a ou da Grande Peste[2].
Texto publicado inicialmente no site do PAC.
A duras penas alguns direitos foram conquistados pela classe trabalhadora no campo da educação desde as primeiras décadas do século XX, incluindo nesse caso corpo docente, funcionários em geral e os discentes, que muitas vezes começam a trabalhar ao mesmo tempo em que estudam em diversas regiões do país e ao longo de todo esse período de maior acesso da população ao ensino público estatal.
As informações dão conta de 11 mortos e 14 baleados.
As informações que chegaram até agora apontam a DECA como a responsável pela operação militar.
As mentiras começam com a DECA informando que os policiais foram recebidos a tiros e reagiram! Mentirosos! Assassinos! Canalhas!
Semana passada foi desmascarado o esquema perverso de pedofilia, e que durou décadas, do falecido Samuel Klein, fundador da Casas Bahia.
A maior parte dos crimes ocorreu desde os anos 80 nas instalações da loja matriz da empresa, em São Caetano do Sul, no ABC Paulista.
Mesmo com 85 anos, Samuel Klein ainda praticava essas atrocidades em troca de dinheiro e itens da loja.
A pandemia explicitou ainda mais a enorme discrepância de diferentes realidades sociais que coexistem no Brasil. Infelizmente ainda não estamos, como dizem alguns, “todos no mesmo barco”: alguns estão isolados em coberturas, recebendo delivery de comida pelo elevador e delivery de maconha por drone, outros moram em bairros que estão sem água há semanas, ou passam fome e sede nas ruas, sem saber o porquê delas estarem tão vazias, e com pessoas vestindo máscara.
Como professora de Educação Infantil da rede municipal do Rio, me preocupa o discurso e a pressão pelo retorno das aulas presenciais nas instituições de ensino, especificamente na Educação Infantil por se tratar de crianças tão pequenas. Entidades ligadas a esse segmento vieram a público recentemente expressar seus argumentos pela reabertura das unidades escolares.
Ontem, dia 16/01, moradoras e moradores do bairro de Praia Grande em Paraty-RJ, realizaram uma manifestação contra o aumento das tarifas intermunicipais e trancaram a rodovia BR-101 das 16h até às 23:30h. A via foi fechada com troncos de árvore e atearam fogo, não deixando nenhum veículo passar.
Ao chegar na Cinelândia, a Polícia Militar já demonstrava outra atitude, chegando a expulsar as/os manifestantes da escadaria da Câmara com truculência e formar um cordão de isolamento impedindo que a manifestação ocorresse ali. Diante disso, as presentes no protesto entoaram gritos pelo fim da PM e em memória de Marielle Franco e dos mortos nas favelas, incluindo recentemente um menino de 14 anos que ia para a escola na Maré quando foi alvejado pelo Caveirão.
A Polícia Militar sempre foi violenta. Sempre assassinou a população pobre. Sempre torturou, estuprou e cometeu atrocidades nas áreas periféricas por todo o país. Não é algo que surgiu com o governo Bolsonaro… na verdade a política de militarização das favelas nasceu no governo Lula, ainda com as UPP’s implementadas no Rio de Janeiro. As forças policiais apenas encontram em Bolsonaro e em Witzel figuras de autoridade capazes de dar aval para as brutalidades cometidas por seus agentes.
Ele morreu. Um homem, preto, morreu sufocado em plena luz do dia, na rua, com seu pescoço sob o joelho de um homem branco fardado que se sentia com direito sob sua vida. “He is human, bro” (“ele é humano, cara”), foi o que um dos homens disse, assistindo àquela cena. Eu tentei reassistir o vídeo, pegar mais falas dos presentes, mas não tive estômago para isso. É triste, deprimente e, acima de tudo, revoltante. Mas, infelizmente, não é novidade.
Nesta segunda, dia 3, moradoras e moradores do Morro dos Macacos, na zona norte do Rio, rebelaram-se contra a ação da Polícia Militar na comunidade e saíram em protesto pela avenida 28 de Setembro, em Vila Isabel.